Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à situação de Juvenal, que celebrou uma promessa irretratável de compra e venda e se deparou com a recusa do promitente-vendedor em outorgar a escritura definitiva. a) Requerer ao juiz a adjudicação compulsória do imóvel, a despeito de a promessa de compra e venda ter sido celebrada por instrumento particular - Esta alternativa está correta. A adjudicação compulsória é um remédio jurídico que permite ao comprador, em caso de recusa do vendedor, requerer judicialmente a transferência da propriedade, mesmo que a promessa tenha sido feita por instrumento particular. b) Usucapir o imóvel, já que não faria jus à adjudicação compulsória na hipótese - Esta alternativa não é adequada, pois a usucapião requer a posse mansa e pacífica por um determinado período, e Juvenal já tem um direito sobre o imóvel por meio da promessa de compra e venda. c) Desistir do negócio e pedir o dinheiro de volta - Embora Juvenal possa pedir a devolução do dinheiro, essa não é a melhor medida, já que ele tem um direito à adjudicação compulsória. d) Exigir a substituição do imóvel prometido à venda por outro, muito embora inexistisse previsão expressa a esse respeito no contrato preliminar - Esta alternativa não é viável, pois não há previsão contratual para tal substituição. Portanto, a alternativa correta é: a) Requerer ao juiz a adjudicação compulsória do imóvel, a despeito de a promessa de compra e venda ter sido celebrada por instrumento particular.
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