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Incidências de crânio e coluna

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são obtidas com a boca fechada e aberta.
Principais estruturas demonstradas
A ATM mais próxima ao RI é visível. A imagem de boca fechada demonstra a cabeça
mandibular dentro da fossa mandibular. Essa cabeça desloca-se para a margem anterior
(tubérculo articular) da fossa na posição de boca aberta.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 13x18cm ou 18x24cm no sentido
transversal;
Técnica de referência – 30mAs e 60kV no Bucky;
RC – angulação de 15° caudais e centrado cerca de 4cm acima do MAE;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – alinhar a LIOM perpendicular à
margem frontal do RI e girar o rosto 15° em direção ao RI.
INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL PELO MÉTODO DE
SCHÜLLER COM A BOCA FECHADA E ABERTA
 
Imagem : BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 436.
 Figura 26: Método de Schuller com boca fechada e aberta.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas e relacionamento anormal ou variação de
movimento entre a cabeça mandibular e a fossa temporomandibular. Geralmente, as imagens
são obtidas com a boca fechada e aberta.
Principais estruturas demonstradas
A ATM mais próxima ao RI é visível. A imagem de boca fechada demonstra a cabeça
mandibular dentro da fossa mandibular. Essa cabeça desloca-se para a margem anterior
(tubérculo articular) da fossa na posição de boca aberta.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 13x18cm ou 18x24cm no sentido
transversal;
Técnica de referência – 30mAs e 60kV no Bucky;
RC – angulação de 25° a 30° caudais e centrado entre 1,3 anterior e 5cm acima do MAE;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – ajustar a cabeça em posicionamento
em perfil verdadeiro e mover o corpo em uma direção oblíqua para o conforto do paciente,
além de posicionar a LIOM perpendicularmente à margem frontal do RI.
INCIDÊNCIAS PARA SEIOS PARANASAIS
Incidência lateral
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para avaliação de condições inflamatórias (sinusite ou osteomielite
secundária), pólipos ou cistos nos seios paranasais.
Principais estruturas demonstradas
Os grupos de seios paranasais.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 25mAs e 70kV no Bucky;
RC – alinhar o RC perpendicular ao RI e centralizar o RC para o ponto intermediário entre o
canto externo do olho e o MAE;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar a cabeça contra a mesa ou a
superfície vertical com o lado de interesse mais próximo ao RI.
INCIDÊNCIA AP PELO MÉTODO DE CALDWELL
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas, sinusite, pólipos ou cistos nos seios paranasais.
Principais estruturas demonstradas
Seios frontais projetados acima da sutura frontonasal são demonstrados. Células etmoidais
anteriores são visualizadas lateralmente a cada osso nasal.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 50mAs e 70kV no Bucky;
RC – centralizar o RC para sair no násio e alinhar o RC horizontalmente, ficando paralelo ao
assoalho;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar o nariz e a testa do paciente
contra o topo da mesa ou a estativa com o pescoço estendido para elevar a LOM em 15° da
horizontal.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente precisa permanecer imóvel para evitar rotações indesejáveis.
INCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL PARA SEIOS
PARANASAIS - MÉTODO DE WATERS
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de condições inflamatórias (sinusite ou osteomielite
secundária), pólipos ou cistos paranasais.
Principais estruturas demonstradas
Seios maxilares com o lado inferior visualizado livre da sobreposição de processos alveolares e
cristas petrosas, a margem orbital inferior e uma perspectiva oblíqua dos seios frontais.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 50mAs e 70KV no Bucky;
RC – alinhar perpendicularmente ao RI para sair no acântion;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – estender o pescoço, apoiando contra a
mesa ou a estativa, e ajustar a cabeça para que a LMM esteja perpendicular ao plano do RI.
O método de Waters complementa o método de Caldwell no estudo dos seios da face.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente deve permanecer imóvel para evitar rotações indesejáveis.
Neste vídeo, você conhecerá um pouco sobre os ossos da face.
MÃO NA MASSA
1. QUE TIPO DE ARTICULAÇÃO É ESTUDADO MEDIANTE A REALIZAÇÃO
DE INCIDÊNCIAS COM A BOCA ABERTA E FECHADA?
A) ATM.
B) Atlanto-occipital.
C) Atlantoaxial.
D) Temporoparietal.
E) Parietofrontal.
2. QUAL É O RECEPTOR DE IMAGEM IDEAL PARA A INCIDÊNCIA
RADIOLÓGICA DOS OSSOS NASAIS?
A) 24x30cm
B) 15x40cm
C) 13x18cm
D) 30x40cm
E) 25x35cm
3. QUAL DAS ESTRUTURAS A SEGUIR É POSSÍVEL DE SE ANALISAR
COM A INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA SUBMENTOVÉRTICE?
A) Órbita.
B) ATM.
C) Osso frontal.
D) Ossos zigomáticos.
E) Osso occipital.
4. O MÉTODO DE RHESE ANALISA QUE ESTRUTURA FACIAL?
A) Osso nasal.
B) Osso frontal.
C) Queixo.
D) Órbita.
E) Osso vômer.
5. QUAL É A DFF PARA A INCIDÊNCIA RADIOLÓGICA DA FACE EM
PERFIL?
A) 120cm
B) 150cm
C) 100cm
D) 180cm
E) 90cm
6. QUAL DAS INCIDÊNCIAS A SEGUIR É REALIZADA PARA O ESTUDO
DE CONDIÇÕES INFLAMATÓRIAS (SINUSITE OU OSTEOMIELITE
SECUNDÁRIA), PÓLIPOS OU CISTOS PARANASAIS?
A) Método de Waters.
B) Perfil para sela túrcica.
C) Axial para ATM.
D) Método de Bellot.
E) Axial para ossos nasais.
GABARITO
1. Que tipo de articulação é estudado mediante a realização de incidências com a boca
aberta e fechada?
A alternativa "A " está correta.
As articulações temporomandibulares (ATM) são analisadas em incidências com a boca aberta
e fechada.
2. Qual é o receptor de imagem ideal para a incidência radiológica dos ossos nasais?
A alternativa "B " está correta.
O receptor de imagem 13x18cm é o ideal para o estudo radiológico dos ossos nasais.
3. Qual das estruturas a seguir é possível de se analisar com a incidência radiológica
submentovértice?
A alternativa "D " está correta.
Os ossos zigomáticos e seus respectivos arcos podem ser estudados pela incidência
submentovértice.
4. O método de Rhese analisa que estrutura facial?
A alternativa "D " está correta.
A órbita e suas estruturas são analisadas e estudadas pelo método de Rhese.
5. Qual é a DFF para a incidência radiológica da face em perfil?
A alternativa "C " está correta.
A distância foco-filme para a incidência radiológica da face em perfil deve ser de 100cm, pois o
objeto de estudo está afastado por conta do ombro mais próximo ao Bucky, que mantém uma
distância que deve ser compensada pela DFF.
6. Qual das incidências a seguir é realizada para o estudo de condições inflamatórias
(sinusite ou osteomielite secundária), pólipos ou cistos paranasais?
A alternativa "A " está correta.
O método de Waters demonstra os seios maxilares com o lado inferior visualizado livre da
sobreposição de processos alveolares e cristas petrosas, a margem orbital inferior e uma
perspectiva oblíqua dos seios frontais. Sua finalidade é estudar principalmente os processos
inflamatórios dos seios da face.
TEORIA NA PRÁTICA
1. Durante um acidente de carro, a paciente M.C.J. teve um deslocamento brusco na freada
repentina do carro. Apesar de utilizar o cinto de segurança, sua cabeça foi arremessada para
frente, lhe causando dores na região da face. O médico solicitou uma incidência radiológica
para analisar a mandíbula da paciente com o pescoço hiperestendido a fim de investigar toda a
sua extensão. Qual incidência radiológica deve ser realizada para essa análise? Qual é o nível
de

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