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Gabarito de autoatividades de Projetos Públicos (UNIASSELVI) com respostas sobre conceitos de projeto, técnicas históricas de gerenciamento, dimensões e características segundo Cavalieri, Ribeiro e Noronha, e diferenças entre administração/projetos públicos e privados.

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das
A
Gabarito
utoatividades
GPU | 2012/2 | Módulo IV
PROJETOS PÚBLICOS
Editora
Centro Universitário Leonardo da Vinci
Rodovia BR 470, Km 71, nº 1.040
Bairro Benedito - CEP 89130-000
Indaial - Santa Catarina - 47 3281-9000
Elaboração:
Revisão, Diagramação e Produção:
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
Prof.ª Isabella Maria Nunes Ferreirinha 
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GABARITO DAS AUTOATIVIDADES DE
PROJETOS PÚBLICOS
Editora
Centro Universitário Leonardo da Vinci
Rodovia BR 470, Km 71, nº 1.040
Bairro Benedito - CEP 89130-000
Indaial - Santa Catarina - 47 3281-9000
Elaboração:
Revisão, Diagramação e Produção:
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
UNIDADE 1
TÓPICO 1 
1 Entre os vários conceitos apresentados de projeto, construa o 
conceito que você considera o mais adequado.
R.: Nessa questão, o(a) acadêmico(a) poderá usar um dos conceitos de algum 
autor já pronto ou elaborar o conceito com as suas próprias palavras. Projeto 
é algo que se realizará num futuro, que deve ser planejado, executado, a fim 
de alcançar um objetivo proposto.
2 Quais foram as técnicas que as organizações incorporaram e que 
contribuíram para a história do gerenciamento de projetos?
R.: Essas técnicas contribuíram e modificaram o gerenciamento das 
organizações e de projetos:
Reengenharia – método que busca eficiência e eliminação de atividades que 
não possuem valor agregado, por meio de um novo desenho de processos. 
A reengenharia levou à redução de quadro fixo de funcionários, operações 
mais enxutas e que as demandas excedentes fossem estruturadas em forma 
de projetos com aporte de recursos externos.
Globalização – marca época de interdependência econômica entre os países, 
pelo aumento de interação e integração de pessoas e equipes. A globalização 
favoreceu a padronização de gerenciar projetos em diferentes países, a fim 
de trabalharem de forma coordenada em prol de objetivos comuns.
Automação de processos – contribuiu no ciclo de negócios, em que a 
inteligência e a capacidade de inovação são usadas como habilidades de 
gerenciamento de projetos.
Popularização dos computadores – permitiu que ferramentas de gerenciamento 
de projetos fossem desenvolvidas e contribuíssem ao desenvolvimento de 
projetos.
Internet – favoreceu na capacidade de comunicação e troca de documentos 
instantâneos; integrando as pessoas que se encontram dispersas 
geograficamente e ajudando no gerenciamento de projeto.
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3 Quais foram as dimensões e características dos projetos apresentadas 
pelos autores Cavalieri e Ribeiro?
R.: Os autores apresentaram dimensões e características para ajudarem no 
entendimento e conceito de projetos, apresentadas por Cavalieri e Ribeiro 
(as três primeiras) e por Noronha (as últimas):
Temporário – projetos com início e fim definidos, e terminam quando os 
objetivos são atingidos.
Exclusivo – projetos são únicos, mesmo quando se tratam de produtos ou 
serviços, são diferentes de tudo que foi anteriormente realizado. Por isso se 
diferenciam de operações, ou seja, de processos contínuos e repetitivos.
Progressivo – conforme o projeto é mais bem compreendido, maior será o 
seu detalhamento.
Gera mudança –devem apresentar mudanças para justificar o seu 
empreendimento.
Multidisciplinar - projetos envolvem pessoas com habilidades e 
conhecimentos diferentes.
Único - uma mesma organização pode executar vários projetos similares 
e estabelecer um padrão para eles, mas cada um diferencia-se em algum 
aspecto: equipe, localização, conjuntura.
Incerto - as características inerentes aos projetos introduzem riscos e 
oportunidades diferentes daquelas encontradas em atividades rotineiras.
4 Quais são as diferenças básicas entre a administração pública e a 
administração privada no que se refere à subordinação legislativa e 
receitas? Quem são os beneficiários de seus serviços? Quais são 
os interesses que uma e outra buscam? Como se dá seu controle?
R.: O quadro a seguir apresentado no caderno responde à pergunta:
Administração Pública Administração Privada
Subordinação Lei. O que não está na lei é facultado.
Receitas I m p o s t o s , t a x a s e contribuições
Pagamentos realizados em 
contrapartida de vendas de 
produtos e serviços.
Beneficiários Cidadãos Clientes.
Interesses Públicos e coletivos Privados e individuais.
Controle Político M e r c a d o , e c o n o m i a e concorrência.
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5 Quais são as diferenças fundamentais entre projetos públicos e 
privados? Dê alguns exemplos diferentes dos apresentados no 
caderno.
R.: Além das diferenciações apresentadas para a administração pública e 
privada, que podem ser transportadas, as diferenças de projetos públicos e 
privados (o quadro respondido na questão anterior), podem ser apresentados 
novos exemplos, tais como:
Projeto Público Objetivo Projeto Privado Objetivo
Universidade
P r o m o v e r a 
e d u c a ç ã o e 
pesquisa.
F o r m a ç ã o d e 
p r o f i s s i o n a i s 
ao mercado de 
trabalho.
Universidade
P r o m o v e r a 
e d u c a ç ã o e 
pesquisa.
F o r m a ç ã o d e 
p r o f i s s i o n a i s 
ao mercado de 
trabalho.
Lucro.
Construção de 
uma praça
Promover á rea 
d e l a z e r e 
entretenimento.
Construção de 
um parque
Promover área 
d e l a z e r e 
entretenimento.
Lucro.
TÓPICO 2
1 De acordo com Keeling (2002), quais são as principais indagações 
para que o projeto tenha seu ponto de partida?
R.: O ponto de partida de um projeto público é a decisão inicial que se vai 
fazer. É a avaliação das prioridades, das necessidades. Kelling (2002, p. 26) 
apresenta as principais perguntas a serem respondidas, a fim de estabelecer 
a base conceitual primária:
a) O que exatamente deve ser alcançado?
b) Quais resultados são importantes (necessidades), quais são desejáveis, 
mas não tão importantes (desejos)?
c) O que não deve ser incluído (impedimento)?
d) Como o ‘objetivo’ do projeto poderia ser mais bem alcançado?
e) Quanto tempo levará para que se alcancem resultados e quando seria 
sensato começar?
f) Quanto custará e de onde virão recursos?
g) Que oposição poderia ser encontrada, por que e por parte de quem?
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2 O que é um escritório de projetos?
R.: De acordo com Dinsmore (2007, p. 8), é um espaço físico ou virtual para 
dar suporte aos projetos, “com o objetivo básico de orientar e dar suporte 
aos gerentes de projetos, permitindo à empresa desenvolver seus projetos 
da forma mais eficiente e eficaz possível”. O escritório de projetos é o local 
que centraliza todas as ações e atividades do projeto, é onde relatórios, 
reuniões, organogramas, tudo do projeto é documentado e elaborado em 
todas as suas fases.
3 Defina projeto básico de acordo com a Lei no 8.666/93.
R.: Projeto básico – conjunto de elementos necessários e suficientes, com 
nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo 
de obras ou serviços da licitação, elaborado com base nas indicações dos 
estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o 
adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que 
possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo 
de execução. (texto dado pela Lei no 8.666). Mas o(a) acadêmico(a) deve ser 
capaz de escrever que o projeto básico deve explicitar recursos e quantidade, 
indicações técnicas, avaliação sobre impacto ambiental e custos, métodos 
para executar o projeto.
4 Defina projeto executivo de acordo com a Lei no 8.666/93.
R.: Projeto executivo – o conjunto de elementos necessários e suficientes 
à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da 
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. (texto dado pela Lei no 
8.666). O projeto executivocomo documento técnico e amplo.
5 Quais são os sete pilares para o Plano Plurianual, Plano Mais Brasil, 
em relação à visão do futuro do Brasil?
R.: Democracia, soberania, justiça social, sustentabilidade, diversidade 
cultural e identidade nacional, participação nacional e excelência na gestão.
TÓPICO 3
1 O que você entendeu sobre planejamento e qual a sua importância 
para o projeto?
R,: O planejamento é a função primordial; é o princípio básico para iniciar um 
projeto, trabalho; é o procedimento que determina: o que se quer, como fazer 
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e aonde se quer chegar. Como define Chiavenato (2003, p. 183), “é a primeira 
das funções administrativas e que determina antecipadamente quais são os 
objetivos que devem ser atingidos e o que se deve fazer para alcançá-los”.
2 Sobral e Peci (2008) apresentam duas concepções para o 
planejamento. Quais são? Explique-as.
R.: Definição dos objetivos – que representa os propósitos e resultados que 
se pretende alcançar.
Concepção dos planos – integram as atividades e as coordenam de forma 
que os objetivos sejam alcançados.
3 O planejamento apresenta uma hierarquia. Explique-a.
R.: Planejamento estratégico: de longo prazo; envolve toda organização, 
é definido pela alta administração.
Planejamento tático: de médio prazo, deve envolver cada departamento, ou 
unidade da organização; é definido pelo nível intermediário da organização.
Planejamento operacional: trata-se de metas específicas para resultados 
imediatos, é definido no nível operacional, para cada tarefa ou atividade.
4 O Guia PMBOK (2008) apresenta etapas a serem seguidas para o 
planejamento do projeto. Quais são?
R.: O Guia PMBOK (2008) apresenta as ações para o planejamento para 
um projeto, pelas seguintes etapas: desenvolver o plano de gerenciamento 
do projeto, coletar os requisitos, definir o escopo, criar a estrutura, definir as 
atividades, sequência das atividades, estimar os recursos das atividades, 
estimar a duração das atividades, desenvolver o cronograma, estimar os 
custos, determinar o orçamento, planejar a qualidade, desenvolver o plano de 
recursos humanos, planejar as comunicações, planejar o gerenciamento dos 
riscos, identificar os riscos, realizar a análise qualitativa dos riscos, realizar 
a análise quantitativa dos riscos, planejar as respostas aos riscos, planejar 
as aquisições.
5 Xavier (2005) apresenta processos de gerenciamento do escopo. 
Quais são? Explique-os.
R.: Xavier (2005) apresenta os processos de gerenciamento do escopo de 
forma bem resumida e elucidativa, em cinco etapas:
1. Iniciação – é o processo de autorização formal de um novo projeto ou da 
continuação de um projeto já existente para uma nova fase.
2. Planejamento do escopo – é o processo de elaborar e documentar a 
estratégia para desenvolvimento do trabalho (escopo) que irá gerar o produto 
do projeto.
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3. Definição do escopo – é o processo de subdivisão dos resultados do 
projeto em componentes menores e mais gerenciáveis, até todo o escopo 
do projeto ter sido identificado.
4. Verificação do escopo – é o processo de obtenção da aprovação formal 
do escopo do projeto por parte de seus interessados.
5. Controle de alterações do escopo – é o processo de controlar as 
mudanças no escopo durante a execução.
6 No contexto do projeto, o termo escopo pode se referir a dois focos 
distintos. A qual deles se refere a afirmação a seguir? “O trabalho que 
precisa ser realizado para entregar um produto, serviço ou resultado 
com as características e funções especificadas”.
a) ( ) Escopo do programa.
b) ( ) Escopo do portfólio.
c) ( ) Escopo do produto.
d) (x) Escopo do projeto.
e) ( ) Escopo do serviço.
7 Tradicionalmente, alguns projetos são executados e entregues 
considerando três variáveis ou restrições principais, conhecidas como 
“triângulo da gerência de projeto”, cujo gerenciamento tenta manter 
o controle sobre elas. As variáveis ou restrições mencionadas são: 
a) ( ) Qualidade, tempo e técnica. 
b) ( ) Prazo, qualidade e escopo. 
c) ( ) Escopo, custo e qualidade. 
d) ( ) Custo, técnica e qualidade. 
e) (x) Tempo, custo e escopo.
FONTE: Disponível em: <http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2011-infraero-
arquiteto-planejamento-fisico-de-aeroportos>. Acesso em: 20 jun. 2012.
8 A estrutura analítica do projeto (EAP) da área de conhecimento 
gerenciamento do escopo do PMBOK é criada na fase de planejamento, 
porém NÃO permite visualizar:
a) ( ) A contribuição dos pacotes de trabalho no projeto principal. 
b) ( ) O direcionamento das equipes, dos recursos e das responsabilidades. 
c) ( ) A necessidade de materiais para a execução de cada pacote de trabalho. 
d) (x) As interdependências entre as entregas e os pacotes de trabalho. 
e) ( ) A apuração do custo final do projeto a partir do custo de cada pacote. 
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FONTE: Disponível em: <http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2011-trt-23a-
regiao-mt-analista-judiciario-tecnologia-da-informacao>. Acesso em: 20 jun. 2012.
TÓPICO 4
1 Por que a avaliação de risco é tão importante para os projetos 
públicos?
R.: Em todos os projetos existe um elemento de risco, identificá-lo é importante 
para prevenir atividades, assim como foi abordado por Keelling (2002): “Em 
alguns, estes elementos são mínimos, enquanto em outros haverá uma forte 
propensão a eles. A administração dos riscos é um processo contínuo ao 
longo da vida dos projetos, a começar pelo estágio da viabilidade, quando 
os riscos previsíveis são identificados, classificados e avaliados”.
2 De acordo com Keeling (2002), a identificação de riscos pode ser 
observada por causas diferentes. Quais são? Explique-as.
R.: Conforme Keelling (2002, p. 54), a identificação de riscos pode ser 
observada por diferentes causas:
- No próprio projeto – decisões sobre métodos, financiamento, tecnologia, 
estratégias, entre outras.
- Em ocorrências não planejadas – atividades que não foram planejadas 
e no decorrer do projeto podem provocar acidentes, custos elevados etc.
- Por causas externas – podem ser decorrentes de situações políticas, crise 
ambiental ou econômica.
3 No caderno foram apresentados os benefícios que a avaliação de 
risco pode trazer para um projeto. Quais foram? Explique-os.
R.: A análise de risco traz como benefícios:
- Maior confiança na lógica e no planejamento mais sistemático.
- Inclusão de táticas e métodos alternativos para reduzir as consequências 
de trauma ocorrido durante a implementação do projeto.
- Quantificação dos riscos e consequências que influenciarão decisões 
estratégicas.
4 Por que a avaliação de risco bem delineada é entendida como 
economia de custos?
R.: De acordo com Bruzzi (2010, p. 84), o custo de um risco para um projeto 
custa três vezes uma ação sem risco, e por esse motivo “A gestão de risco 
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precisa ser bem compreendida pelos gerentes de projeto. Todo projeto envolve 
algum tipo de risco – até mesmo os mais bem planejados e executados. 
Por isso, em todos os projetos os benefícios devem ser cuidadosamente 
comparados com os riscos possíveis, de modo que se possa chegar a uma 
solução aceitável”.
5 O projeto de reflorestamento é um bom exemplo para averiguar vários 
tópicos e etapas de um projeto público, embora o exemplo seja para 
que se faça uma avaliação genérica, pois não se têm elementos 
suficientes para análise de planejamento, escopo e execução. 
Contudo, pelo que foi apresentado, o que você poderia considerar 
em relação ao projeto?
R.: O projeto reflorestamento teve como principal erro o não envolvimento 
da comunidade na tomada de decisão e o envolvimento com as verdadeiras 
necessidades de se implantar e implementar o projeto. Keelling (2002) 
apresentoucomo considerações:
1. Considere todos os que podem ter interesse no projeto.
2. Esteja atento à necessidade de manter as pessoas informadas – todos os 
que podem tornar-se direta ou indiretamente interessados.
3. Quando em dúvida sobre a preocupação do público, consulte, explique e 
(se possível) envolva os potenciais interessados na discussão.
UNIDADE 2
TÓPICO 1 
1 Identifique três projetos públicos e estabeleça os benefícios que eles 
poderiam trazer para a sociedade.
R.: 
Construção de uma escola
Assegurar que mais crianças tenham 
acesso ao ensino público.
 Promover a qualidade do ensino público.
 Oportunizar o acesso à escola em locais 
(bairros) diferentes e/ou de difícil acesso.
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Construção de um hospital
 Assegurar tratamento de saúde para a 
comunidade.
 Promover a qualidade de vida.
 Oportunizar mais tratamento pelo Sistema 
Único de Saúde – SUS, ou seja, gratuito.
Projeto de inclusão social 
para idosos
 Assegurar a qualidade de vida para os 
idosos.
 Promover palestras de esclarecimentos 
e motivacionais.
 Promover of icinas de at ividades 
ocupacionais.
2 De acordo com o Guia PMBOK (2008), ao observar o quadro de 
mapeamento de grupos de processos de gerenciamento de projetos, 
pode-se concluir que o projeto tem quantas fases? Apresente-as:
R.: 
Iniciação
 Desenvolver as prioridades do projeto.
 Realizar o termo de abertura.
 Definir as partes interessadas.
Planejamento
 Desenvolver o plano de gerenciamento do 
projeto.
 Definir o escopo.
 Definir as atividades e o tempo do projeto.
 Desenvolver o cronograma.
 Definir a equipe.
 Definir o orçamento.
 Desenvolver o plano de Recursos Humanos.
 Planejar o sistema de comunicação.
 Identificar e planejar o gerenciamento de 
riscos.
 Conduzir as aquisições.
Execução
 Gerenciar a execução do projeto.
 Gerenciar a qualidade do projeto.
 Distribuir as informações.
Monitoramento e controle
 Monitorar e controlar o trabalho do projeto.
 Certificar e controlar o escopo.
 Controlar o cronograma e custos.
 Realizar o controle de qualidade.
 Monitorar e controlar riscos.
Encerramento  Encerrar o projeto.
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3 O Guia PMBOK (2008) é estruturado em torno de áreas de 
conhecimento, mas tem uma orientação de processo. Há cinco áreas 
primordiais de processos que apresentam subprocessos. Essas áreas 
compreendem processos de:
a) (x) Inicialização, planejamento, execução, controle e encerramento. 
b) ( ) Inicialização, integração, gerência da qualidade, controle e encerramento. 
c) ( ) Inicialização, gerência da qualidade, gerência das comunicações, 
controle dos custos, tempo e encerramento. 
d) ( ) Integração, planejamento, gerência da qualidade, controle dos riscos 
e encerramento. 
e) ( ) Integração, planejamento, execução, controle da qualidade e 
encerramento.
FONTE: Disponível em: <http://concursos.correioweb.com.br/f5/concursos/modulos/arq_provas_
simulados/20120416112918858.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2012.
4 Entre as áreas de conhecimento do PMBOK (2008), a área 
gerenciamento da integração do projeto abrange:
a) ( ) O desenvolvimento do termo de abertura do projeto e a descrição do 
escopo.
b) (x) O desenvolvimento do plano de gerenciamento do projeto e a 
orientação e gerenciamento da execução do projeto.
c) ( ) O controle integrado de mudanças e orçamento.
d) ( ) O desenvolvimento da equipe do projeto e o encerramento do projeto.
e) ( ) A monitoração e controle do trabalho do projeto e a administração do 
contrato.
FONTE: Disponível em: <http://www.questoesdeconcursos.com.br/prova/arquivo_prova/17670/
cespe-2010-sad-pe-analista-de-controle-interno-tecnologia-da-informacao-prova.pdf>. Acesso 
em: 25 jun. 2012.
5 De acordo com o estabelecido no PMBOK (2008), NÃO é uma fase do 
ciclo de vida de um projeto: 
a) ( ) O início.
b) ( ) O encerramento.
c) ( ) A organização e preparação.
d) ( ) A execução.
e) (x) A integração.
FONTE: Disponível em: <http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2012-tre-ce-
tecnico-judiciario-operacao-de-computador>. Acesso em: 25 jun. 2012.
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6 O ciclo de vida de um projeto, de acordo com a metodologia 
PMBOK (2008), possui quatro fases: início do projeto; organização e 
preparação; execução do trabalho; encerramento do projeto (entregas 
aceitas, arquivamento da documentação).
Analise as figuras 1 e 2 e as sentenças a seguir:
I- Os níveis de custo e de pessoal são baixos no início, atingem um valor 
máximo enquanto o projeto é executado e caem rapidamente, conforme o 
projeto é finalizado.
II- A influência das partes interessadas, os riscos e as incertezas são menores 
durante o início do projeto, aumentando ao longo da vida deste. 
III- A capacidade de influenciar as características finais do produto do projeto, 
sem impacto significativo sobre os custos, é mais alta no início e torna-se 
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cada vez menor conforme o projeto progride para o seu término. 
IV- Os custos das mudanças e correções de erros aumentam significativamente 
conforme o projeto se aproxima do término.
De acordo com os dados fornecidos, assinale a alternativa CORRETA:
a) (x) As sentenças I, III e IV estão corretas.
b) ( ) As sentenças I, II e IV estão corretas.
c) ( ) As sentenças I e II estão corretas.
d) ( ) As sentenças III e IV estão corretas.
e) ( ) As sentenças II e III estão corretas.
FONTE: Disponível em: <http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas/fcc-2012-tre-ce-
tecnico-judiciario-operacao-de-computador>. Acesso em: 25 jun. 2012.
TÓPICO 2
1 O que você entendeu sobre eficiência, eficácia e efetividade? 
Explique-as tomando como exemplo um projeto público.
R.: Exemplo: a construção de um hospital. Eficiência é utilizar adequadamente 
os recursos, dentro dos limites da lei e sem solicitação de novos recursos. 
Eficácia é conseguir de fato construir o hospital. E efetividade é conseguir 
construir o hospital, fazer adequadamente com os recursos previstos e 
também impactar a comunidade com qualidade de vida.
2 De acordo com Bruzzi (2011), o que são custos do projeto? Explique-os.
R.: De acordo com Bruzzi (2010), os custos de um projeto são divididos 
em: custos de produto, custos de capital, custos operacionais e custos do 
gerenciamento do projeto.
- Custos de produto – material, mão de obra, despesas gerais indiretas.
- Custos de capital – equipamento, ferramentas, peças de reposição, 
encargos financeiros, sistemas de apoio, engenharia, instalações, transportes, 
testes, treinamento de operadores, impostos, pagamentos por direito de 
exploração etc.
- Custos operacionais – energia, utilitários, maquinário não durável, 
suprimentos de manutenção, treinamento de manutenção, apoio técnico, 
espaço físico etc.
- Custos do gerenciamento do projeto – pessoal, despesas viárias, viagens, 
suporte para sistemas etc.
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3 Ao final de um projeto privado o lucro deve ser maior que o 
investimento. E ao final de um projeto público? O que deve ser maior 
que o investimento? Explique.
R.: Os benefícios. O projeto privado visa ganho monetário e agregação de 
valor aos produtos e serviços. Os projetos públicos visam benefícios aos 
cidadãos, através da realização de obras e serviços que visem à melhoria 
de vida. O investimento de projetos públicos é voltado à população para que 
os serviços sejam ampliados e melhorados.
4 Explique o que é uma análise de custos pela relação custo-efetividade.
R.: A relação custo-efetividade se refere chegar a um objetivo. A relação 
custo-efetividade se refere a uma proporção, ou seja, como é difícil traduzir 
benefícios em termos monetários, no custo-efetividade devem-se expressar 
os resultados importantes.A relação custo-efetividade é a estimativa e 
benefícios reais (impactos positivos na comunidade) independentes das 
despesas efetuadas.
5 Explique o que é uma análise de custos pela relação custo-utilidade.
R.: A relação custo-utilidade é usada para comparar os custos à estimativa da 
utilidade (até que ponto os serviços ou obras são realmente necessários). É 
claro que avaliar a estimativa de utilidade é uma análise subjetiva, portanto, 
difícil. A análise de custo-utilidade é a análise do quanto o projeto é útil e 
corresponde ao seu investimento e a melhoria que irá ofertar aos cidadãos.
6 Explique o que é uma análise de custos pela relação custo-viabilidade.
R.: A viabilidade, conforme o projeto, é verificar se existe área geográfica 
adequada, se existem recursos, se o investimento é muito alto para aquele 
lugar e para o número de pessoas, entre outros fatores.
7 O que é nivelamento de custos em gerenciamento de projetos? Dê 
um exemplo.
R.: O nivelamento de custos busca evitar picos de gastos de recursos, ou 
seja, se preocupa em distribuir os recursos e gastos em equilíbrio durante 
o projeto. O nivelamento permite que haja harmonia de custos ao longo do 
projeto e evita que existam picos de custos, produtos e serviços.
8 O que são custos diretos e indiretos de um projeto?
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R.: Os custos diretos estão relacionados com o produto que será construído, 
fabricado ou manufaturado; ou com o serviço a ser executado. Os custos são 
diretos por se referirem ao custo direto do produto e/ou serviço e proporcional 
à quantidade.
Os custos indiretos já têm maior dificuldade de mensurabilidade, uma vez 
que não estão relacionados diretamente aos produtos e/ou serviços.
Ainda no exemplo da construção de um hospital, os custos diretos são os 
materiais (tijolos, telhas, tintas etc). Custos indiretos, podem-se tomar como 
exemplos os gastos com luz, água, telefonia etc.
TÓPICO 3
1 Quais são os itens básicos que devem constar num modelo de 
orçamento?
R.: Os itens básicos para o orçamento são: 1) item – descrição do serviço 
ou recurso; 2) valor unitário – valor por unidade do serviço ou recurso; 3) 
quantidade – estimar a quantidade para execução de todo projeto; 4) valor 
total – cálculo do valor unitário vezes a quantidade.
2 Você concorda que o orçamento participativo pode colaborar nos 
projetos públicos? Explique.
R.: Sim. Reuniões, audiências públicas podem ser mecanismos de participação 
da comunidade, e daí extraírem as necessidades reais. As decisões e tomadas 
de decisão, quando compartilhadas, tornam as ações mais conscientes e 
eficientes. Portanto, a sociedade deve fazer as escolhas dos assuntos e 
também do orçamento, porque fazer orçamento é fazer escolhas.
3 O que você entendeu por accountability e qual é a contribuição do 
conceito na elaboração de projetos públicos?
R.: A accountability pode ser conceituada como estágio avançado de 
democracia, em que os governantes são conscientes de seus deveres e 
apresentam à sociedade contas de suas ações. Em contrapartida, a sociedade 
é também consciente da importância de sua participação e de estar atenta 
às ações da gestão pública. A sua importância para os projetos públicos é 
a contribuição da sociedade civil nas tomadas de decisão do emprego do 
dinheiro público e/ou no controle das ações públicas na execução e finalização 
de projetos públicos.
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4 Existe um só modelo de orçamento e de relatório físico-financeiro?
R.: Cada projeto demanda recursos diferentes. Por esse motivo, custos são 
diferenciados assim como o tempo, ou seja, cada projeto público tem uma 
particularidade que deve ser expressa em seu orçamento e relatório físico-
financeiro. Por isso, não se pode padronizar um modelo único, mas seguir 
um ou outro como modelo para a elaboração do projeto público.
5 Qual é a diferença fundamental entre orçamento e relatório físico-
financeiro?
R.: O orçamento é a estimativa do quanto custará o projeto, enquanto que 
o relatório físico-financeiro é a realidade do quanto o projeto custou ou está 
custando.
TÓPICO 4
1 De acordo com o Guia PMBOK (2008), o gerenciamento do tempo é 
subdividido em seis processos. Quais são? Explique-os.
R.: De acordo com o Guia PMBOK – 4ª edição (2008, p. 129), o gerenciamento 
do tempo é subdividido em seis processos:
1. Definição das atividades – o processo de identificação das ações 
específicas a serem realizadas para produzir as entregas do projeto.
2. Sequência das atividades – o processo de identificação e documentação 
dos relacionamentos entre as atividades do projeto.
3. Estimativa de recursos das atividades – o processo de estimativa dos 
tipos e quantidades de material, pessoas, equipamentos ou suprimentos que 
serão necessários para realizar cada atividade.
4. Estimativa da duração das atividades - o processo de estimativa que 
mais seja próxima possível no número de períodos de trabalho que serão 
necessários para terminar atividades específicas com os recursos estimados.
5. Desenvolvimento do cronograma – o processo de análise das sequências 
das atividades, suas durações, recursos necessários e restrições do 
cronograma visando criar o cronograma do projeto.
6. Controle do cronograma – o processo de monitoramento do andamento 
do projeto para atualização do seu programa e gerenciamento das mudanças 
feitas na linha de base do cronograma.
2 O que é método do diagrama de precedência (MDP)?
R.: O método do diagrama de precedência (MDP) são relações lógicas 
representadas por quadrados ou retângulos que servem para representar 
as atividades e conectá-las.
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3 O que são as estimativas “bottom up”?
R.: As estimativas “bottom up” são realizadas quando atividades não podem 
ser estimadas num grau de confiança.
4 O que é a estimativa análoga dentro do gerenciamento de tempo de 
um projeto?
R.: Estimativa análoga usa “parâmetros, tais como: duração, orçamento, 
tamanho, peso e complexidade de um projeto anterior similar como base para 
a estimativa dos mesmos parâmetros ou medidas para um projeto futuro” 
(PMBOK, 2008, p. 149).
5 O que é a estimativa paramétrica dentro do gerenciamento de tempo 
de um projeto?
R.: Estimativa paramétrica utiliza uma relação estatística entre dados 
históricos e outras variáveis.
6 O que é estimativa de três pontos dentro do gerenciamento de tempo 
de um projeto?
R.: Estimativa de três pontos é a estimativa que leva em consideração os 
recursos e período para a realização das atividades, que são: provável, 
otimista e pessimista. Consideram-se as três e faz-se a média.
7 O que é análise de cenário E-se no gerenciamento de tempo de um 
projeto?
R.: Análise de cenário “E-se” – criam-se suposições para que o cronograma possa 
prever ações e calcular recursos e novos períodos do cronograma de atividades.
UNIDADE 3
TÓPICO 1 
1 Das habilidades para o gerente de projetos apresentadas no Caderno 
de Estudos, aponte as três que você considera mais importantes para 
projetos públicos e justifique a sua resposta.
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R.: Essa questão é subjetiva, podendo o(a) acadêmico(a) escolher três 
características em relação às habilidades do gerente do projeto. Destacam-se:
- Possuir competência organizacional para selecionar, desenvolver e motivar 
profissionais de vários grupos (funcionais e organizacionais), de modo a 
garantir que trabalharão juntos para alcançar os objetivos estabelecidos 
para o projeto.
- Ser consciente e justo.
- Saber administrar e neutralizar conflitos.
- Discutir e proteger os membros de sua equipe de influências políticas que 
poderiam prejudicar o projeto.
Por se tratar de projetos públicos, a referência quanto à ética e bem comum 
deve ser enaltecida sempre, para que sejam asseguradosprojetos voltados 
para a sociedade e realmente conforme a necessidade da população.
2 Diante das possibilidades de modelos de gerente, conforme a sua 
postura, apresentadas por Bruzzi (2011), qual é o modelo mais 
adequado para projetos públicos? Justifique.
R.: Essa questão também é subjetiva, podendo o(a) acadêmico(a) escolher 
um dos modelos de gerente apresentados por Bruzzi (2010). De acordo 
com os objetivos e princípios da administração pública, o melhor modelo 
de gerente apresentado pelo autor é o gerente social. Aquele considera as 
potencialidades humanas e busca a produtividade em concomitância com 
as realizações pessoais dos envolvidos nos projetos e os que deles se 
beneficiarão.
3 Vieira e Silva (2007) apresentam os principais conflitos em ordem de 
intensidade a cada fase do projeto:
Iniciação Planejamento Execução
Prioridades do projeto Prioridades do projeto Prazos
Proc. administrativos Prazos Questões técnicas
Prazos Proc. administrativos Recursos
Recursos Questões técnicas Prioridades do projeto
Custos Recursos Proc. administrativos
Questões técnicas Choques personalidade Custos
Choques personalidade Custos Choques personalidade
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Encerramento
Prazos
Recursos
Choques personalidade
Prioridades do projeto
Custos
Questões técnicas
Proc. administrativos
Diante do que você aprendeu até o momento, justifique o porquê de 
‘prioridades do projeto’ e ‘prazos’ aparecerem em primeiro lugar e 
também por que ‘choques de personalidade’ de último lugar passa a 
terceiro na fase de encerramento.
R.: Nessa questão, o(a) acadêmico(a) pode considerar que os objetivos, 
prioridades do projeto e prazos são mais importantes nas quatro fases do 
projeto, porque determinam a cadência do projeto e favorecem a obtenção 
de sucesso nos resultados.
Quanto ao ‘choque de personalidade’, o(a) acadêmico(a) pode considerar 
o aspecto político, em que as pessoas queiram tomar para si o sucesso do 
projeto como um requisito de projeção política.
O(A) acadêmico(a) pode levar pelo lado de conflito humano, em função do 
desgaste de relações ao longo do projeto, ou por conflito demais, ou por 
vaidade, entre outras viciosidades.
TÓPICO 2
1 De acordo com o Guia PMBOK (2008), quais são os métodos de 
comunicação? Explique-os.
R.: Comunicação interativa – entre duas ou mais partes que estão realizando 
uma troca de informações multidirecional. É a forma mais eficiente de garantir 
um entendimento comum por todos os participantes sobre determinados 
tópicos. Inclui reuniões, telefonemas, videoconferências etc.
Comunicação ativa – encaminhada para destinatários específicos que 
precisam saber das informações. Garante que as informações sejam 
distribuídas mas não verifica se chegaram ou foram compreendidas pelo 
público-alvo. A comunicação ativa inclui cartas, memorandos, relatórios, 
e-mails, faxes, correio de voz, comunicados de imprensa etc.
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Comunicação passiva – usada para volumes muito grandes de informações 
ou para um público muito grande, requer que os destinatários acessem o 
conteúdo da comunicação a seu próprio critério. Esses métodos incluem sites 
de intranet, e-learning, repositório de conhecimentos etc.
2 Quais são os meios de comunicação virtual? E quais são os pontos 
positivos desses meios?
R.: A internet e intranet são meios de comunicação muito ágil e que permitem 
que o processo se agilize e que a comunicação se efetive com sucesso.
E-learning é um processo mais utilizado em sistemas educacionais, mas que 
pode ser bastante eficiente no desenvolvimento do projeto, porque permite 
a interação de conteúdos e treinamento de pessoal.
Os pontos positivos é que muitas vezes esses meios de comunicação agilizam 
processos, otimizam recursos e minimizam tempo.
3 Por que a comunicação é tão importante entre equipes de projetos 
públicos?
R.: Essa questão oferece certa abertura para a subjetividade do(a) 
acadêmico(a). A comunicação é importante porque permite que a equipe se 
torne mais motivada, conhecedora do processo, participe do desenvolvimento, 
corresponsável de resultados, consciente e comprometida.
4 De acordo com Barbosa (2007), quais são os tipos de comunicação 
ao longo do desenvolvimento de projeto?
R.: De acordo com Barbosa (2007, p. 183 e 184), os tipos de relatórios de 
comunicação e informações são:
Informações do andamento – situação atual ou status, descrevendo em que 
estágio o projeto se encontra em relação ao cronograma, custos ou trabalho 
realizado, e quais as pendências que estão afetando o desempenho.
Informações sobre o progresso – refletem o que já foi feito até o momento, 
tratam dos percentuais de atividades concluídas e das que estão em 
andamento.
Informações relativas à previsão – preveem o andamento e o progresso do 
projeto baseado nas informações do presente aplicando algum mecanismo 
de análise matemática.
Ferramentas e técnicas – muitas ferramentas e técnicas são usadas 
para comunicar o desempenho, e essas ferramentas e técnicas devem ser 
utilizadas e escolhidas conforme o projeto. Dois métodos muito usados são: 
Índice de Desempenho de Custo – IDC e Índice de Desempenho de Prazo 
– IDP.
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TÓPICO 3
1 Cite pelo menos três exemplos dos paradigmas da avaliação sobre 
o modelo antiquado e a nova visão.
R.: Esse quadro é referencial para a resposta, podendo o(a) acadêmico(a) 
escolher alguns desses exemplos.
PARADIGMAS SOBRE AVALIAÇÃO
Modelo mental antiquado Nova visão
 A aval iação é imposta à 
organização como uma tarefa, e 
não como ferramenta.
 A avalição é um valioso instrumento 
para ajudar a organização a perseguir 
sua missão.
 A avaliação toma muito tempo e é 
também uma tarefa muito tediosa.
 É importante avaliar tanto a eficácia 
interna como os resultados externos.
 Os resultados da avaliação 
poucas vezes são incorporados 
no planejamento e na tomada de 
decisões da organização.
 Um dos g randes benef íc ios 
da avaliação é a aprendizagem 
organizacional – um caminho que 
determina o desenvolvimento e as 
mudanças de direção, facilitando a 
busca da eficiência e eficácia.
 Ex is te um temor de que 
resultados pouco satisfatórios 
tragam consequências negativas, 
tais como a perda do trabalho dos 
envolvidos.
 A avaliação não é um evento, mas um 
processo; não é externa, é uma ação 
contínua e integrada às atividades do 
dia a dia da organização.
 A avaliação é complexa e onerosa 
financeiramente, já que deve ser 
feita por especialistas.
 Avaliação é um processo de 
desenvolvimento e não simples 
elaboração de relatórios.
 A avaliação toma tempo de 
“trabalho real”, representando um 
luxo para a organização.
 Existe uma relação cooperativa 
durante o processo de avaliação, entre 
o patrocinador de um projeto e os 
beneficiários, no sentido de procurar 
caminhos para solucionar problemas, 
aprendendo a resolvê-los com mais 
eficácia.
 Em termos de resultados, 
quantidade é mais importante que 
qualidade.
 Todos os envolvidos na avaliação 
falam a mesma língua; os termos 
utilizados têm o mesmo significado e, 
portanto, há um entendimento comum 
durante o processo.
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 Os resultados deste programa 
não são quantificáveis, portanto a 
avaliação não se aplica. Se não é 
“estatisticamente mensurável”, não 
é passível de avaliação.
 Avaliação é trabalho de todos. Todos 
da organização levantam informações 
e se perguntam: “O que e como 
podemos fazer melhor?”.
 Avaliação ocorre em um ambiente 
onde existe medo de correr risco; 
onde as pessoas podem examinar 
algo que não deu certo sem medo de 
consequências negativas.
 Existe uma percepção compartilhada 
entre os envolvidos no processo 
avaliatório de que o tempo e os recursos 
estão sendo bem empregados, 
assegurandoum ambiente de contínua 
transformação.
 Os instrumentos e as metodologias 
de ava l i ação são acess íve i s 
para quaisquer tamanhos e tipos 
de organizações. Muitos desses 
instrumentos e metodologias são 
simples, não onerosos e podem ser 
adaptados às diferentes realidades e 
necessidades.
2 Silva e Brandão (2003) apresentam sete tipos de avaliação. Quais 
são? Explique-os.
R.: A construção da pergunta avaliativa – a construção da pergunta 
avaliativa se refere em definir o foco da avaliação. O que realmente se quer 
avaliar. Essa construção da pergunta pode ser formulada a partir de outras 
perguntas: a) o que o projeto contribui na vida dos cidadãos?; b) o que o 
projeto ajudou para melhorar produtos e serviços?
A construção de indicadores – nos projetos públicos os indicadores são 
as observações quantitativas e qualitativas a partir de comportamentos e 
estadas observáveis dos sujeitos.
Definição das fontes de informação – devem estar adequadas aos 
indicadores para que possa ser conhecido, explorado e analisado.
Definição das formas de coleta de informações – o instrumento de coleta 
de informação é extremamente importante para a avaliação, é o instrumento 
que fornecerá os dados a serem analisados, portanto deve constituir-se de 
dados fidedignos. Alguns exemplos: entrevistas telefônicas ou presenciais; 
questionários abertos, semiabertos ou fechados, análise de documentos, 
entre outros.
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Coleta de informação – é a coleta propriamente dita, é ir a campo, in 
loco, conforme a necessidade da avaliação e definição do instrumento. É 
importante que, para que a avaliação do projeto seja realmente retratada, 
não se economize na coleta de informações.
Análise de informações – deve respeitar os dados de informação. Para 
dados quantitativos, relatórios estatísticos; para dados qualitativos, análise de 
caráter social. A análise de dados não deve ser só efetuada pelos avaliadores, 
a participação de toda a equipe do projeto e/ou dos beneficiários pode ser 
importante também.
Comunicação – é o processo em que relatórios parciais e finais devem ser 
comunicados num processo de transparência.
3 Quais são os tipos de avaliação e as perguntas orientadoras 
apresentadas por Marino (2003)?
R.: Marino (2003) apresenta os tipos de avaliação e as perguntas orientadoras, 
conforme o quadro:
Tipo de Avaliação Perguntas Orientadoras
Marco Zero
Quais são os indicadores sociais da comunidade 
– natalidade, mortalidade, escolaridade etc. – 
onde queremos atuar?
Quais são os indicadores específicos – evasão 
escolar, aproveitamento escolar, nutrição etc.?
Por quais problemas passam hoje?
Quem sofre com esses problemas?
Onde moram as pessoas-alvo?
Qual o quadro geral da situação?
Avaliação de Processo
Como todos os participantes estão percebendo 
o projeto?
Quais os pontos fortes e fracos das atividades 
do dia a dia do projeto?
Como o processo de implementação pode ser 
melhorado?
Avaliação de Resultados
Os resultados previamente estabelecidos estão 
sendo cumpridos?
Quais efeitos têm o projeto sobre os envolvidos?
Quais são nossos indicadores de resultados?
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TÓPICO 4
1 Explique o que é avaliação utilitarista e intuicionista-pluralista.
R.: Avaliação utilitarista – “as abordagens utilitaristas determinam valor 
estimando o impacto global de um programa sobre aqueles a quem afeta”. Na 
verdade, essa vertente ideológica preocupa-se em atingir um maior número 
de pessoas e também sobre o impacto frente à sociedade, mas de forma 
bem objetiva e mensurável.
Avaliação intuicionista-pluralista – “se baseia na ideia de que o valor 
depende do impacto do programa sobre cada cidadão individualmente”. Essa 
avaliação preocupa-se com o ganho de grupos diferenciados, como étnicos, 
e é uma abordagem subjetiva.
2 De acordo com Clemente e Leite (2002), quais são as fases principais 
da avaliação de projetos públicos?
R.: A avaliação de projetos públicos, de acordo com Clemente e Leite (2002, 
p. 306), faz parte do processo de planejamento, e esse processo compreende 
cinco fases principais:
- Definição de objetivos e metas.
- Elaboração de alternativas, regulamentos, programas e projetos.
- Previsão de desempenho e dos impactos das alternativas.
- Avaliação ex-ante.
- Escolha dos projetos a serem executados.
3 Quais são os elementos complementares para a avaliação de 
impacto?
R.: Características físicas do território; características socioeconômicas da 
população; situação atual das facilidades existentes; escala de investimentos; 
níveis de investimentos; aspectos ambientais (poluição visual e sonora, 
por exemplo); aspectos relacionados ao avanço da tecnologia nacional; 
redução de importações ou aumento de exportações; geração de empregos 
(considerando o número total e por tipo de ocupação).

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