Logo Passei Direto
Buscar

Pedagogia

Outros
Olhar para a formação que envolve arte considera sempre a singularidade. Podemos afirmar que:


A singularidade considera a arte como um caminho perigoso e portanto deve ser evitado.
O singular está ligado a um único caminho, que deve ser seguido à risca.
A criação é um processo muito importante e que, portanto, não permite erros;
A criação é um processo singular, tem parâmetros e direções, mas as escolhas serão ímpares.
User badge image
Pedagogiando

há 3 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 11 meses

Podemos afirmar que a criação é um processo singular, tem parâmetros e direções, mas as escolhas serão ímpares. Isso significa que, embora existam diretrizes e referências na formação artística, cada indivíduo traz sua própria perspectiva e experiência, o que enriquece o processo criativo. A singularidade na arte valoriza a individualidade e a liberdade de expressão, permitindo que cada artista explore seu próprio caminho.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
details

Libere essa resposta sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

User badge image

Ed Verified user icon

há 3 anos

Podemos afirmar que a singularidade considera a arte como um caminho único, com parâmetros e direções, mas as escolhas serão ímpares.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

O potencial criativo continuará apenas como potencial se não for estimulado a ir além. Estimular a capacidade criativa de cada aluno requer que se oportunizem espaços singulares de construção de si, proporcionando a vivência necessária para que este potencial se desenvolva. O papel do professor e da professora de arte, nesse sentido, é:


Fazer com que os alunos entendam que para trabalhar com arte é preciso ter em mente a importância de seguir instruções rígidas.
Estimular o interesse e a curiosidade faz parte do papel que o professor representa para seus alunos. Deve-se buscar o equilíbrio entre o estimular a pesquisa e direcionar algumas propostas.
Mostrar modelos escolhidos cuidadosamente para que os alunos possam copiar sem aprender de forma errada.
Ensinar a nunca errar num desenho ou pintura, porque assim terão total êxito em seus projetos.

Na história do ensino da arte sabemos que houve importantes momentos. Um deles foi:


A lei que criou a Arte como disciplina que valorizava o ensino em todas as séries, independente da formação dos professores. A inclusão da arte no currículo escolar, em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: “com o título de Educação Artística, mas é considerada “atividade educativa” e não disciplina, tratando de maneira indefinida o conhecimento.
A inclusão da arte no currículo escolar, em 1930, pela Lei Rouanet, garantindo assim que todos os estudantes tivessem acesso ao conhecimento artístico e estético, num ensino de qualidade, democrático e gratuito.
A inclusão de arte e história no currículo escolar a partir da vinda da Missão Artística Francesa, garantindo assim que professores vindos da Europa fariam acontecer uma revolução no ensino da arte no Brasil.

Arnheim (In MARTINS, 1998, p. 154) afirma que o processo criativo tem sístoles e diástoles. A metáfora usada por ele refere-se:


Aos movimentos de contração e dilatação do coração e das arteriais, responsáveis por fazer o sangue circular. Da mesma forma que o coração impulsiona o sangue, o artista faria um movimento de rejeitar as influências vistas por todas as imagens vistas durante o dia, o que pode prejudicar a criação de cada um.
Aos movimentos de contração e dilatação do coração e das artérias, responsáveis por fazer o sangue circular. Da mesma forma que o coração impulsiona o sangue, o artista faria um movimento de condensar o seu material, eliminando o não-essencial, ou extraindo abundância de formas e ideias que se acumulam desordenadamente sobre o conceito.
Aos movimentos de contração e dilatação do coração e das artérias, responsáveis por fazer o sangue circular. Da mesma forma que o coração impulsiona o sangue, o artista faria um movimento de aceitar todas as informações recebidas, na tentativa de incorporar ao seu processo criativo tudo o que for visto.
Aos movimentos de pintar e expor seus quadros, o que ajuda ao artista a encontrar um bom destino a suas produções, considerando que a vida do artista está ligada a exposições de arte.

A expressão interior não vem desconectada do conhecimento técnico, do repertório daquele que cria, de suas experiências boas e ruins, de seus aprendizados, enfim de tudo aquilo que sua construção pessoal reuniu até o momento. Portanto:


É necessário evitar experiências ruins para que a nossa produção seja boa.
Todo processo criativo envolve algum tipo de desconforto, o que significa dizer que não há como estar ligado a criação sem que tenhamos em mente que muito da nossa produção seja frustrada, mas que isso faz parte não só como etapas do todo, bem como funcione como necessário ao próprio desenvolvimento do trabalho.
Todo processo criativo só se dará se houver um profundo conhecimento técnico, em todas as formas de pintura, desenho e escultura, para então começar a produzir.
A criação está associada a aceitação de que nem tudo dará certo, por isso devemos nos colocar longe do processo de criação, para que não fiquemos afetados negativamente.

Deve-se estar atento para que o processo artístico se oriente pelas múltiplas oportunidades que deverão aparecer no andamento dos trabalhos escolares (FUSARI e FERRAZ, 1993). De acordo com esse pensamento, podemos marcar a alternativa correta:


Não é procurando unicamente uma produção final, nem atribuindo aos alunos um número infindável de ‘técnicas’, que atingiremos as metas desse curso” (p. 56). Isso significa dizer que o processo oferece aberturas não só para o conhecimento artístico, como também o aprofundamento na dimensão estética. O curso de arte deve ir além do conhecimento técnico, embora seja importante para preparação daquele que as aplica expressivamente.
Aplicar expressivamente significa buscar sempre uma forma de aplicar a técnica, de acordo com o que foi apreendido, respeitando as normas e orientações, para que a expressividade tenha êxito.
É procurando unicamente uma produção final e atribuindo aos alunos um número infindável de técnicas para atingirmos as metas de um bom curso de arte.
É deixando totalmente de lado a questão técnica que o curso de arte atingirá seus objetivos. A preocupação técnica atrapalha a criação e não permite a expressão dos sentimentos interiores.

Mais conteúdos dessa disciplina