Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas com base na Lei Complementar nº 465, de 3 de dezembro de 2009, que trata dos prazos para decisões em processos administrativos tributários. a) (A) as decisões sobre as reclamações apresentadas devem ser proferidas no prazo de até 24 meses, contados da interposição da reclamação. - Esta informação não está correta, pois o prazo é diferente. b) (B) não há prazo para a prolação de decisões, nos casos em que o fisco houver comprovado a existência de dolo, fraude ou simulação na prática infracional do contribuinte. - Essa alternativa não reflete a realidade, pois existem prazos mesmo em casos de dolo. c) (C) o prazo para prolação de decisão, no caso, é 18 meses, e que a extrapolação dos prazos referidos nesse artigo acarreta a extinção do crédito tributário reclamado e a subsequente extinção do processo. - O prazo de 18 meses é correto, mas a parte sobre a extinção do crédito tributário não é precisa. d) (D) o prazo para a prolação da decisão é 18 meses, contados da data da apresentação da reclamação, e desde que não haja Pedido de Esclarecimento, nem a realização de diligências e perícias solicitadas pelo sujeito passivo. - Esta alternativa está correta, pois menciona o prazo de 18 meses e as condições que podem afetar esse prazo. e) (E) as decisões sobre as reclamações apresentadas devem ser proferidas no prazo de 36 meses, sob pena de extinção do processo em razão de prescrição intercorrente, com a consequente extinção, também, do crédito tributário reclamado. - O prazo de 36 meses não é correto. Portanto, a alternativa correta é: d) o prazo para a prolação da decisão é 18 meses, contados da data da apresentação da reclamação, e desde que não haja Pedido de Esclarecimento, nem a realização de diligências e perícias solicitadas pelo sujeito passivo.
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