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Na Gramática Normativa, a língua é tomada como

A) pautada pela norma, como, por exemplo: “Nóis vai à escola”.
B) não unitária.
C) não monolítica.
D) heterogênea.
E) prescritiva.
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Praticando Para Aprender

ano passado

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ano passado

Para responder à pergunta sobre como a língua é tomada na Gramática Normativa, vamos analisar as alternativas: A) pautada pela norma, como, por exemplo: “Nóis vai à escola”. - Essa frase é um exemplo de uso não normativo, portanto, não representa a visão da Gramática Normativa. B) não unitária. - A Gramática Normativa considera a língua como uma unidade, então essa opção não é correta. C) não monolítica. - Embora a língua tenha variações, a Gramática Normativa busca uma norma padrão, então essa opção não se encaixa. D) heterogênea. - A Gramática Normativa não enfatiza a heterogeneidade, mas sim a norma. E) prescritiva. - A Gramática Normativa é, de fato, prescritiva, pois estabelece regras e normas para o uso correto da língua. A alternativa correta é: E) prescritiva.

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(FEPESE – 2019) Assinale a concepção de linguagem que representa o ensino tradicional de Língua Portuguesa.

A) “Ao invés de um olhar monológico sobre a relação do ser humano com a linguagem, temos uma proposta que assume, mesmo que implicitamente, que o aprendizado com a linguagem se dá por meio do uso que fazemos dela na interação (oral ou escrita) que estabelecemos com o outro, seja ele real ou virtual.” (Faraco & Castro)
B) “O ouvinte que recebe e compreende a significação de um discurso adota para com este discurso uma atitude responsiva ativa: ele concorda ou discorda, completa, adapta […]. A compreensão de uma fala de um enunciado é sempre acompanhada de uma atitude responsiva ativa.” (Bakhtin).
C) “[…] compreende-se que os signos trazem consigo valorações – axiologias/ideologias –, as quais implicam a ética e a estética, e se formam na concretude da vida, que se desenvolve na cultura e na história. Desse modo, os sujeitos usam as diferentes linguagens nas situações reais do cotidiano, marcadas por valores, vivências, traços culturais, políticos, sociais, econômicos; enfim, suas formas de ver o mundo.” (Proposta curricular de Santa Catarina)
D) “[…] a linguagem [é entendida] como uma realidade em si (um sistema gramatical, um monumento, um instrumento); como se ela tivesse vida própria, despregada de seus falantes, da dinâmica das relações sociais, dos movimentos da história.” (Faraco)
E) “[…] é preciso reconhecer que esse [o não-domínio da norma-padrão] não é um problema de origem pedagógica, não adianta introduzir mil técnicas-revolucionárias-de-motivação: trata-se de um fracasso alimentado a fermento pela concepção de língua que condiciona todo o ensino oficial do português e que, ao desconhecer a complexidade vital de seus usos, torna-se incapaz de garantir o aprendizado adequado de um só deles.” (PÉCORA)

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