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De acordo com os PCNs, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis/ists se configura como uma importante temática que deve ser construída no espaço educativo. No entanto, Louro (2014) faz algumas observações quanto ao tratamento desta temática para não se proceder em tons alarmantes. Assinale a alternativa que justifica as considerações dessa autora.
Porque provoca a curiosidade de adolescentes e jovens.
Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate.
Porque assim promove as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos.
Porque isso não afasta adolescentes e jovens, pois não importa o tom da fala para que saibam da existência do perigo.
Porque assim acaba afastando as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos.

a) Porque provoca a curiosidade de adolescentes e jovens.
b) Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate.
c) Porque assim promove as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos.
d) Porque isso não afasta adolescentes e jovens, pois não importa o tom da fala para que saibam da existência do perigo.
e) Porque assim acaba afastando as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos.
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ExpressãoComunicativa

ano passado

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há 6 meses

Para responder à pergunta, precisamos considerar a perspectiva de Louro (2014) sobre a abordagem da temática das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) no ambiente educativo. A autora sugere que o tratamento do tema não deve ser alarmante, pois isso pode ter consequências negativas para o envolvimento dos adolescentes e jovens. Vamos analisar as alternativas: a) Porque provoca a curiosidade de adolescentes e jovens. - Embora a curiosidade seja um fator, não justifica a necessidade de evitar um tom alarmante. b) Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate. - Esta alternativa reflete a ideia de que um tom alarmante pode criar um clima de medo, afastando os jovens do debate, o que é consistente com a perspectiva de Louro. c) Porque assim promove as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos. - Esta opção sugere que um tom alarmante é benéfico, o que contraria a ideia de Louro. d) Porque isso não afasta adolescentes e jovens, pois não importa o tom da fala para que saibam da existência do perigo. - Esta alternativa nega a importância do tom da fala, o que não se alinha com a preocupação de Louro. e) Porque assim acaba afastando as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos. - Embora mencione o afastamento, não aborda diretamente o clima de medo. A alternativa que melhor justifica as considerações de Louro é: b) Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate.

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ano passado

Ao abordar a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis/ISTs no espaço educativo, é importante considerar a forma como essa temática é tratada para não gerar impactos negativos nos adolescentes e jovens. Segundo Louro (2014), é essencial evitar um tom alarmante ao discutir esse assunto, a fim de promover um debate saudável e construtivo. Analisando as opções apresentadas: a) Porque provoca a curiosidade de adolescentes e jovens - A curiosidade pode ser um aspecto positivo, desde que seja abordada de forma educativa e consciente. b) Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate - Esta opção reflete a preocupação de Louro em evitar um clima de medo que prejudique a discussão. c) Porque assim promove as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos - Promover o contato com os perigos não é o objetivo desejado ao tratar desse tema. d) Porque isso não afasta adolescentes e jovens, pois não importa o tom da fala para que saibam da existência do perigo - Esta opção não considera a importância de abordar o tema de forma adequada para promover a compreensão e prevenção. e) Porque assim acaba afastando as possibilidades de adolescentes e jovens entrarem em contato com os perigos - Esta opção reflete a preocupação de evitar que os jovens sejam expostos aos perigos sem a devida orientação. Portanto, a alternativa que justifica as considerações de Louro ao tratar da prevenção de infecções sexualmente transmissíveis/ISTs de forma a não afastar os adolescentes e jovens devido ao clima de medo é: b) Porque assim acaba afastando adolescentes e jovens em decorrência do clima de medo que impede o desenvolvimento do debate.

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A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir teorias de fácil compreensão.
A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir teorias de difícil compreensão.
A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir recursos complexos para serem compreendidos por todas e todos.
A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir diferentes recursos fáceis de serem compreendidos por todas e todos.
A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir pouca reflexão em todas e todos.

a) A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir teorias de fácil compreensão.
b) A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir teorias de difícil compreensão.
c) A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir recursos complexos para serem compreendidos por todas e todos.
d) A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir diferentes recursos fáceis de serem compreendidos por todas e todos.
e) A ludicidade como grande aliada nas práticas de educação e sexualidade na escola, para produzir pouca reflexão em todas e todos.

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