Ed
ano passado
Vamos analisar a situação apresentada: A paciente é primigesta, está com 38 semanas de gestação, com 2 cm de dilatação e contrações fracas (2 contrações de 15 segundos em 10 minutos). Após 3 horas, não houve progresso na dilatação e as contrações permaneceram as mesmas, além de uma diminuição na frequência cardíaca fetal (BCF) de 152 bpm para 125 bpm, o que pode ser um sinal de preocupação. Agora, vamos analisar as alternativas: a) Realizar cesárea para a extração fetal. - Essa conduta é indicada em situações de sofrimento fetal ou quando há contraindicações para o parto vaginal, mas não é a primeira opção a ser considerada sem uma avaliação mais detalhada. b) Articular o fórceps para a extração fetal. - O uso de fórceps é indicado em situações de progressão do trabalho de parto, o que não é o caso aqui, já que a dilatação não progrediu. c) Aguardar entrar em fase ativa do trabalho de parto. - A fase ativa do trabalho de parto é caracterizada por dilatação cervical progressiva e contrações regulares. Como a paciente não apresentou progresso, essa opção não é adequada. d) Iniciar ocitocina para acelerar o trabalho de parto. - Essa é uma conduta comum quando há necessidade de aumentar a frequência e a intensidade das contrações, especialmente se a paciente não está progredindo. Diante da análise, a conduta mais adequada segundo as recomendações do ALSO, considerando a falta de progresso e a necessidade de monitorar a saúde fetal, é: d) Iniciar ocitocina para acelerar o trabalho de parto.


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