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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS Centro de Ciências Humanas – CCH Departamento De Comunicação e Letras Professor: Ciro Carlos Antunes Disciplina: Ensino de Gramática na Escola Acadêmico: Hiago Pereira dos Santos HIAGO PEREIRA DOS SANTOS SINTESE: CRIATIVIDADE E GRAMATICA DO AUTOR CARLOS FRANCHI Almenara/MG 2020 HIAGO PEREIRA DOS SANTOS SINTESE: CRIATIVIDADE E GRAMATICA DO AUTOR CARLOS FRANCHI Atividade apresentada à disciplina de ensino de Gramatica na escola, como requisito para aquisição de Nota parcial do 5º período do curso de letras – português Campus Almenara – UNIMONTES Professor: Ciro Carlos Antunes Almenara/MG 2020 O livro criatividade e gramatica e dividido em apenas 4, Algumas notas sobre a criatividade, o que se faz, quando se faz gramatica como se faz, indicações para uma renovação dos estudos gramaticais e um resumo, a moda de conclusão. E possível notar entre os professores que o assunto a respeito da gramatica vem sendo abordado não e de agora, “Tem sido um lugar comum entre professores, educadores e mesmo estudiosos da linguagem uma atitude negativa em relação à gramática. Há razões para isso. Entre elas: a crítica correta à insuficiência das noções e procedimentos da gramática tradicional; a inadequação dos métodos de "ensino" da gramática; o fato de que essa gramática não é relacionada a um melhor entendimento dos processos de produção e compreensão de textos; o esquecimento da oralidade; o normativíssimo renitente, etc. Essa crítica, porém, por mais perspicaz e correta que seja”. Alguns professores não gostam de se relacionar com a gramatica por ela ter um aspecto complicado e muitas vezes confusos, o autor aborda que esse processo complicado pode ser solucionado através da criatividade, usando a criatividade a gramatica pode ser passada de uma forma mais simples e de fácil entendimento, e necessário um esforço a mais para tal empenho, “Muitas vezes se tem vinculado criatividade à originalidade, à ruptura de padrões, ao estabelecimento de novos e surpreendentes sistemas de referência. De um certo modo, supõe-se que a criatividade repousa sobretudo sobre as manifestações não sujeitas a regras ou ao estabelecimento de regras pessoais e próprias de manifestação. O comportamento divergente não deixa de ser um comportamento criativo, mas a redução de um ao outro, sem mais, não somente limita a noção de criatividade como dificulta a ação pedagógica que se pretende criativa. Não somente se pode falar de criatividade em inúmeras atividades sujeitas a certo tipo de regras e de princípios gerais como ainda em relação a manifestações compartilhadas e sociais” o autor também cita alguns problemas presente na gramatica e resume esses problemas na obra facilitando assim o entendimento do leitor a respeito desses problemas que assolam o terreno da gramatica “- apesar de tudo o que tem sido dito pela linguística e pela pedagogia, mantém-se um viés normativo que não se limita a levar os alunos ao domínio da modalidade culta e escrita (um dos objetivos da escola) mas que constitui um fator importante de discriminação e repressão linguísticas; - enquanto sistema nocional descritivo, a gramática escolar esconde intuições interessantes sobre a linguagem sob uma capa de definições e um conjunto de critérios que não dão conta dos fatos das línguas naturais; - enquanto prática escolar, o ensino gramatical se reduz ao exercício de técnicas insatisfatórias de descoberta e de classificação de segmentos de orações; - em nenhum dos casos se busca responder à questão relevante para qualquer estudo gramatical da linguagem: por que as expressões significam aquilo que significam”. Temos alguns exemplos de ideias de como a gramatica poderia ter um alternativa diferente, o autor da algumas sugestões que podem substituir uma oração em uma frase, expandido as oportunidades e quebrando preconceitos. “Nossa tarefa de alunos consistia em concentrar-nos nos elementos em negrito no texto e substituí-los, transformando as orações. No caso do Padre Matos, o trabalho era, sobretudo, individual, comparando-se depois em comum os resultados. Quando repeti, melhorando no que pude, o processo no Colégio de Aplicação da USP, lá pelos 1958, as transformações do texto eram um trabalho coletivo, participado, abrindo-se em um leque de opções. Podemos tentar simulá-lo aqui, sem assumir quaisquer preconceitos, seja de que esses "verbos comuns" ou expressões genéricas necessariamente caracterizem um "estilo frouxo", seja quanto a um valor literário ou estético maior do texto resultante.