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Incidências de crânio e coluna

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– semidecúbito ventral com a cabeça em
perfil verdadeiro e PMS paralelo à mesa.
Neste vídeo, você conhecerá um pouco sobre o estudo da hipófise.
MÃO NA MASSA
1. QUAL DAS INCIDÊNCIAS ABAIXO SERVE PARA DEMONSTRAR
FRATURAS NO OSSO OCCIPITAL?
A) PA de crânio.
B) Axial AP de crânio (método de Towne).
C) Perfil de crânio.
D) Perfil de crânio para análise da sela túrcica.
E) Axial PA de crânio.
2. QUAL INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DEMONSTRA A VISTA LATERAL DA
SELA TÚRCICA, O DORSO DA SELA E OS CLINOIDES ANTERIORES E
POSTERIORES?
A) AP de face.
B) PA de crânio.
C) Método de Waters.
D) Perfil de face.
E) Lateral de crânio para sela túrcica.
3. QUAL É A DFF DA INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DO CRÂNIO EM
PERFIL?
A) 150cm
B) 180cm
C) 120cm
D) 130cm
E) 100cm
4. OS MÉTODOS DE TOWNE E DE CALDWELL SÃO RESPECTIVAMENTE
INCIDÊNCIAS RADIOLÓGICAS DE CRÂNIO EM:
A) AP e PA.
B) AP e AP axial.
C) AP axial e PA axial.
D) Perfil e PA axial.
E) AP e perfil.
5. QUAL É O RC PARA A INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DE CRÂNIO EM
PERFIL PARA O ESTUDO DA SELA TÚRCICA?
A) Perpendicular ao receptor de imagem e direcionado 5cm abaixo e posterior ao MAE.
B) Perpendicular ao receptor de imagem e direcionado 6cm acima e anterior ao MAE.
C) Perpendicular ao receptor de imagem e direcionado 6cm acima e posterior ao MAE.
D) Perpendicular ao receptor de imagem e direcionado 2cm abaixo e anterior ao MAE.
E) Perpendicular ao receptor de imagem e direcionado 3cm acima e anterior ao MAE.
6. A INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DE CRÂNIO EM PERFIL VISA AO
ESTUDO DE QUAIS OSSOS?
A) Esfenoide e parietais.
B) Temporais e frontal.
C) Frontal e parietais.
D) Temporais e parietais.
E) Frontal e occipital.
GABARITO
1. Qual das incidências abaixo serve para demonstrar fraturas no osso occipital?
A alternativa "B " está correta.
O método de Towne visa ao estudo de fraturas no osso occipital e nas adjacências; além disso,
demonstra as pirâmides petrosas, o forame magno e o dorso da sela túrcica.
2. Qual incidência radiológica demonstra a vista lateral da sela túrcica, o dorso da sela e
os clinoides anteriores e posteriores?
A alternativa "E " está correta.
A lateral de crânio para sela túrcica tem como finalidade analisar os contornos da sela túrcica
que abriga uma importante glândula: a hipófise.
3. Qual é a DFF da incidência radiológica do crânio em perfil?
A alternativa "E " está correta.
A DFF para a maioria das incidências radiológicas que visam ao estudo dos ossos é de 100cm.
Sendo assim, ela é a mesma para o estudo do crânio – mesmo em perfil.
4. Os métodos de Towne e de Caldwell são respectivamente incidências radiológicas de
crânio em:
A alternativa "C " está correta.
As incidências radiológicas AP axial de crânio e PA axial de crânio são respectivamente
conhecidas como método de Towne e método de Caldwell. Ambas são importantíssimas para
as análises ósseas da região posterior e da região frontal do crânio.
5. Qual é o RC para a incidência radiológica de crânio em perfil para o estudo da sela
túrcica?
A alternativa "E " está correta.
O RC tem de entrar perpendicularmente (sem angulação) e ser direcionado 3cm acima e à
frente do meato acústico externo (MAE) para analisar de forma clara os contornos da sela
túrcica.
6. A incidência radiológica de crânio em perfil visa ao estudo de quais ossos?
A alternativa "D " está correta.
Os ossos parietais e os temporais, por estarem mais lateralizados no crânio neural, são
demonstrados na incidência radiológica de crânio em perfil.
TEORIA NA PRÁTICA
1. A sela turca é um importante acidente anatômico devido à presença da glândula hipófise.
Como deve ser realizado o posicionamento do paciente para investigações dessa região?
RESOLUÇÃO
O profissional que vai realizar a incidência precisa fazer um perfil de crânio com a cabeça em
perfil verdadeiro e o plano mediossagital paralelo à mesa de exames. Sua finalidade é
demonstrar a importante região da sela túrcica no osso esfenoide, que é responsável por
abrigar a glândula hipófise.
VERIFICANDO O APRENDIZADO
1. QUAL INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DO CRÂNIO É REALIZADA PARA O
ESTUDO DE FRATURAS NO OSSO OCCIPITAL E ADJACÊNCIAS?
A) Axial AP de crânio.
B) Axial PA de crânio.
C) Perfil de crânio.
D) Perfil de crânio posterior.
E) AP de face.
2. ONDE DEVE FICAR LOCALIZADO O RAIO CENTRAL (RC) PARA O
MÉTODO DE CALDWELL?
A) Ângulo cranial de 5°, saindo na glabela.
B) Direcionado 3cm acima do osso frontal.
C) Nas órbitas.
D) Direcionado 5cm abaixo da linha das órbitas.
E) Ângulo caudal de 15°, saindo no násio.
GABARITO
1. Qual incidência radiológica do crânio é realizada para o estudo de fraturas no osso
occipital e adjacências?
A alternativa "A " está correta.
 
A incidência radiológica axial AP de crânio, também conhecida como método de Towne, visa ao
estudo da região posterior do crânio, com ênfase no osso occipital.
2. Onde deve ficar localizado o raio central (RC) para o método de Caldwell?
A alternativa "E " está correta.
 
O RC para o método de Caldwell (incidência axial PA de crânio) é de 15° podálicos ou caudais,
saindo no násio.
MÓDULO 3
 Identificar as incidências radiológicas do crânio visceral
POSICIONAMENTO PARA INCIDÊNCIA
RADIOLÓGICA DO CRÂNIO VISCERAL E
TAMANHO DOS FILMES
Principais siglas e termos utilizados nos posicionamentos apresentados neste módulo:
SIGLA PALAVRA SIGNIFICADO
AP Anteroposterior
Quando a incidência do raio central no paciente
ocorre de frente para trás.
DFF
Distância foco-
filme
A distância entre o foco de raios X e o filme.
kV Quilovoltagem A diferença de potencial criada entre o ânodo e o
cátodo que aumenta a frequência dos raios X
(penetrabilidade).
mAs
Miliamperagem por
segundo
A quantidade de radiação produzida (mA)
multiplicada pelo tempo de exposição (s).
RC Raio central
Orientado pela colimação. É a parte central onde
se concentra o feixe de raios X.
LOM Linha orbitomeatal –
LIOM
Linha
infraorbitomeatal
–
LMM
Linha meatomeatal
 
–
 
MAE
Meato acústico
externo
–
PMS
Plano
mediossagital
–
RI
Receptor da
imagem
Receptor da imagem física (chassi com filme) ou
digital ou digitalizável.
ATM Articulação –
temporomandibular
Quadro 3- Siglas e termos para designar os posicionamentos radiológicos em relação ao
crânio visceral. 
Imagem: Henrique Luz Coelho
 Atenção! Para visualização completa da tabela utilize a rolagem horizontal
Tamanhos dos filmes/receptores de imagem apresentados neste conteúdo:
13x18cm
18x24cm
24x30cm
INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS DO CRÂNIO
VISCERAL
INCIDÊNCIAS PARA OSSOS DA FACE
Incidência lateral
 
Imagem : BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 419.
 Figura 20: Incidência de face lateral.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para avaliação de fraturas e de processos neoplásicos ou inflamatórios
dos ossos faciais, das orbitas e da mandíbula.
Principais estruturas demonstradas
Ossos faciais sobrepostos, asas maiores do esfenoide, tetos orbitais, sela túrcica, osso
zigomático e mandíbula.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 25mAs e 70kV no Bucky, podendo fazer uso de um cilindro de
extensão; se isso ocorrer, deve-se adicionar 5kV;
RC – alinhar o RC ao RI e centralizar o RC ao osso zigomático entre o canto externo do olho e
o MAE;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar a cabeça contra a mesa ou a
superfície vertical, com o lado de interesse mais próximo ao RI.
INCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL PARA OSSOS
DA FACE PELO MÉTODO DE WATERS
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas na face e, em particular, trípodes e Le Fort, além
de processos neoplásicos ou inflamatórios.
Principais estruturas demonstradas
Margens infraorbitais, maxilares, septo nasal e osso zigomático.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm

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