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Incidências de crânio e coluna

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Principais estruturas demonstradas
Vista oblíqua dos corpos vertebrais, dos pedículos, espaços e principalmente dos forames
intervertebrais.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1,5m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm e 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 10mAs e 70kV no Bucky;
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado para a proeminência laríngea à frente
da C4;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – colocar o paciente em ortostática (de
pé ou sentado de forma ereta) e realizar uma rotação do corpo em 45° com a estativa vertical
(direita e esquerda).
A critério médico, podem ser realizadas as incidências oblíqua posterior direita (OPD) e
oblíqua posterior esquerda (OPE) de modo comparativo ou somente uma delas – ou ainda
uma complementação com oblíquas anteriores, como você verá a seguir.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente deve suspender a respiração e não engolir a saliva durante a exposição.
OBLÍQUAS POSTERIORES (OAE E OAD)
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo dos forames intervertebrais e patologias, como artrite,
artrose e análise de fraturas e fissuras.
Principais estruturas demonstradas
Vista oblíqua dos corpos vertebrais, dos pedículos, espaços e principalmente dos forames
intervertebrais.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1,5m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm e 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 10mAs e 70kV no Bucky;
RC – 15° caudal e direcionado para a C4;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – colocar o paciente em ortostática (de
pé ou sentado de forma ereta) e realizar uma rotação do corpo em 45° com a estativa vertical
(direita e esquerda), aproximando a região anterior do corpo da estativa.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente tem de suspender a respiração e não engolir a saliva durante a exposição.
INCIDÊNCIAS EM PERFIL COM HIPERFLEXÃO E
HIPEREXTENSÃO (ESTUDO DINÂMICO)
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 316.
 Figura 5: Perfil em hiperflexão da coluna cervical.
 
Imagem: Shutterstock.com
 Figura 6: Imagem ilustrativa da radiografia produzida pela incidência radiológica da coluna
cervical em hiperflexão (estudo dinâmico).
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 316.
 Figura 7: Perfil em hiperextensão da coluna cervical.
 
Imagem: Shutterstock.com
 Figura 8: Imagem ilustrativa da radiografia produzida pela incidência radiológica da coluna
cervical em hiperextensão (estudo dinâmico).
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de movimento ou ausência e limitação de movimento das
vértebras cervicais – avaliação de lesão do tipo chicote ou chicotada.
Principais estruturas demonstradas
Vista lateral dos corpos vertebrais e espaços intervertebrais reduzidos para a incidência
radiológica com hiperflexão e espaços intervertebrais aumentados para a incidência radiológica
com hiperextensão, processos espinhosos e pedículos de C1 a C7.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1,5m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 10mAs e 65kV no Bucky;
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado para a porção mediolateral do
pescoço (proeminência laríngea);
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – ortostática lateral (de pé ou sentado de
forma ereta) com o queixo abaixado e, se possível, encostado na parte superior do tórax (altura
da incisura jugular), perfazendo uma flexão máxima para a incidência radiológica com
hiperflexão ou a ortostática lateral (de pé ou sentado de forma ereta) com o queixo erguido o
máximo possível para uma extensão máxima.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente precisa suspender a respiração e não engolir a saliva durante a exposição.
COLUNA TORÁCICA
Incidência em AP
 
Foto: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 320.
 Figura 9: AP da coluna torácica.
 
Imagem: Shutterstock.com
 Figura 10: Imagem ilustrativa da radiografia produzida pela incidência radiológica da
coluna torácica em AP.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas, luxações, artroses, osteoporose, diminuição dos
espaços articulares, rotação do corpo vertebral, espondilolistese (Escorregamento de uma
vértebra sobre a outra.) , além de pseudoespondilolistese e desvios na extensão da coluna
torácica, relacionando-os a um estudo primário da escoliose normal ou patológica.
Principais estruturas demonstradas
Vértebras (corpos, processos espinhosos e processos transversos), espaços articulares de T1
a T12 e as vértebras adjacentes C7 (acima) e L1 (abaixo).
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 15x40cm, 35x33cm ou 30x40cm no
sentido longitudinal;
Técnica de referência – 40mAs e 60kV no Bucky, usando exposição com tempo longo (1s).
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado a cerca de 12cm abaixo da incisura
jugular na altura da T7;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – paciente em ortostática ou em
decúbito dorsal sem uso de travesseiro ou anteparo na cabeça ou pescoço;
 RECOMENDAÇÃO
O paciente tem de suspender a respiração antes de expirar, o máximo possível.
INCIDÊNCIA EM PERFIL
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 321.
 Figura 11: Perfil de coluna torácica.
 
Imagem: Shutterstock.com
 Figura 12: Imagem ilustrativa da radiografia produzida pela incidência radiológica de
coluna torácica em perfil.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas, luxações, artroses, osteoporose, diminuição dos
espaços articulares e desvios posturais relacionados à cifose natural ou patológica.
Principais estruturas demonstradas
Vértebras (corpos e processos espinhosos), espaços articulares de T1 a T12 e as vértebras
adjacentes C7 (acima), se possível, e L1 (abaixo).
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 15x40cm, 35x43cm ou 30x40cm no
sentido longitudinal;
Técnica de referência – 80mAs e 60kV no Bucky, usando exposição com tempo longo (1s);
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado a cerca de 12cm abaixo da axila na
altura da T7;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – paciente em ortostática ou em
decúbito lateral, de preferência o esquerdo, podendo fazer uso de travesseiro ou anteparo na
cabeça ou no pescoço com os joelhos confortavelmente fletidos, devendo alinhar o quadril com
o ombro para evitar a rotação da coluna vertebral.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente deve suspender a respiração antes de expirar, o máximo possível.
COLUNA LOMBAR
Incidência em AP
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 337.
 Figura 13: AP de coluna lombar.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas, luxações, artroses, osteoporose, diminuição dos
espaços articulares, rotação do corpo vertebral, espondilolistese (escorregamento de uma
vértebra sobre a outra), pseudoespondilolistese e desvios na extensão da coluna lombar.
Principais estruturas demonstradas
Vértebras (corpos, processos espinhosos e processos transversos), espaços articulares de L1
a L5 e vértebras adjacentes T12 (acima) e S1 (abaixo).
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 15x40cm, 30x40cm ou 35x43cm no
sentido longitudinal;
Técnica de referência – 40mAs e 65kV no Bucky, mudando a técnica de acordo com o biótipo
do paciente devido à forma do abdome;
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado de 2,5cm a 5cm acima da linha
média das cristas ilíacas;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – paciente em ortostática ou em
decúbito dorsal com o joelho flexionado tanto para a diminuição do espaço entre a região
sacral e a mesa quanto para abrir os espaços articulares.

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