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Relatório 1 - Química Ambiental I

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Universidade Federal de Itajubá - ​Campus Itabira 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fundamentos de Química Ambiental Prática 
Tratamento Estatístico de Dados Experimentais - Prática 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Matheus Henrique Marques - 2018015105 
Bárbara Morais Maia - 2018017880 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Itabira 
Março/2021 
 
1. INTRODUÇÃO 
O planejamento, a análise e o tratamento estatístico são ferramentas importantes na 
tomada de decisão, apresentação e verificação de resultados experimentais. 
De um modo geral a ideia que se tem da estatística é de que seja uma coleção de 
números, porém não é assim. A estatística representa um setor da matemática que 
se preocupa com a coleta, organização, apresentação e análise de dados, 
tornando-se uma ferramenta indispensável para os campos científicos. Deste modo, 
durante o levantamento de dados de laboratório frequentemente aparecem 
resultados que, aparentemente, não representam de forma aceitável o que 
realmente está ocorrendo, Estes resultados precisam ser avaliados do ponto de 
vista de tomada de decisão. E neste ponto que entre a análise estatística 
 
2. OBJETIVOS 
Estudar a dependência funcional entre altura e volume de um tubo de vidro, para 
ilustrar a teoria desenvolvida para o tratamento de dados experimentais. É possível 
determinar o valor mais provável do diâmetro d de um tubo cilíndrico com base na 
relação funcional VOLUME vs. ALTURA conhecida, a partir de uma série de 
medidas de volume e altura. A validade do modelo matemático empregado é 
comprovada comparando-se o valor do diâmetro calculado com as especificações 
do tubo fornecidas pelo fabricante. 
 
3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 
 
Experimento 1 - Resultados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Volume Escoado da Bureta(mL) Altura(h) da coluna de água no 
tubo(cm) 
2,0 1,8 
4,0 3,4 
6,0 4,9 
8,0 6,5 
10,0 8,3 
 
Experimento 2 - Resultados 
 
 
3.1 Tratamento de Dados e Resultados 
 
● Experimento 1 
 
1) Fazer um gráfico com o conjunto de dados de medidas (V, h) obtidas na 
experiência 01. 
 
 
 
 
Volume Escoado da Bureta(mL) Altura(h) da coluna de água no 
tubo(cm) 
37,1 30,0 
36,2 30,0 
35,9 30,0 
37,1 30,0 
36.6 30,0 
 
2) Calcular a inclinação, α , da melhor reta que pode ser traçada por estes 
pontos, usando-se α = (h2 - h1) ÷ (V2 - V1). Caso a reta ajustada não passe 
pela origem, explicar a razão. 
 ​ 8,3 - 1,8 6,5 
α=​ -------------- = -------- = 0,8125 
 10,2 8 
 
3) A inclinação da reta pode ser determinada por:
 
Compare o valor obtido por esta fórmula com o obtido no item (2). 
 ​ (2x1,8) + (4x3,4) + (6x4,9) + (8x6,5) + (10x8,3) 181,6 
α=​ --------------------------------------------------------------------- = ---------------- = 0,82545 
 2² + 4² + 6² + 8² + 10² 220 
Comparando os resultados, podemos observar que a diferença dos valores é 
extremamente baixa. A amplitude do erro residual permanece na média. 
4) Obtenha a equação matemática (do tipo: h = α V ) que correlaciona a altura 
com o volume de água da bureta. 
 
h = ​α V 
h = ​0,8255 
 
● Experimento 2 
 
1) Com os dados obtidos no experimento 02, determinar o volume médio V, o 
desvio padrão, o desvio padrão médio e o coeficiente de variação, 
correspondente a 30 cm de altura, aplicando-se o critério de rejeição Qr, ou 
o critério de Chauvenet. 
Volume médio:​ x​=36,58 
Desvio padrão: 0,287 
desvio padrão médio:0,125 
Coeficiente de variação: sendo 23,5% de confiança nox = 36,58 
0,287x30 100 , 35x = 0 2 
experimento. 
 
2) Usar o valor do desvio padrão médio para representar no gráfico V vs H, 
obtido no experimento 01, as barras de erro experimentais, admitindo que 
esse desvio é constante para qualquer volume. 
 
 
 
3) Usando-se a equação matemática determinada no item 5, do primeiro 
experimento, calcule: - O diâmetro interno do tubo usando-se o método 
gráfico; - O diâmetro interno do tubo usando o valor de V de um tubo de 30 
cm de altura. 
4) Comparar o resultado do diâmetro interno do tubo obtido 
experimentalmente com o valor fornecido pelo fabricante. 
 
Questionário 
 
1) Por que os volumes encontrados na experiência 02 são diferentes? As 
diferenças dos volumes encontrados são devido aos erros imprevisíveis, 
como por exemplo, erro na leitura, no equipamento ou nos materiais. 
Porque são erros que podem ser cometidos na hora da leitura, ou até mesmo nos 
equipamentos. 
 
2) Quais são os possíveis erros sistemáticos (se for o caso, consulte uma 
literatura sobre Estatística e tratamentos de dados para auxiliá-lo nesta 
resposta) desta experiência? A respeito dos erros sistemáticos podemos citar 
erro ao realizar o método, falha no instrumento utilizado, nos reagentes, erro 
grosseiro ao fazer a leitura, etc. 
Erro no procedimento pode ser comum, problemas nos equipamentos e/ou 
instrumentos e até nos produtos. 
 
 
 
 
 
 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
A partir do experimento e de seus cálculos, podemos perceber a variação dos 
valores que podem ocorrer na medição, e execução da análise ou até mesmo 
pelos erros sistemáticos.Dessa forma utilizamos as fórmulas de desvio padrão 
para chegar ao um resultado uniforme, onde quanto mais próximo de 0 ​o 
desvio padrão, mais homogêneo são os dados facilitando a comparação. 
Sendo assim, podendo achar o valor mais provável do diâmetro tubo 
relacionando volume com altura chegando ao objetivo do experimento com 
sucesso.

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