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Acadêmico: Disciplina: Infância e Saúde (LEE17) Avaliação: Avaliação Final (Discursiva) - Individual FLEX ( Cod.:650369) ( peso.:4,00) Prova: 25463367 Nota da Prova: - Parte superior do formulário 1. Pode-se notar que as transformações científicas do século XVIII, segundo Fleck e Poletto (2012) sofreram pressões e/ou influências de saberes mágico-religiosos, do crescente empirismo, de concepções hipocráticas e galênicas. Sendo assim, disserte sobre as inter-relações entre as proposições difundidas pelo cristianismo e as ideias hipocráticas. FONTE: FLECK, Eliane Cristina Deckmann; POLETTO, Roberto. Circulação e produção de saberes e práticas científicas na América meridional no século XVIII: uma análise do manuscrito Materia medica misionera de Pedro Montenegro (1710). Hist. cienc. saúde, Rio de Janeiro, v. 19, n. 4, p. 1121-1138, dez. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702012000400002&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 29 jul. 2019. Resposta Esperada: *O cristianismo influenciou tanto por meio da defesa de que doenças eram resultantes do pecado e a cura como questão de fé, quanto pelas contribuições nos hospitais. Nos hospitais, o cuidado de doentes estava, em boa parte, entregue a ordens religiosas, que administravam inclusive o hospital, instituição que o cristianismo desenvolveu muito, não como um lugar de cura, mas de abrigo e de conforto para os doentes. *Quanto às ideias hipocráticas, centravam-se no estímulo à temperança no comer, no beber, na contenção sexual e no controle das paixões. *As duas fontes de influência procuravam evitar ações e hábitos que fossem contrários à natureza. O advento da modernidade mudará essa concepção religiosa. 2. Conforme Sousa e Brito (2011, p. 279), "importa salientar que a lei sobre alienação parental restringe a problemática que envolve os conflitos e as relações familiares pós-divórcio a aspectos individuais, desconsiderando, com isso, diversos fatores sociais e legislativos que, ao longo do tempo, têm contribuído para o afastamento de um dos pais após o divórcio do casal". Isto posto, disserte sobre a mudança de domicílio como alienação parental. FONTE: SOUSA, Analícia Martins de; BRITO, Leila Maria Torraca de. Síndrome de alienação parental: da teoria norte-americana à nova lei brasileira. Psicol. cienc. prof. Brasília, v. 31, n. 2, p. 268-283, 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932011000200006&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 22 abr. 2019. Resposta Esperada: *Ao mudar o domicílio para um local distante, certamente o contato entre a criança e o outro genitor tenderá a ficar reduzida. *Nem sempre o genitor em questão terá dinheiro, ou outras condições necessárias para se deslocar por longas distâncias para ter contato com a criança. *Portanto, ao mudar o endereço da criança sem motivos justificáveis, o genitor que possui a guarda estará, de alguma forma, dificultando o contato da criança ou do adolescente com o outro genitor. Estará atravancando o exercício do direito regulamentado à convivência familiar. Estará, ainda, atrapalhando a convivência da criança ou do adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com os avós. *Isto é, mesmo que não use falas que desabonem a imagem do outro genitor, estará indiretamente prejudicando o vínculo da criança ou do adolescente com o genitor, por questões de localização geográfica. A alienação parental fere, portanto, o direito fundamental da criança à convivência familiar saudável. Parte inferior do formulário