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Com base no entendimento do Superior Tribunal de Justiça, admite-se a delegação às entidades administrativas de direito privado das seguintes atividades que envolvem o exercício do poder de polícia:

Legislação e Sanção.
Fiscalização e Sanção.
Legislação e fiscalização.
Consentimento e Sanção.
Consentimento e fiscalização.
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Aprendendo Através de Exercícios

há 3 anos

Respostas

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há 2 anos

Com base no entendimento do Superior Tribunal de Justiça, admite-se a delegação às entidades administrativas de direito privado das atividades de fiscalização e sanção. Essa delegação é permitida, desde que respeitados os limites legais e a natureza da atividade delegada, garantindo que o poder de polícia seja exercido de forma adequada e em conformidade com a legislação vigente.

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há 3 anos

Com base no entendimento do Superior Tribunal de Justiça, admite-se a delegação às entidades administrativas de direito privado das atividades de Legislação e fiscalização que envolvem o exercício do poder de polícia.

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Maria Almeida

há 10 meses

Consentimento e fiscalização

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Acerca do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, previsto na Lei nº 8.987/1995 e suas alterações posteriores, é correto afirmar que:

A concessão de serviço público consiste na delegação, a título precário, da prestação de serviços públicos, feita pelo poder concedente (União, estados, Distrito Federal e municípios) à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco.
Toda concessão de serviço público, precedida ou não da execução de obra pública, será objeto de prévia licitação, nos termos da legislação própria e com observância dos princípios da legalidade, moralidade, publicidade, igualdade, do julgamento por critérios objetivos e da vinculação ao instrumento convocatório.
A permissão de serviço público corresponde à delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente (União, estados, Distrito Federal e municípios) à pessoa jurídica ou ao consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado.
Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de calamidade pública, emergência, grave perturbação da ordem ou ainda, após prévio aviso, quando motivada por razões de inadimplemento do usuário, falta justificada de pessoal ou greve.
O serviço adequado é aquele que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade e cortesia na sua prestação, ainda que exija do usuário, a título de contraprestação, tarifa de caráter elevado.

Acerca da desapropriação, podemos afirmar que:

Os bens desapropriados não serão objeto de venda ou locação, por vedação expressa da lei.
O aproveitamento do bem improdutivo ou sem correspondência com as necessidades de habitação não poderá ser considerado de interesse social.

A desapropriação por interesse social será decretada para promover a justa distribuição da propriedade ou condicionar seu uso ao bem-estar social, conforme a Constituição Federal de 1988. O expropriante tem o prazo de quatro anos, a partir da decretação da desapropriação por interesse social, para efetivar a aludida desapropriação e iniciar as providências de aproveitamento do bem expropriado.

Não foi possível identificar uma pergunta clara para extrair uma questão válida.

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