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ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 1 MECANISMO DA DOENÇA Novo crescimento descoordenado as características de crescimento lento e expandem-se de forma direta, e não por metástase, tendem a se assemelhar histologicamente ao tecido de origem. Acredita-se que os tumores benignos tenham potencial de crescimento ilimitado. ASPECTOS CLÍNICOS Normalmente são indolores, não desenvolvem metastáses e não causam risco de morte, a não ser que eles interfiram em um órgão vital por extensão direta. São normalmente detectados clinicamente pelo aumento dos maxilares ou são achados durante o exame radiográfico. Algumas vezes os exames radiográficos são realizados na tentativa de descobrir a razão da ausência do desenvolvimento de um dente. PERIFERIA E FORMA Aumentam lentamente pela formação de tecido interno adicional e, como resultado, as bordas dos tumores benignos aparecem relativamente lisas, bem definidas e por vezes corticalizadas. Se o tumor produz um produto calcificado, resulta em um halo radiolúcido de tecido mole ou cápsula no contorno onde o produto calcificado ainda não está formado; ESTRUTURA INTERNA A estrutura interna pode ser completamente radiolúcida ou radiopaca ou pode ser uma mescla de tecidos radiolúcidos e radiopacos. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES A maneira pela qual um tumor afeta os tecidos adjacentes pode sugerir um comportamento benigno. Por exemplo, um tumor benigno exerce pressão nas estruturas vizinhas, resultando no deslocamento de dentes ou corticais ósseas. Se o crescimento for devagar o suficiente, há tempo adequado para a cortical externa se remodelar em resposta à pressão, resultando numa aparência de que a cortical foi deslocada pelo tumor. TUMORES ODONTOGÊNICOS De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), esses tumores podem ser classificados em três categorias, dependendo do tipo de tecido que compõe cada tumor: tumores compostos por epitélio odontogênico, tumores mistos compostos tanto por epitélio odontogênico quanto por ectomesênquima odontogênico (tecido conjuntivo), e tumores compostos primariamente de ectomesênquima. TUMORES EPITELIAIS ODONTOGÊNICOS SINONÍMIA Adamantinoma, adamantoblastoma e odontoma epitelial. MECANISMO DA DOENÇA É um tumor persistente e localmente invasivo; possui um comportamento agressivo É um neoplasma agressivo que se desenvolve a partir dos remanescentes da lâmina dental e do órgão dentário (epitélio odontogênico). Os ameloblastomas podem ser divididos em tipo sólido/multicístico, tipo unicístico, e tipo desmoplásico. ASPECTOS CLÍNICOS Há uma ligeira predileção para que essa lesão ocorra em homens, e é mais frequente em negros. A tumefação das bochechas, gengiva ou palato duro têm sido relatadas como a queixa principal em 95% dos casos não tratados dos ameloblastomas dos maxilares. Com o crescimento, esse tumor pode causar expansão óssea e, algumas vezes, erosão da tábua cortical adjacente com subsequente invasão do tecido mole adjacente. Tumores que se desenvolvem na maxila podem se estender para o interior dos seios paranasais, órbita, ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 2 nasofaringe ou estruturas vitais na base do crânio. Índices de recidiva são mais altos em pacientes com mais idade e em pacientes com lesões multiloculares. LOCALIZAÇÃO A maioria dos ameloblastomas (80%) se desenvolve na região de ramo ascendente da mandíbula, mas pode se estender até a área de sínfise. Grande parte das lesões que ocorrem na maxila está na região dos terceiros molares e se estende para o interior do seio maxilar e assoalho da fossa nasal. Em qualquer dos maxilares esse tumor pode se originar na posição oclusal de um dente em formação. ESTRUTURA INTERNA A estrutura interna varia de totalmente radiolucente a uma mescla de presença de septos ósseos criando compartimentos internos, essas septações são, em geral, remodeladas em formatos curvos, dando origem a padrões de “favos de mel” ou“ bolhas de sabão”. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Há uma tendência pronunciada que os ameloblastomas causem uma extensa reabsorção radicular. É comum o deslocamento dentário Uma radiografia oclusal pode demonstrar uma expansão semelhante à de cistos e adelgaçamento de uma tábua cortical adjacente, deixando uma delgada camada de osso tipo “casca de ovo”. AMELOBLASTOMA RECORRENTE Os ameloblastomas podem recidivar quando o procedimento cirúrgico inicial remover inadequadamente o tumor por inteiro. Os tumores recorrentes possuem uma aparência característica de estruturas múltiplas semelhantes a pequenos cistos, com margens corticais escleróticas muito espessas, e algumas vezes são separados por osso normal. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Os ameloblastomas pequenos e uniloculares não podem ser diferenciados de um cisto dentígero. Ceratocistos odontogênicos, granuloma de células gigantes, mixoma odontogênico e fibroma ossificante, podem ter uma aparência semelhante. TRATAMENTO O tratamento mais comum é a ressecção cirúrgica. A maxila geralmente é tratada mais agressivamente devido à tendência de o ameloblastoma invadir estruturas vitais adjacentes. MECANISMO DA DOENÇA Os TOECs são neoplasias raras. Geralmente estão localizados dentro dos ossos e produzem uma substância mineralizada com material do tipo amiloide e contém fios ou folhas de células epitéliais poliédricas em estroma fibroso. ASPECTOS CLÍNICOS Um TOEC é menos agressivo que o ameloblastoma e é encontrado em torno da mesma faixa etária. A expansão óssea é uma característica regular e geralmente o único sintoma. A palpação da tumefação evidencia um tumor de consistência dura. LOCALIZAÇÃO ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 3 Predileção definida pela mandíbula e a maioria se desenvolve na área de molar e pré-molar, com uma associação de 52% com um dente incluso ou impactado. PERIFERIA A borda pode apresentar uma cortical bem definida semelhante à de um cisto. Em alguns tumores os limites podem ser irregulares e mal definidos. ESTRUTURA INTERNA A estrutura interna pode se apresentar uni ou multilocular com numerosos focos radiopacos espalhados de tamanho e densidade variados. O achado mais característico para o diagnóstico é o aspecto radiopaco próximo à coroa dos dentes impactados com trabéculas pequenas, delgadas e opacas podem cruzar a radiolucência em diversas direções. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Os TOECs podem deslocar dentes em desenvolvimento ou impedir a sua erupção. Uma expansão do osso associada à manutenção dos limites corticais também pode ocorrer. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Outras lesões com focos radiopacos, incluindo o tumor odontogênico adenomatoide, fibroma ameloblástico e cisto odontogênico epitelial calcificante, podem ter aparências similares. Entretanto, a localização proeminente dos TOECs e a idade do paciente ajudam no diagnóstico diferencial. TRATAMENTO O tratamento de um TOEC é mais conservador que o do ameloblastoma, com ressecção local. TUMORES ODONTOGÊNICOS MISTOS SINONÍMIA Odontoma composto, odontoma complexo, odontoma composto-complexo, hamartoma odontogênico, odontoma calcificado misto e odontoma cístico. MECANISMO DA DOENÇA O termo odontoma é usado pra identificar um tumor que é caracterizado pela produção de esmalte, dentina, cemento e tecido pulpar desenvolvidos. Devido ao seu crescimento lento e limitado e pelo seu tecido dentário bem definido, essa lesão é considerada como um hamartoma e não como um tumor verdadeiro. A relação estrutural dos tecidos componentes pode variar de uma massa aglomerada de tecido dentário chamada de odontoma complexo, a múltiplos dentes bem formados (dentículos) de um odontoma composto. Um odontoma dilatado foi descrito como outro tipo de odontoma; no entanto, esta é umaestrutura única e que, na verdade, pode ser a expressão mais grave de um DENS IN DENTE. ASPECTOS CLÍNICOS São os tumores odontogênicos mais comuns, geralmente interferem na irrupção de dentes permanentes. Os odontomas se desenvolvem e amadurecem à medida que os dentes correspondentes estão se formando, e cessam o seu desenvolvimento quando os dentes associados completam o desenvolvimento. A maioria dos odontomas ocorre durante a 2ª década de vida e muitas vezes são descobertos durante a investigação de irrupção retardada de dentes adjacentes ou retenção prolongada de dentes decíduos. Em casos raros, os odontomas são associados com a dentição decídua. Odontomas compostos são aproximadamente duas vezes mais comuns que a forma complexa. Apesar de a variante composta se formar igualmente entre homens e mulheres, 60% dos odontomas complexos ocorrem em mulheres. ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 4 LOCALIZAÇÃO A maioria do tipo composto (62%) ocorre na maxila anterior em associação com a coroa de um canino não irrompido. Em contraste, 70% dos odontomas complexos são encontrados na mandíbula em região do primeiro e segundo molares. PERIFERIA As bordas dos odontomas são bem definidas e podem ser suaves ou irregulares. Essas lesões possuem um limite cortical, e imediatamente adjacente a ele e no seu interior apresentam uma cápsula fibrosa. ESTRUTURA INTERNA O conteúdo dessas lesões é altamente radiopaco. Odontomas compostos possuem diversas estruturas semelhantes a dente ou dentículos que apresentam deformações. Odontomas complexos contêm uma massa irregular de tecido calcificado. Odontoma dilatado possui somente uma estrutura calcificada com uma porção central mais radiolúcida que em geral apresenta uma forma semelhante a uma rosquinha. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Os odontomas podem interferir com a irrupção normal dos dentes. A maioria dos odontomas (70%) está associada a anomalias como impacção, mau posicionamento, diastema, malformação e desvitalização de dentes adjacentes. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Os odontomas complexos diferem dos fibromas ossificantes. A displasia óssea periapical pode se assemelhar a odontomas complexos. No entanto, o diagnóstico diferencial pode ser mais difícil se a lesão óssea displásica é solitária e localizada numa região desdentada das maxilas TRATAMENTO Os odontomas complexos e compostos geralmente são removidos por uma excisão simples. Eles não apresentam recorrência e não são localmente invasivos. SINONÍMIA Sinônimos para fibroma ameloblástico incluem odontoma de tecidos moles, odontoma de tecidos moles misto, tumor odontogênico misto, fibroadamantoblastoma, e fibroma ameloblástico de células granulares MECANISMO DA DOENÇA Esmalte, dentina e cemento não são formados nesse tumor. ASPECTOS CLÍNICOS A maioria desses tumores ocorre entre os 5 e 20 anos, durante o período da formação dentária. Eles geralmente causam uma expansão indolor e de crescimento lento, além do deslocamento dos dentes envolvidos. Ele pode estar associado a um dente ausente. LOCALIZAÇÃO Se desenvolvem na região dos pré-molares inferiores. Uma localização comum é próximo à crista alveolar ou relacionada ao folículo de um dente não irrompido (localizado na região oclusal do dente), ou ele pode surgir em uma área de anodontia. PERIFERIA ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 5 As bordas de um fibroma ameloblástico são bem definidas e geralmente corticalizadas de maneira similar àquela dos cistos. ESTRUTURA INTERNA Um fibroma ameloblástico é geralmente unilocular (totalmente radiolúcido), mas pode ser também multilocular com uma septação curva indistinta. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Se a lesão for grande, poderá haver expansão das tábuas corticais sem o rompimento destas. O dente ou dentes associados podem ter sua irrupção normal inibida ou podem ser deslocados em uma direção apical. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Uma dificuldade ocorre em diferenciar um tumor pequeno que tenha uma relação com o folículo de um dente não irrompido de um pequeno cisto dentígero ou um folículo hiperplásico. Pode apresentar características similares às de um ameloblastoma; Granulomas centrais de células gigantes e mixomas odontogênicos, TRATAMENTO Um tratamento cirúrgico conservador, incluindo enucleação e curetagem do osso adjacente. SINONÍMIA Adenoameloblastoma e tumor adenomatoide ameloblástico. MECANISMO DA DOENÇA São incomuns e não agressivos de epitélio odontogênico e têm uma variedade de padrões misturados com estroma de tecido conjuntivo maduro. Os tumores centrais são divididos no tipo folicular (tumores associados à coroa de um dente incluso impactado) e no tipo extrafolicular (tumores sem dente incluso impactado). Aproximadamente 73% das lesões centrais são do tipo folicular. ASPECTOS CLÍNICOS Surgem na faixa entre os 5 e os 50 anos; entretanto, cerca de 70% ocorrem na 2ª década, com uma idade O tipo folicular é diagnosticado mais cedo que o tipo extrafolicular, provavelmente porque a não irrupção do dente associado é percebida. O tumor tem um crescimento lento e se manifesta como uma tumefação ou assimetria que cresce gradualmente e de forma indolor, geralmente associada a um dente ausente. LOCALIZAÇÃO No mínimo 75% dos tumores odontogênicos adenomatoides ocorrem na maxila. A região de incisivos, caninos e pré-molares e especialmente a região do canino são as áreas normalmente envolvidas em ambos os maxilares. PERIFERIA A imagem usual é uma borda corticalizada ou esclerótica bem definida. ESTRUTURA INTERNA Focos radiopacos internos se desenvolvem em cerca de dois terços dos casos. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Reabsorção radicular é rara. Essa lesão também pode inibir a erupção de um dente envolvido DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Quando o tumor é completamente radiolúcido e possui uma relação folicular com um dente impactado, a diferenciação de um cisto folicular ou um ceratocisto odontogênico pericoronal poderá ser difícil. ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 6 TRATAMENTO A excisão cirúrgica conservadora é adequada porque o tumor não é localmente invasivo, é bem encapsulado e é facilmente separado do osso. TUMORES MESENQUIMAIS SINONÍMIA Sinônimos para mixoma odontogênico incluem mixoma, mixofibroma e fibromixoma. MECANISMO DA DOENÇA São incomuns, somando somente 3% a 6% dos tumores odontogênicos. Esses mixomas não são encapsulados e tendem a se infiltrar para o osso medular adjacente, mas não sofrem metástase. Eles possuem uma consistência gelatinosa solta e apresentam características microscópicas similares àquelas dos mixomas de tecido mole de extremidades. ASPECTOS CLÍNICOS Se os mixomas odontogênicos possuem alguma predileção por gênero, ela ligeiramente se inclina a favor do sexo feminino. Surge em indivíduos entre 10 e 30 anos. Pode também invadir o seio maxilar. LOCALIZAÇÃO Mixomas mais comumente afetam a mandíbula, nas regiões pré-molares e molares e, apenas raramente, no ramo e processo condilar (as superfícies que não são do dente). Os mixomas na maxila geralmente envolvem o processo alveolar nas regiões de pré-molares e molares e no processo zigomático. ESTRUTURA INTERNA Quando ocorre na região pericoronária de um dente impactado, o mixoma odontogênico pode apresentar um contorno unilocular semelhante ao de cistos, apesar de a maioria apresentar um padrão interno misto radiolúcido-radiopaco. O osso residual aprisionado no interior do tumor pode se remodelar em septações curvas ou retilíneas, espessas ou delgadas. Um septo característico identificado com esse tumor é um septo reto, fino e cruzado, descritos como um padrão de raquete de tênis ou de escada, mas este padrão é raramente visto.EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Quando o tumor cresce em áreas próximas aos dentes, desloca e causa mobilidade dos elementos dentários, mas raramente a reabsorção dos mesmos. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Devido ao fato de os mixomas odontogênicos apresentarem mais frequentemente um padrão interno multilocular, o diagnóstico diferencial deve incluir outras lesões multiloculares como ameloblastomas, granulomas centrais de células gigantes e hemangiomas centrais. TRATAMENTO São tratados por meio de ressecção com uma quantidade considerável de margem de segurança. SINONÍMIA Cementoblastoma e cementoma verdadeiro. MECANISMO DA DOENÇA O tumor se manifesta com um crescimento bulboso unido e ao redor do periápice de um dente. ANA BEATRIZ CAVALCANTI – RADIOLOGIA II – P6 7 Suas características histológicas são idênticas às dos osteoblastomas, e alguns autores consideram que os cementoblastomas são osteoblastomas e, como consequência, classifica-os como tumores ósseos. ASPECTOS CLÍNICOS A lesão é mais comum em homens do que em mulheres, entre 12 aos 65 anos. O tumor é geralmente uma lesão solitária que possui um crescimento lento, mas que pode, eventualmente, deslocar dentes. O dente envolvido é vital e frequentemente dolorido. LOCALIZAÇÃO ocorrem mais frequentemente na mandíbula (78%) e são formados mais comumente nas raízes de um pré-molar ou no primeiro molar (90%). PERIFERIA A lesão possui uma radiopacidade bem definida com um limite cortical e halo radiolúcido internamente ao limite cortical. ESTRUTURA INTERNA O padrão resultante pode ser amorfo ou pode ter um padrão de “roda de leme”. A densidade da massa cementária geralmente cobre o contorno da raiz envolvida. Essa massa radiopaca central mencionada é circundada por um halo radiolúcido que indica que o tumor está se desenvolvendo do centro para a periferia. EFEITOS SOBRE AS ESTRUTURAS ADJACENTES Se o contorno radicular estiver evidente, na maioria dos casos a quantidade variada de reabsorção externa poderá ser observada. Se grande o suficiente, pode causar expansão da mandíbula e há uma perfuração através da tábua cortical exterior sem reação periosteal. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL A lesão mais comum que simula esta aparência é a lesão solitária de displasia óssea periapical. Outras lesões que podem ser incluídas no diagnóstico diferencial são a osteíte periapical esclerosante, IOD e a hipercementose. TRATAMENTO São aparentemente autolimitados e raramente ocorre recorrência após a sua enucleação. A excisão simples e extração do dente associado são suficientes para o tratamento.