4. Exantema febril

4. Exantema febril


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esclerosante subaguda
Incidência \u2013 1:100.000
Evolução quase sempre fatal
Início de 1 a 10 anos após o quadro agudo
	
Dist. Conduta \uf0e0 Convulsões \uf0e0 Alter. degenerativas
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Sarampo
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Sarampo
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Rubéola
Faixa etária > incidência em crianças maiores, adolescentes e adultos jovens
Período de incubação \u2013 14-21 dias
Pródromos \u2013 geralmente não há
Exantema
Macular discreto
Sem confluência
Sem descamação
Togaviridae
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Rubéola
 Contágio
 Final do período de incubação até o 5º a 7º dia do exantema
 70 a 85% dos adultos são imunes (infecção subclínica em 25 a 50%)
GESTANTES
 
*
Rubéola
Características
Conseqüências danosas para o feto.
Linfadenopatia cervical posterior e retroauricular
Petéquias no palato
Imunidade duradoura
*
Quadro Clínico
 Exantema maculopapular
 Coloração rósea, mais \u201csuave\u201d
 Por vezes com aspecto rendilhado
 Distribuição cranio-caudal
 Sem alteração de cor
 Sem descamação
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Exantema maculopapular
 
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Diagnóstico
 Clínico
 Laboratorial
Confirmação e notificação obrigatórias
Pesquisa de IgM específica (ELISA)
Coletar entre o 5º e 28º dia após o início do exantema
*
 
É considerado caso suspeito de rubéola: 
Todo paciente com exantema maculopapular e linfonodomegalia cervical, retroauricular e occipital - independente da sua idade e situação vacinal -
comunicar à vigilância epidemiológica para investigação sorológica.
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Exantema Súbito 
 Roséola infantum
Etiologia
Herpesvirus humano 6 e 7 (HHV 6 e 7)
Epidemiologia 
Transmissão por secreções
Contágio através de contactantes assintomáticos
Incidência maior entre 6 meses e 3 anos
** 1º episódio febril, sem causa aparente em 	lactentes?
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Quadro Clínico
 Início súbito
 Febre alta
 Irritabilidade com bom estado geral
 Sinais resp. e/ou GI leves
 Declínio brusco da febre, após 3 a 5 dias
 Surgimento do exantema
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Quadro Clássico
 
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O Exantema
 Maculopapular, róseo
 Lesões com 2 a 3 cm Ø, não 	confluentes
 Início no tórax, com evolução para tronco e pescoço
 Curta duração \u2013 24 a 72 H 
 Sem descamação
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Exantema Súbito
 
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Exantema súbito ou Roseola Infantum
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Tratamento
 Sintomático
Antitérmicos
 Casos complicados
Ganciclovir \u2013 10 mg/kg/dia \u2013 14 a 21 dias
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Eritema Infeccioso
 Etiologia
Parvovirus B19
 Epidemiologia
Transmissão
Via respiratória
Exposição percutânea a sangue ou deriv.
Transmissão vertical mãe-feto
Altamente contagioso
Maior incidência entre 2 e 14 anos
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Quadro Clínico
 Período de incubação
Varia de 4 a 14 dias
 Período de contágio
	-Desconhecido
	-Intradomiciliar ou na escola
 Período prodrômico 
 Raramente presente
 Febrícula, mialgias, cefaléia, mal- 	estar
 Correspondendo ao período de viremia
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 O Exantema
 Início pela face
 Eritema intenso das bochechas
 Não acomete região perioral
\u201cFace esbofeteada\u201d
 Evolui para tronco e membros
 Maculopapular com áreas de palidez central \uf0e0\u201dRendilhado\u201d
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Eritema Infeccioso
 
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Eritema infeccioso
*
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O Exantema
 Caráter recorrente
Sob alguns estímulos inespecíficos
Exposição ao sol
Mudanças bruscas de temperatura
Stress 
Traumatismos
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Complicações
 Evolução benigna
 Em gestantes pode levar a hidropsia fetal de natureza não-imune
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Tratamento 
- Não há tratamento específico
- Gestantes infectadas poderão receber gamaglobulina.
- Fetos com hidropsia podem ser tratados com transfusões intra-uterinas
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Escarlatina
 Etiologia
Toxina eritrogênica
Estreptococo \u3b2-hemolítico grupo A
S. pyogenes
Estafilococos (raro)
Epidemiologia
Faringite estreptocócica
Piodermites
Maior incidência em pré-escolares e escolares
Transmissível desde o pródromo até o final da febre (24 h de antibiótico interrompe o contágio)
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Quadro Clínico
 Manifestações iniciais de faringite
 Febre alta
 Odinofagia
 Adenomegalia cervical e submandibular
 Cerca de 12 a 48 h depois surge a 	erupção cutânea
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Faringoamigdalite Estreptocóccica
 
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Exantema
 Difuso, vermelho intenso
 Clareia à digito-pressão
 Micropápulas confluentes
 Hipertrofia folicular
\u201cÁspero\u201d ao toque (\u201clixa\u201d)
 Início no tórax, com disseminação para tronco pescoço e membros
 Poupa regiões palmares e plantares
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O exantema
 
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Outras Características
Sinal de Filatow
Palidez perioral em contraste c/ hiperemia da face
Língua saburrosa
No 1º e 2º dias, língua esbranquiçada
Língua em framboesa
Descamação da língua com hipertrofia e hiperemia das papilas linguais
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Sinal de Filatow
 
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Alterações da língua
 
SABURROSA
em FRAMBOESA
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Outras Características
 Sinal de Pastia
Confluência das micropápulas, com algumas petéquias nas áreas de dobras, principalmente na prega cubital
Descamação
Início 5 a 7 dias após o início do quadro
Ocorre em pequenas placas
Inicia em face, pescoço e tórax
Evolui para extremidades,com descamação 	grosseira, em \u201cdedos de luva\u201d
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Sinal de Pastia
 
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Diagnóstico
 Essencialmente clínico
 Laboratorial
Cultura de secreção de orofaringe
Dosagem antiestreptolisina O (ASLO)
Pouco utilizada, pouca contribuição
 
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Tratamento
** Penicilina Benzatina
Peso > 25 kg \u2013 1.200.000 UI \u2013 IM
Peso entre 10 e 25 kg \u2013 600.000 UI \u2013 IM
Peso < 10 kg \u2013 300.000 UI \u2013 IM
Dose única
Macrolídeos
Eritromicina 40 mg/kg/dia \u2013 10 dias
Azitromicina 10 mg/kg/dia \u2013 5 dias
Amoxicilina
20 a 50 mg/kg dia \u2013 10 dias
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Doenças exantemáticas
Varicela
Sarampo
Rubéola
Exantema súbito ou roséola infantum
Eritema infeccioso
Escarlatina
Enterovirose
Doença de Kawasaki
Mononucleose
Dengue
Herpes simples
Ricketsioses
INFÂNCIA
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ENTEROVIROSES
(não pólio)
Definição: Doença geralmente esta associada aos vírus ECHO ou Coxsackie A e B.
Características
Isolamento de vírus em fezes, sangue, faringe e líquor
\u201cSíndrome mão-pé-boca\u201d
Período prodrômico:
 - Coxsackie e outros ECHO: febre, geralmente coincide com o exantema. 
Transmissão: fecal \u2013 oral ou respiratória por gotículas.
Infectividade: variável.
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Enterovirus (Echo-Coxsackie)
Período de incubação: variável.
Período prodrômico:ECHO 16: 3 a 4 dias com febre baixa.
Início agudo da febre
Cefaléia, Coriza, Disfagia
Anorexia
Herpangina=Exantema com papulo-vesículas branco acinzentado com 1-2 mm de diâmetro
Lesões progridem para úlcera rasa
Úlceras auto-limitada para amigdala, úvula, palato mole e pilar anterior
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Erupção: Assemelha-se a rubéola \u2013 maculopápulas discretas, não pruriginosas, generalizadas; não há descamação. podendo estar associada a:
Manifestações neurológicas (meningite asséptica), 
Respiratórias (resfriado, pneumonia).
Cutâneas (exantema).
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Enteroviroses
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Kawasaki
Período prodrômico: apresenta pródromos de 3-4 dias
Edema, Eritema, Descamação nas extremidades
Conjuntivite Bilateral 
Exantema polimorfo
Adenopatia cervical
Alterações nos lábios e na cavidade oral (edema, língua em framboesa)
Artrite, dor abdominal 
Edema duro de dedos de mãos e pés 
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Características
Diagnóstico clínico \u2013 possível comprometimento coronariano (aneurismas)
Alterações multissistêmicas
Leucocitose com DE, eosinofilia e plaquetocitose
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Erupção: exantema polimórfico, escarlatiniforme ou purpúrico com inicio no tronco e descamação lamelar.
Há alterações na mucosa oral, com hiperemia, edema e ressecamento de lábios com fissura, edema duro de dedos, hiperemia palmoplantar.
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Doença de Kawasaki
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Doença de Kawasaki
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Mononucleose Infecciosa
Faixa etária \u2013 acima de 2 anos e adolescentes
Período de incubação \u2013 30-50 dias
Pródromos
1-2 semanas
Mal-estar, fadiga, cefaléia, dor abdominal
Exantema
2-7 dias
Maculopapuloso difuso
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Mononucleose Infecciosa
Período de contágio
Indeterminado
Baixa contagiosidade
Características
Tríade \u2013 faringite exsudativa + adenomegalia + febre prolongada
Linfocitose atípica
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Mononucleose Infecciosa
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Dengue
Faixa etária \u2013 qualquer
Período de incubação \u2013 2-7 dias
Pródromos
1-5 dias
Febre, rinite, dores articulares
Exantema
3-5 dias, recrudescente
Descamação fina ou furfurácea
Purpúrico, com petéquias no 2º ataque
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Dengue
Período de contágio
Necessita de vetor
Características
Imunidade tipo-específica
Atinge regiões palmares e plantares