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ALUNA: Maria Eduarda Carvalho de Miranda Turma 2 - Habilidades clínicas 1. CASO ● Mulher de 43 anos chega à emergência com início de dor abdominal há cerca de 1h. Nega queixas prévias. PAS de 80 mmHg. Abdome sem sinais peritoneais, RHA hipoativos com sensibilidade discreta em abdome superior direito. Nega traumas recentes, perda de peso, alterações de hábitos intestinais, hematêmese ou hematoquezia. Usa anticoncepcional há 20 anos. ● Quais as próximas etapas? Realizar exame físico (inspeção, ausculta, palpação, percussão) caso não foi feito, fazer os sinais relacionados com o local de queixas (fígado e bile)sinal de Murphy, e verificar se os sinais vão dar positivo + Fazer o exame ginecológico ● Qual o diagnóstico mais provável? colecistite (Colelitíase). ● Solicitaria exames? Primeiro deve-se estabilizar o paciente, Ultrassom abdominal e exames de sangue Como hemograma completo, sumário de urina e ureia. 2. CASO ● Homem de 62 anos chega à emergência com dor abdominal em QIE. Tem náuseas e febre com piora dessa dor. Teve um episódio similar que resolveu com ATB. Sem fatores de riscos cardiopulmonares. PA 140X80 FC 110 T 38,6º. Abdome flácido, levemente distendido, com sensibilidade em QIE a palpação. ● Qual o diagnóstico mais provável? diverticulite com uma infecção. ● Próximas etapas? Internar o paciente e entrar com o antibiótico, cirurgia em casos de complicação (fístula ou abcesso) exame de imagem como ultrassom e tomografia com contraste caso haja alguma complicação , precisa se melhorar a alimentação do paciente com muita fibra e hidratar. ● Complicações? hemorragia dentro do divertículo, infecção, peritonite e necrose em caso crônico. Confirmação do seu diagnóstico? Seria a partir do diagnóstico diferencial do QIE e dos exames passados. 3. CASO ● Mulher, 61 anos, chega ao serviço de emergência com dor abdominal do lado esquerdo há 10 dias. Ela teve constipação e diz que evacuou há 2 dias. Febre 38,9º, com náuseas e vômitos. Abdome sensível difusamente. Leuco de 26 mil... - RX ● Próximas etapas? Devido à tomografia e exame físico feito, aponta uma provável obstrução intestinal. As próximas etapas seriam primeiro uma tomografia computadorizada para que pudesse obter imagens mais nítidas e ver a exata localização e causa dessa obstrução intestinal. Paciente está com o quadro de peritonite ● O que definir? A segunda etapa seria definir qual a causa dessa obstrução, o grau dessa obstrução, a gravidade e o mecanismo. Internar o paciente e pedir uma tomografia para identificar o tratamento, que pode vir a ser cirúrgico 4. CASO CLÍNICO ● Homem, 26 anos, chega com dor abdominal ao seu PS em Caruaru no São João… A dor é constante, localizada na parte superior do abdome e irradia-se para as costas, diz que teve vômitos alimentares antes de chegar ao PS. Os vômitos não aliviaram a dor. Consome bebidas alcoólicas só em festas. Ansioso, febril 38.8º, 110 BPM, PA 100x60, FR 28. Abdome distendido e sensível em epigastro e peri umbilical. ● Qual sua hipótese? A provável hipótese pancreatite aguda. ● Como conduzir? Seria feito uma boa avaliação clínica, laboratorial e solicitará exames de imagem, além de realizar o exame físico completo do abdome e o Sinal cullen e Gray Turner Zerar a dieta do paciente e internar ele Tomografia para confirmar para vê possível necrose e abscesso ● Solicitar exames? Sim, solicitar exames de imagem e laboratoriais de: amilase, hemograma, glicemia, eletrólitos, uréia/ creatinina e uma gasometria arterial ● Que complicações você poderia esperar? sangramentos, infecções, dor descontrolada e necrose pancreática. 5. CASO CLÍNICO ● Mulher, 66 anos, procura o médico com queixa de perda de peso importante, diz que após alimentação sente fortes dores abdominais, grave e difusa por todo abdome. Para evitar dores, faz uso de sopas e pequenas refeições. Nega febre, náuseas, vômitos ou prisão de ventre. Fuma, gosta de 2 taças de vinhos diárias, toma IECA para HAS. Magra, anictérica, abdome escavado, sem tumorações e flácido. Sem sangue ao toque retal. Pulsos femurais diminuídos com sopros. Sopros carotídeos. ● O que pensar? Abdômen vascular sendo uma provável isquemia mesentérica ● Conduta? Seria necessário exames laboratoriais, tomografia com contraste excluir possíveis outros diagnósticos e levar o quanto antes esse paciente para cirurgia. 6. CASO CLÍNICO ● 66 anos, homem, dor abdominal de início súbito com distensão abdominal aguda, você observa sinais de peritonite. Vem em uso de amiodarona para tratamento de arritmias cardíacas. ● O que pensar? abdome agudo obstrutivo Isquemia ● Conduta? Tratamento cirúrgico 7. CASO CLÍNICO ● 72 anos, homem, chega a emergência com náuseas e vômitos, passado de apendicectomia há 25 anos. Afebril. O abdome ligeiramente sensível e distendido. 18 mil leucócitos. Íons normais e bicarbonato 14. ● Hipótese diagnóstica: Obstrução intestinal com infecção Poderia ser decorrente de uma neoplasia ● Qual o melhor tratamento? Condução? hospitalização + tomografia para vê a localização da obstrução + raio x + exames laboratoriais 8. CASO CLÍNICO ● 46 anos, mulher, dor abdominal após 1h do jantar, iniciou em epigastro e concentrou em QSD. Náuseas sem vômitos. Já teve dores semelhantes. Tem DM. No momento febril 38º e o restante dos sinais vitais normais. Abdome com sensibilidade em HD. ● Qual o diagnóstico mais provável? colecistite ● Qual o melhor tratamento? Entrar com um analgésico para tentar diminuir a inflamação e após isso Internação + Cirurgia ● Quais as complicações? Necrose (morte) de tecido da vesícula biliar e ruptur da vesícula biliar. 9. CASO CLÍNICO ● 45 anos, homem, com dor abdominal e você desconfia de colecistite aguda… ● Cite itens consistentes para confirmar sua hipótese: Paciente poderia apresentar febre, desidratação, no abdome se notou flacidez e dor à palpação profunda em hipocôndrio direito, sinal de murphy positivo, em um exame de ultrassom o ele poderia apresentar vesícula biliar com parede espessada com cálculos em seu interior 10. CASO CLÍNICO ● Mulher, 43 anos, com dor em flanco e quadrante inferior direito há 1 dia. Tem antecedentes de nefrolitíase e diz que a dor é semelhante. Febril 38,5º, abdome e flanco direito sensíveis a palpação profunda. Exame de urina com 20 leucócitos por campo e 20 eritrócitos por campo. ● HD e estratégias para tratamento: cálculo renal por Pielonefrite, internar + tratamento cirúrgico para remoção das pedras + antibiótico 11. CASO CLÍNICO ● 14 anos, rapaz, dor no QIE há 2 dias. Vem mal há 10 dias, com tosse, coriza, febre. Dor abdominal há 2 dias e subfebril. Abdômen sensível em QIE, sem massas ou peritonite. ● Você tem uma TC que não mostra sinais inflamatórios em ceco e com linfonodos proeminentes em mesentério de delgado… ● Hipótese diagnóstica: adenite mesentérica viral ● Tratamento proposto? Analgésico para diminuir a inflamação e consequentemente a dor 12. CASO CLÍNICO ● 40 anos, mulher, advogada, chega à emergência com dor abdominal importante em baixo ventre com episódio de lipotímia postural. ● Abdome globoso e doloroso em baixo ventre. ● FC 110 PA 80x60, descorada. Faz uso de anticoncepcional. ● Hipótese diagnóstica: Provável gravidez ectópica ● Condução do caso: caso o diganóstico fosse confirmado teria que induzir a paciente através de medicação a um aborto ● Que exames relevantes você poderia sugerir: Hemoglobina e hematócrito, teste de gravidez e ultrassom de abdome .