Ed
há 2 anos
Vamos analisar as asserções uma a uma: I. A primitiva da função f(x) = 2x + 1 é F(x) = x(x + 1) + C, e a integral definida no intervalo [1,2] vale 4. - A primitiva correta de f(x) = 2x + 1 é F(x) = x² + x + C, e não F(x) = x(x + 1) + C. Portanto, a primeira parte da asserção I é falsa. - Para calcular a integral definida de f(x) no intervalo [1,2], temos: F(2) = 2² + 2 = 4 + 2 = 6 F(1) = 1² + 1 = 1 + 1 = 2 Portanto, a integral definida é F(2) - F(1) = 6 - 2 = 4, que é verdadeira. Mas como a primitiva está errada, a asserção I como um todo é falsa. II. A integral de f(x) num intervalo [a,b] qualquer equivale à área definida pelo eixo x, pelas retas y = a, y = b e pela curva dessa função, e esse valor equivale a F(b) – F(a). - Esta asserção é verdadeira. A integral definida de uma função em um intervalo [a,b] realmente representa a área sob a curva da função entre esses limites, e o teorema fundamental do cálculo afirma que a integral definida é igual a F(b) - F(a), onde F é uma primitiva de f. Com isso, temos: - A asserção I é falsa. - A asserção II é verdadeira. Portanto, a alternativa correta é: "A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira."
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