A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
24 pág.
AMSOO_19B5_SI8P06_GuilhermeArmando_N285249

Pré-visualização | Página 1 de 4

1 
 
UNIVERSIDADE PAULISTA 
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
 
 
 
 
 
Especificação de Modelagem de Negócios 
 
 
 
 
 
 
Guilherme Armando – RA. N285249 
Igor Colen – RA. N356510 
 
 
 
 
 
 
Santana de Parnaíba – SP 
2021 
2 
 
 
Sumário 
1. Objetivo ............................................................................................................. 3 
2. Introdução ...................................................................................................... 4/5 
3. Especificação de Modelagem de Negócios (Conceitos Gerais) ....................... 6 
3.1 Modelagem de Negócios ......................................................................... 6/7 
3.2 Empreendedorismo ................................................................................ 7/8 
 3.3 Plano de Negócios ..................................................................................... 8 
4. Plano de Negócios ....................................................................................... 8/20 
5. Conclusão ....................................................................................................... 21 
6. Bibliografia ...................................................................................................... 22 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
1. OBJETIVO 
 
Apresentar e esclarecer ao leitor o estudo e o desenvolvimento e aplicação de 
uma solução para um negócio, utilizando conceitos de plano de negócios, 
modelagem de negócios e empreendedorismo para o entendimento do diretor da 
empresa, utilizando os conhecimentos adquiridos durante os semestres e 
informações através de fontes formais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
2. Introdução 
 
Toda empresa começa a partir de uma ideia de negócio, seja por necessidade 
ou por identificar uma oportunidade. Mas ter a ideia é apenas o “marco zero”. A 
primeira coisa a se fazer é identificar se ela é real ou não. Existem algumas 
ferramentas que podem, e devem, ser implementadas quando falamos em validar uma 
ideia, como o Canvas. 
A modelagem do negócio, também conhecido como Business model canvas, é 
uma ferramenta que ganhou grande relevância depois que Alexander Osterwalder 
começou a desenvolver sua tese de doutorado, há cerca de 10 anos, e hoje é a 
queridinha das startups, especialmente por ser simples, prática e ao mesmo tempo 
comunicar pontos essenciais de uma ideia de negócio. 
Sobre o mercado de reciclagem é simples, depende da reciclabilidade dos 
materiais. E isso depende somente de duas coisas: o custo para reciclar e o valor do 
material reciclado. Agora como cada um desses atributos é calculado para cada 
material, aí já é bem mais complexo. 
Os processos são, descarte, coleta, triagem e valorização. Sobre o descarte 
etapa tem como principal ator o consumidor, porque, muitas vezes, se gera um resíduo 
após o uso de um produto. No caso de alimentos e bebidas, por exemplo, uma 
embalagem é o que resta após o consumo. É responsabilidade do consumidor 
descartar este resíduo corretamente. Mas o que é considerado correto no descarte? 
Isso depende muito do material do resíduo e do seu contexto. Se você tiver coleta 
seletiva em sua casa e o material for aceito, você deve separá-lo para a coleta na data 
correta. Caso seu bairro não tenha coleta seletiva, o correto é levar os resíduos 
recicláveis a um ponto de entrega voluntária. Alguns materiais não são aceitos na 
coleta seletiva, mas geralmente existem pontos de descarte especial, como no caso 
das pilhas e baterias. 
No Brasil, a coleta é responsabilidade dos municípios, exceto para grandes 
geradores (mais de 200 litros ou 50 kg de resíduo por coleta), mas não existe uma 
obrigação em relação à coleta seletiva. Só para se ter uma ideia, a coleta seletiva 
em São Paulo é cerca de 2% da coleta normal. 
5 
 
Um dos motivos é que o custo da coleta seletiva é cerca de 4 vezes maior que o da 
coleta normal, pois o caminhão da coleta seletiva não pode compactar o resíduo e 
acaba com uma capacidade menor. Outra razão para o alto custo é que os 
caminhões não voltam cheios — fazem as suas rotas e não coletam material 
suficiente. 
A triagem é a destinação de um material para o reciclador, que irá fazer a 
valorização do resíduo. Em alguns casos a triagem já acontece no momento do 
descarte, caso o material seja descartado separadamente de outros materiais. 
Quando isto ocorre, a triagem é a simples logística do material separado chegar até 
o reciclador. 
Mas para a grande maioria dos resíduos sólidos urbanos, é necessário um esforço 
muito maior. Após o descarte, os materiais secos são levados pela coleta seletiva 
até uma organização de triagem. Esta organização de triagem vai fazer a separação 
dos materiais por tipo e vender o material para o reciclador. 
Sobre a valorização, é aqui que os recicladores entram em ação: eles 
compram os materiais recicláveis, aplicam seu processo e geram uma nova matéria 
prima. Os recicladores são especialistas em um tipo de material, pois o processo de 
reciclagem para cada material é bem diferente. Os valores pagos pelos materiais 
também diferem muito. 
Os principais fatores que influenciam o valor são: potencial de utilização e custo do 
material alternativo. O ideal é que o material possa fechar o ciclo da economia 
circular, isto é, ser novamente utilizado para a sua finalidade inicial. Uma 
embalagem voltar a ser a mesma embalagem. Infelizmente, isso não é tecnicamente 
viável para todos os materiais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 
3. Especificação de Modelagem de Negócios (Conceitos Gerais) 
 
3.1 Modelagem de negócios 
 
É o processo de definir o seu modelo de negócios, usando ferramentas para 
pensar nas diversas áreas de sua empresa. O Canvas costuma ser a ferramenta mais 
utilizada e é composto por 9 partes: proposta de valor, segmentos de clientes, 
relacionamento com clientes, canais, atividades-chave, recursos-chave, parcerias-
chave, estrutura de custos e fontes de receita. 
 
A proposta de valor é formada por um conjunto de fatores. Assim, um produto 
excelente não será, necessariamente, um sucesso de vendas. É muito comum vermos 
empreendedores que acreditam que a alta qualidade de seus produtos o fará ter 
sucesso instantâneo, e se frustram por não entender porque não conseguiu vendê-los 
como imaginava. Entre vários fatores, a forma de comunicação (inclui embalagem, 
linguagem utilizada, cores), disponibilização (onde e de que forma o produto estará 
sendo oferecido) e preço adequados são fundamentais para que o cliente perceba 
valor no novo produto. Além disso, é preciso mostrar ao cliente que seu produto é 
capaz de superar aquele que o cliente já está habituado a comprar. 
 
Dizemos que algo tem valor para o cliente quando seus benefícios (por 
exemplo, conforto, beleza, facilidade de usar) superam os seus custos. É importante 
lembrar que o custo não é só monetário, mas também há custos de energia (é fácil 
comprar?), tempo (demoram a me entregar?), psíquico (vão me criticar por ter 
comprado isso?). 
 
A escolha do segmento de clientes é essencial para uma correta proposta de 
valor. O segmento é um conjunto de pessoas que podem ser agrupadas a partir de 
um conjunto de características (por exemplo, renda, estilo de vida ou valores 
pessoais). Produtos com proposta de valor bem definida aderente a seu público-alvo 
são muito valorizados por esse segmento e, muitas vezes, criticada por outros 
segmentos (os que não dão valor àqueles produtos). 
7 
 
 
Adotar estratégias para se relacionar com o cliente é fundamental para o 
sucesso. Não adianta fazer postagens em redes sociais que apenas divulgam, mas 
não geram engajamento que se transformam em relacionamentos de longo prazo. 
Atender bem em todos os canais (rede social, WhatsApp, site, loja física) deve ser 
uma prioridade. Deve-se definir também como

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.