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Se uma pessoa consome, em um dia, 20 unidades desse alimento, a quantidade máxima de carboidratos que ela ainda pode ingerir nesse dia, considerando-se uma alimentação saudável média de 2 000 quilocalorias, corresponde a

(A) 240 g.
(B) 280 g.
(C) 300 g.
(D) 450 g.
(E) 580 g.
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Perguntas sobre Projetos de Ensino

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder a essa pergunta, precisamos entender a quantidade de carboidratos que a pessoa já consumiu com as 20 unidades do alimento e, em seguida, calcular quanto ela ainda pode ingerir para manter uma alimentação saudável de 2.000 quilocalorias. 1. Identificar a quantidade de carboidratos por unidade do alimento: Essa informação não está presente na pergunta, mas é essencial para calcular a quantidade total de carboidratos consumidos. 2. Calcular a quantidade total de carboidratos consumidos: Multiplicar a quantidade de carboidratos por unidade pelo número de unidades consumidas (20). 3. Determinar a quantidade total de carboidratos permitida em uma dieta de 2.000 kcal: Geralmente, recomenda-se que cerca de 45% a 65% das calorias diárias venham de carboidratos. Para 2.000 kcal, isso seria entre 225 g e 325 g de carboidratos. 4. Subtrair a quantidade de carboidratos já consumidos da quantidade total permitida: Isso nos dará a quantidade máxima de carboidratos que a pessoa ainda pode ingerir. Como não temos a informação sobre a quantidade de carboidratos por unidade do alimento, não podemos calcular a resposta exata. Portanto, você precisa criar uma nova pergunta com os dados necessários para que eu possa ajudar.

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01. A frase do garoto ao final da tira permite concluir que ele

(A) notou a complexidade de sua pergunta ante a resposta obtida.

(B) acreditou que o tigre tinha dúvidas sobre sua pergunta.

(C) entendeu a resposta do tigre como uma espécie de afronta.

(D) ficou convencido de que os nenéns nascem pecadores.

(E) percebeu a importância de sua reflexão, negada pelo tigre.

a) notou a complexidade de sua pergunta ante a resposta obtida.
b) acreditou que o tigre tinha dúvidas sobre sua pergunta.
c) entendeu a resposta do tigre como uma espécie de afronta.
d) ficou convencido de que os nenéns nascem pecadores.
e) percebeu a importância de sua reflexão, negada pelo tigre.

07. Sem prejuízo de sentido ao texto original e em conformidade com a norma-padrão, a passagem – ... sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas. – está adequadamente reescrita em:

(A) ... sem esquecer, uma vez que no fim, os mestres-escolas.
(B) ... sem esquecer, mesmo que no fim, dos mestres-escolas.
(C) ... sem esquecer, embora no fim, os mestres-escolas.
(D) ... sem esquecer, todavia no fim, dos mestres-escolas.
(E) ... sem esquecer, como no fim, os mestres-escolas.

10. A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:

(A) Meu pai buscava no almanaque a informação de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de que pudesse gabar-se!
(B) Para não dizer-lhes que estou mentindo, não sei onde meu pai arranjou aquele almanaque, velharia do século passado.
(C) Se foram também, com a tropa de burros e o barulho imaginário dos sinos da madrinha, as esperanças de um passado glorioso.
(D) Meu pai tinha arranjado o almanaque, achando que encontraria-se neste a informação de algum antepassado ilustre.
(E) E o dedo indicador foi percorrendo os sobrenomes, e tendo encontrado-se o sobrenome Espírito Santo, não podia haver mais dúvidas.

03. Considere os enunciados:
• Não sei onde meu pai arranjou aquele almanaque que catalogava os municípios das Minas Gerais, um um.
• Tenho de confessar que, igual , ainda não vi outro.
• O almanaque, além de exaltar as belezas do lugar e as excelências do clima, listando os vultos mais ilustres, descrevia o povo, começar, como era de se esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas...

De acordo com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com:

(A) a ... aquele ... a

(B) à ... àquele ... a

(C) a ... aquele ... à

(D) à ... aquele ... à

(E) a ... àquele ...

a) a ... aquele ... a
b) à ... àquele ... a
c) a ... aquele ... à
d) à ... aquele ... à
e) a ... àquele ...

Na passagem – Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto mesmo. – a pergunta destacada expressa
A) surpresa.
B) alegria.
C) raiva.
D) compaixão.
E) dispersão.

Ao descrever a organização do almanaque, o autor deixa claro que ele estava organizado
A) sob a ótica do trabalho, razão pela qual os assalariados eram os que primeiro figuravam nos dados.
B) a partir de memórias pessoais dos habitantes de Boa Esperança, sobretudo daqueles mais simples.
C) em ordem alfabética, esquecendo-se, porém, de dar destaque às pessoas mais reconhecidas da cidade.
D) de forma pouco convencional, o que implicava mais tempo dos leitores para encontrar as informações.
E) com hierarquização das informações, iniciando com as personalidades mais notáveis do lugar.

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