Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando a situação apresentada: A) continuar no âmbito da competência da justiça comum, caso ainda não tenha sido prolatada a sentença, cabendo à vara do trabalho a execução da decisão. Essa alternativa não está correta, pois, uma vez instalada a vara do trabalho, a competência para julgar a ação passa a ser da Justiça do Trabalho. B) continuar sendo processada e julgada junto à justiça comum em razão do princípio da perpetuatio jurisdictionis, independentemente da fase em que esteja. O princípio da perpetuatio jurisdictionis se aplica, mas não impede a remessa da ação para a vara do trabalho, uma vez que esta foi instalada. C) ser remetida à vara do trabalho, seja qual for a fase em que esteja, para que lá continue sendo processada e julgada, sendo esse novo juízo o competente, inclusive, para executar as sentenças já proferidas pela justiça estadual. Essa alternativa está correta. A instalação da vara do trabalho confere a ela a competência para processar e julgar a ação, independentemente da fase em que se encontre. D) ser remetida à vara do trabalho apenas se ainda não tiver sido prolatada a sentença, cabendo à justiça comum executar a sentença proferida. Essa alternativa não está correta, pois a vara do trabalho pode assumir a competência mesmo após a prolação da sentença. Portanto, a alternativa correta é: C) ser remetida à vara do trabalho, seja qual for a fase em que esteja, para que lá continue sendo processada e julgada, sendo esse novo juízo o competente, inclusive, para executar as sentenças já proferidas pela justiça estadual.
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