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Psicopedagogia

Colégio Objetivo
Os objetivos em qualquer contexto profissional podem ser definidos em equipe ou individualmente. Precisamos conhecer em cada contexto o que é pretendido e, só então, podemos pensar nos objetivos. Os objetivos podem ser gerais ou específicos. Marque a afirmativa correta sobre as definições dos objetivos:

Os objetivos gerais apresentam uma visão do problema para os gestores. Os específicos não são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.
Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral. Os objetivos gerais atrapalham uma visão mais ampla do problema.
Os objetivos específicos não ajudam a traçar as metas, ao contrário, confundem-se com o objetivo geral. Os objetivos gerais proporcionam uma visão mais ampla do problema.
Os objetivos gerais proporcionam uma visão desnecessária do problema. Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.
Os objetivos gerais proporcionam uma visão mais ampla do problema. Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.

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Gabarito Comentado

Os objetivos são estabelecidos com o intuito de superar desafios ou alcançar metas desejadas. Para isso, é necessário ter uma visão geral da situação. Normalmente, são traçados objetivos gerais e específicos. Os objetivos gerais são definidos para proporcionar uma visão mais ampla do problema, enquanto os objetivos específicos são mais concretos, representando as metas que serão traçadas para concretizar o objetivo geral. É importante que os objetivos sejam constantemente analisados, avaliados e, se necessário, alterados para garantir que estejam alinhados com as necessidades e metas da equipe ou do indivíduo.

a) Os objetivos gerais apresentam uma visão do problema para os gestores. Os específicos não são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.
b) Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral. Os objetivos gerais atrapalham uma visão mais ampla do problema.
c) Os objetivos específicos não ajudam a traçar as metas, ao contrário, confundem-se com o objetivo geral. Os objetivos gerais proporcionam uma visão mais ampla do problema.
d) Os objetivos gerais proporcionam uma visão desnecessária do problema. Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.
e) Os objetivos gerais proporcionam uma visão mais ampla do problema. Os objetivos específicos são as metas que vamos traçar para concretizar o objetivo geral.
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psicopedagogia360

há 2 anos

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Para aplicar o Rapport, em qualquer contexto, convém conhecer previamente os mesmos, para evitar alguma situação constrangedora. Claro que podemos iniciar em qualquer lugar com palavras gentis e atitudes empáticas. Ao praticar o Rapport aprendemos a:

Ouvir as pessoas, mas, não as suas queixas e dores, essas pessoas sentem-se incompreendidas e nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar, causam medo e afastamento.
Ao falar das pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão falsa, pois, essas pessoas acham que são compreendidas e acolhidas por nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.
Quando as pessoas sentem dores e se queixam, criamos uma conexão parcial, pois, essas pessoas sentem-se compreendidas e um pouco acolhidas por nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.

Resposta correta

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Gabarito Comentado

O Rapport é uma técnica que deve ser praticada diariamente para que possamos criar uma conexão verdadeira, seja na vida pessoal ou profissional. Mesmo atuando em diferentes contextos, é essencial estabelecer a empatia. Ao ouvir as pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão verdadeira, pois essas pessoas sentem-se compreendidas e acolhidas por nossas palavras, gestos e nossa maneira de comunicar. Em contrapartida, nós sentiremos que estamos cumprindo com o nosso trabalho, que é tornar a vida dos intervenientes do processo terapêutico, muito melhor. O objetivo de quem pratica o Rapport é fazer com que a outra pessoa esteja aberta e receptiva ao diálogo, diminuindo resistências e favorecendo as interações e a troca de informações. Portanto, a alternativa correta é a E, que afirma que ao ouvir as pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão verdadeira.

a) Ouvir as pessoas, mas, não as suas queixas e dores, essas pessoas sentem-se incompreendidas e nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar, causam medo e afastamento.
b) Ao falar das pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão falsa, pois, essas pessoas acham que são compreendidas e acolhidas por nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.
c) Quando as pessoas sentem dores e se queixam, criamos uma conexão parcial, pois, essas pessoas sentem-se compreendidas e um pouco acolhidas por nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.
d) Ao ouvir as pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão superficial, pois, não as compreendemos e nem as acolhemos com as nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.
e) Ao ouvir as pessoas, suas queixas e dores, criamos uma conexão verdadeira, pois, essas pessoas sentem-se compreendidas e acolhidas por nossas palavras, gestos e a nossa maneira de comunicar.

Tanto no contexto hospitalar quanto clínico, trabalhamos com o paciente de uma forma mais próxima. A interação com o mesmo ocorrerá de forma diferente, mas existem entrevistas que podem ser usadas em ambos os ambientes, como:
A entrevista inicial e a devolutiva são comumente aplicadas em ambos os contextos.
A entrevista inicial e devolutiva.
A entrevista colaborativa e inicial.
A entrevista E.O.C.A e devolutiva.
A entrevista EFES e devolutiva.
A entrevistas inicial e E.O.C.A.

No mundo globalizado, saber exatamente o que perguntar pode abrir portas onde não estamos conseguindo encontrá-las. Para o profissional da área terapêutica, acontece o mesmo. Ao conhecer o seu paciente/aprendente, pode pensar em algumas perguntas, porém, a rigidez não pode fazer parte do 'guião' do profissional, logo:
O profissional deve ser flexível na sua abordagem e estar pronto para adaptar, reconstruir ou construir novas perguntas, sempre que sinta necessidade.
O profissional deve ser inflexível na sua abordagem e estar pronto para manter as mesmas perguntas, nunca reconstruindo ou construindo novas perguntas.
O profissional pode até tentar ser flexível na sua abordagem, porém precisa saber se pode reconstruir ou construir perguntas parecidas com as que já tem anotadas.
O profissional deve ser flexível na sua abordagem, entretanto, não poderá adaptar, reconstruir ou construir novas perguntas, sempre que sinta necessidade.
O profissional deve ser flexível na sua abordagem e estar pronto para adaptar, reconstruir ou construir novas perguntas, sempre que sinta necessidade.
O profissional deve ser flexível na sua abordagem e estar pronto para adaptar, mas, não para reconstruir ou construir novas perguntas, sempre que sinta necessidade.

A transferência e contratransferência podem ajudar a entender determinados sentimentos tanto do paciente pelo terapeuta quanto vice-versa. Esses sentimentos podem manifestar-se de maneira abusiva ou não. Freud classificou-os como:

Positivo, sentimentos agradáveis e negativo, sentimentos hostis.
Apenas negativos, pois exprimem muita dor.
Apenas positivo, a emoção e o afeto transbordam.
Positivo, sentimentos agradáveis, mas com limites.
Perda de emoções ao longo da terapia.

A pergunta, em uma intervenção, tem objetivos, não são feitas apenas por fazer. Por isso, assinale a opção que apresenta o objetivo das perguntas fechadas.

Obter informações mais curtas e diretas.
Ser resultado de uma conversa informal.
Criar respostas mais detalhadas.
Adquirir materiais de desenhos para a avaliação.
Sondar os responsáveis sobre determinado assunto.

Nas entrevistas utilizadas no processo da intervenção, usamos algumas técnicas baseadas na fundamentação teórica que o profissional adotou para a sua prática profissional. Em relação aos objetivos das entrevistas, assinale a alternativa correta.

A entrevista inicial tem como objetivo escrever sobre o paciente/aprendente, família/responsável e a queixa/motivo, bem como apresentar o processo psicopedagógico a todos.
A entrevista inicial tem como objetivo conhecer o paciente/aprendente, família/responsável e a queixa/motivo, mas não apresentar o processo psicopedagógico.
A entrevista inicial tem como objetivo recolher os dados pessoais do paciente/aprendente, família/responsável e a queixa/motivo, bem como apresentar o processo na intervenção psicopedagógica.
A entrevista inicial tem como objetivo recolher os dados pessoais do paciente/aprendente, família/responsável e a queixa/motivo, entretanto, essas informações não serão usadas na intervenção.
A entrevista inicial tem como objetivo reescrever a história de vida do paciente/aprendente, família/responsável e a queixa/motivo, bem como apresentar o processo psicopedagógico.

Assinale a alternativa que apresenta as técnicas que podem ser utilizadas.
Com relação à entrevista familiar exploratória situacional (EFES) proposta por Weiss analise as informações e responda corretamente
I. Observa as relações parentais e o sistema educacional utilizado com o adolescente.
II. Na primeira sessão, prioriza o atendimento apenas com os pais, sendo importante que o adolescente não participe nesse momento.
III. Explora o significado do sintoma para a família como um todo.
I
III
I, II

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