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PROPEDÊUTICA ORTOPÉDICA ID – Identificação: Incluir profissão QD – Queixa e Duração: Termos usados pelo paciente HMA – História da moléstia atual: Detalhes do motivo da procura médica AP– Antecedentes pessoais: Cirurgias e traumas - atividade física - comorbidades HO – História ocupacional: Saber se faz atividade física AF – Antecedentes Familiares: Diagnóstico, traumas Dor ou limitação? Deformidade? Diminuição da função? (falseio-instabilidade); Aspecto físico? Falseio = paciente conta que a articulação está fora do lugar, osso está se mexendo. Trauma direito = quebrou o osso Trauma direito que não resultou em fratura = contusão (não leva a consequências) Trauma direto que articulação sai do lugar, grave, muita dor = luxação (URGÊNCIA) Trauma indireto = entorse ou torção → move para fora da articulação Trauma indireto = cair de um lugar alto e quebrar ‘’um ombro’’ EXAME FÍSICO: Inspeção (estática e dinâmica) → olhar o paciente andar ESTÁTICA: Deformidade, Assimetria, Equimose, Hematoma, Cor, Edema, Cicatriz, Tumores Foto da mão é uma fratura exposta, deve encaminhar para urgência, cirurgia. DINÂMICA: MMSS → ver se tem mobilidade dos dedos MMII → exame da marcha ➔ TRENDELENBERG GAIT: bacia cai, pois o glúteo médio não funciona direito Palpação → achar o ponto doloroso Pontos dolorosos, Flutuações, Edema, Derrame articular, Contraturas, Temperatura Escrever: aumento de volume no joelho e não edema *** SINAL DA TECLA: apertar a patela para ver se tem fluxo de líquido Derrame articular = presença de líquido, patela flutua (sinal da tecla positivo) Edema = aumento de volume superficial a patela, a patela não flutua Toda articulação pode ter derrame, porém só tem derrame articular quando sinal da tecla é positivo Água no joelho = fazer punção Mobilidade articular → saber se a mobilidade é passiva, ativa, ver se tem bloqueio articular Articulação livre ou com bloqueio Dor - quais movimentos? Mobilidade ativa diminuída ou ausente = Roturas musculares – tendinosas Paciente tem limitação, não consegue mexer ‘’dedos, fazer rotação de perna’’. Essas limitações geralmente por dor. Ele faz limitação até certo ponto, porque o restante tem dor. Goniômetro, faz a mensuração dos ângulos de movimentação das articulações. Exame neuro-vascular Força muscular Sensibilidade / Reflexo (saber a sensibilidade da região ex: ulnar, radial, medial da mão). Pegar uma caneta ou beliscar a região Estímulo doloroso Sinal de Tinel positivo = dar uma batida no nervo e o paciente sentir um choque, dá para perceber a estrutura comprometida. Se o Tinel está na região distal é porque está indo para o lado correto. TESTE DA PERFUSÃO: Observar os dedos se estão roxos (lesão periférica ou obstrução vascular) PULSO: Polpar radial, carotídeo, axilar, humeral, femoral, poplíteo, tibial posterior, prédio, temporal. Testes especiais: Tinel e Sinal da tecla EXAME DE IMAGEM: RX → Ver osso, o médico que dá o laudo / pode ver trauma, dor crônica TC → Trauma RM → Ver partes moles, osso, músculo e pode ver até edema US → Ver partes moles superficial, hematomas. Exame mais barato que RM. COLUNA Lordose → Curvatura aumentada na coluna, para dentro. Um pouco de lordose é normal. Uma lordose muito acentuada é chamada de hiperlordose Cifose → Curvatura da coluna na região torácica e sacral Queixas: assimetria – má-postura – corcunda ➔ Crônica ➔ Dor ou não ➔ Associações: Mochilas – postura ruim Escoliose: curvatura anormal da coluna para um dos lados do tronco, determinada pela rotação das vértebras. Coluna em S (dá para ver no RX) Inspeção: TRIÂNGULO DO TALHE: Assimetria formada entre o tronco e o braço TESTE DE ADAMS: Positivo, significa assimetria da região dorsal, que a escoliose provoca. Dorso curvo: Má postura e fica corcunda. Ocorre em jovens e idosos. EXAMES DE IMAGEM: RX → coluna total (cervical, torácica, lombossacral) Ângulo de COBB → Tem que medir para ver se precisa apenas usar o colete ou operação. Observar: Local, Duração, Irradiação, Relações com atividade Lombalgia ➔ 95% mecanopostural ➔ Palpação ➔ Não irradia Lombociatalgia ➔ Irradiada MMII ➔ Começa na lombar e passa para dor abaixo do joelho até o tornozelo e pé ➔ Hérnia de disco: núcleo pulposo comprimi a raiz EXAME NEUROLÓGICO: L4 → Força a muscular do tibial anterior; sensibilidade da face medial da perna; Reflexo patelar L5 → Força muscular do extensor do hálux; Sensibilidade do dorso do pé S1 → Força muscular do tríceps sural e fibulares; Sensibilidade do maléolo lateral e face lateral da superfície plantar do pé; ➔ Reflexo Aquileu: Deve-se percutir o tendão de Aquiles acima de sua inserção no calcanhar. Há o estimulo contrátil dos músculos crurais posteriores, gastrocnêmio, sóleo e plantar. O reflexo é a flexão plantar. O paciente fica de joelhos em plano alto com os pés para fora. TESTE DE LASEGUE → Elevação da perna. 35 a 75° a dor. Quando é >70 é normal. Hérnia de disco: fazer RNM JOELHO Queixas: Dor, aumento do volume, diminuição da função (falseio – instabilidade) Inspeção → Aumento de volume Palpação → Derrame articular Testes especiais → Ligamentares; Meniscais ➔ Lachman: segura uma mão na perna e tenta trazer para frente; forçar a tíbia para frente ➔ Gaveta: sentar no pé/perna do paciente e puxar a tíbia do paciente, joelho tem que ficar em 90° Testes meniscais: Teste de Mc Murray e Teste de Apley: Segurando no pé do paciente realiza rotações internas e externas da tíbia de forma súbita. A presença de dor ou estalidos junto à interlinha articular significa lesão do menisco correspondente. EXAMES DE IMAGEM: RX e RNM OMBRO Dor, Local, Irradiação, Horário, Relação com atividade, antecedentes laborais ou esportivos Síndrome do impacto (pinçamento) ➔ Tendinite do manguito ➔ Bursite Exame Físico: - Dor a palpação - Testes especiais ➔ Arco doloroso ➔ Teste de Neer → Ergue-se o ombro em extensão, rotação neutra passiva e rápida. Nessa posição, o tubérculo maior arremete-se contra a face ântero- inferior do acrômio, diminuindo o impacto. A dor é um sinal de impacto subacromial ou ruptura do manguito rotador ➔ Teste supraespinhal (Jobe) → O paciente realiza uma flexão e abdução de 30º de membros superiores e uma rotação interna, apontando os polegares para o chão (lata vazia). Inspeção: SINAL DA DRAGONA (articulação sai do lugar; luxação) → Perda do contorno arredondado do ombro após um evento traumático. EXAMES DE IMAGEM: RX e RNM Instabilidade: tirar a articulação do lugar - Aguda ou Crônica - Com ou sem trauma Teste – Sinal do Sulco → Realiza uma tração no antebraço do paciente no sentido caudal. Ele deverá notar o aparecimento de um sulco logo abaixo do acrômio em caso de instabilidade da cápsula glenoumeral mais precisamente nos ligamentos glenoumerais ântero-inferiores que forram a cápsula. • Apreensão - Recolocação