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A crise do escravismo expressava a difícil questão em torno da substituição da mão de obra, que resultou:
A) na adoção de formas disfarçadas de trabalho compulsório com emprego dos libertos nos cafezais paulistas, uma vez que os imigrantes foram trabalhar em outras regiões do país.
B) no confronto entre a aristocracia tradicional, que defendia a escravidão e os privilégios políticos, e os cafeicultores, que lutavam pela modernização econômica com a doação do trabalho livre.
C) no 'branqueamento' da população, para afastar o predomínio das raças consideradas inferiores e concretizar a ideia do Brasil como modelo de civilização dos trópicos.
D) no tráfico interprovincial dos escravos das áreas decadentes do Nordeste para o Vale do Paraíba, para a garantia da rentabilidade do café.
E) na constituição de um mercado interno de mão de obra livre, constituído pelos libertos, uma vez que a maioria dos imigrantes se rebelou contra a superexploração do trabalho.
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ano passado

Respostas

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Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a que melhor representa a crise do escravismo e suas consequências: A) Adoção de formas disfarçadas de trabalho compulsório com emprego dos libertos nos cafezais paulistas, uma vez que os imigrantes foram trabalhar em outras regiões do país. - Essa alternativa menciona a utilização de mão de obra livre, mas não aborda diretamente a questão da substituição da mão de obra. B) Confronto entre a aristocracia tradicional, que defendia a escravidão e os privilégios políticos, e os cafeicultores, que lutavam pela modernização econômica com a doação do trabalho livre. - Essa alternativa reflete bem a tensão entre os interesses da aristocracia escravocrata e a necessidade de modernização econômica. C) 'Branqueamento' da população, para afastar o predomínio das raças consideradas inferiores e concretizar a ideia do Brasil como modelo de civilização dos trópicos. - Embora o "branqueamento" tenha sido uma ideia presente na sociedade brasileira, não é diretamente uma consequência da crise do escravismo. D) Tráfico interprovincial dos escravos das áreas decadentes do Nordeste para o Vale do Paraíba, para a garantia da rentabilidade do café. - Essa alternativa fala sobre o tráfico, mas não aborda a questão da substituição da mão de obra. E) Constituição de um mercado interno de mão de obra livre, constituído pelos libertos, uma vez que a maioria dos imigrantes se rebelou contra a superexploração do trabalho. - Essa alternativa menciona a formação de um mercado de trabalho livre, mas não é a principal consequência da crise do escravismo. Após essa análise, a alternativa que melhor representa a crise do escravismo e a questão da substituição da mão de obra é: B) no confronto entre a aristocracia tradicional, que defendia a escravidão e os privilégios políticos, e os cafeicultores, que lutavam pela modernização econômica com a doação do trabalho livre.

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Essas imagens de D. Pedro II foram feitas no início dos anos de 1850, pouco mais de uma década após o Golpe da Maioridade. Considerando o contexto histórico em que foram produzidas e os elementos simbólicos destacados, essas imagens representavam um:
A) soberano religioso que acataria a autoridade papal.
B) jovem maduro que agiria de forma irresponsável.
C) monarca absolutista que exerceria seu autoritarismo.
D) imperador adulto que governaria segundo as leis.
E) líder guerreiro que comandaria as vitórias militares.

A imagem, que está relacionada a situação social dos negros no Brasil após a abolição da escravidão, em 13 de maio de 1888, é reflexo de:
A) um ato da Princesa Isabel, que resultou no fim de mais de três séculos de escravidão e possibilitou uma vida digna aos negros.
B) uma lei que ratificou a libertação dos escravos, impedindo a difusão do preconceito e da discriminação aos libertos.
C) uma lei que libertou os escravos, mas sem viabilizar a inserção destes na sociedade e seu acesso a direitos sociais básicos.
D) um movimento que se desenvolveu no Brasil e que garantiu condições de acesso de forma igualitária aos negros no mercado de trabalho.
E) um processo que, apesar de lento e gradual, garantiu a cidadania aos ex-escravos, na medida em que pôs fim a hedionda instituição da escravidão.

A valorização dos bens mencionados encontra-se correlacionada a ações educativas que promovem a(s):
A) evolução de atividades artesanais herdadas do passado.
B) representações sociais formadoras de identidades coletivas.
C) mobilizações políticas criadoras de tradições culturais urbanas.
D) hierarquização de festas folclóricas praticadas por grupos locais.
E) formação escolar dos jovens para o trabalho realizado nas comunidades.

Os seus líderes terminaram presos e assassinados. A “marujada” rebelde foi inteiramente expulsa da esquadra. Num sentido histórico, porém, eles foram vitoriosos. A “chibata” e outros castigos físicos infamantes nunca mais foram oficialmente utilizados; a partir de então, os marinheiros – agora respeitados – teriam suas condições de vida iam da condição de ser membro de sindicato reconhecido pelo governo.
No contexto histórico retratado pelo texto, a relação entre governo e movimento sindical foi caracterizada:
A. pelas benesses sociais do getulismo.
B. por um diálogo democraticamente constituído.
C. por uma legislação construída consensualmente.
D. pelo reconhecimento de diferentes ideologias políticas.
E. pela vinculação de direitos trabalhistas à tutela do Estado.

Na África, os europeus morriam como moscas; aqui eram os índios que morriam: agentes patogênicos da varíola, do sarampo, da coqueluche, da catapora, do tifo, da difteria, da gripe, da peste bubônica, e possivelmente da malária, provocaram no Novo Mundo o que Dobyns chamou de “um dos maiores cataclismos biológicos do mundo”. No entanto, é importante enfatizar que a falta de imunidade, devido ao seu isolamento, não basta para explicar a mortandade, mesmo quando ela foi de origem patogênica.
Uma ação empreendida pelos colonizadores que contribuiu para o desastre mencionado foi o(a)
a) desqualificação do trabalho das populações nativas.
b) abertura do mercado da colônia às outras nações.
c) interdição de Portugal aos saberes autóctones.
d) incentivo da metrópole à emigração feminina.
e) estímulo dos europeus às guerras intertribais.

O processamento da mandioca era uma atividade já realizada pelos nativos que viviam no Brasil antes da chegada de portugueses e africanos. Entretanto, ao longo do processo de colonização portuguesa, a produção da farinha foi aperfeiçoada e ampliada, tornando-se lugar-comum em todo o território da colônia portuguesa na América. Com a consolidação do comércio atlântico em suas diferentes conexões, a farinha atravessou os mares e chegou aos mercados africanos.
Considerando a formação do espaço atlântico, esse produto exemplifica historicamente a:
A. difusão de hábitos alimentares.
B. disseminação de rituais festivos.
C. ampliação dos saberes autóctones.
D. apropriação de costumes guerreiros.
E. diversificação de oferendas religiosas.

As convicções religiosas dos escravos eram entretanto colocadas a duras provas quando de sua chegada ao Novo Mundo, onde eram batizados obrigatoriamente “para a salvação de sua alma” e deviam curvar-se às doutrinas religiosas de seus mestres. lemanjá, mãe de numerosos outros orixás, foi sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, e Nanã Buruku, a mais idosa das divindades das águas, foi comparada a Sant’Ana, mãe da Virgem Maria.
O sincretismo religioso no Brasil colônia foi uma estratégia utilizada pelos negros escravizados para
a) compreender o papel do sagrado para a cultura europeia.
b) garantir a aceitação pelas comunidades dos convertidos.
c) preservar as crenças e a sua relação com o sagrado.
d) integrar as distintas culturas no Novo Mundo.
e) possibilitar a adoração de santos católicos.

Considerando o conceito do Antigo Sistema Colonial, o açúcar foi o produto escolhido por Portugal para dar início à colonização brasileira, em virtude de
O açúcar e suas técnicas de produção foram levados à Europa pelos árabes no século VIII, durante a Idade Média, mas foi principalmente a partir das Cruzadas (séculos XI e XIII) que a sua procura foi aumentando. Nessa época passou a ser importado do Oriente Médio e produzido em pequena escala no sul da Itália, mas continuou a ser um produto de luxo, extremamente caro, chegando a figurar nos dotes de princesas casadoiras.
a) o lucro obtido com o seu comércio ser muito vantajoso.
b) os árabes serem aliados históricos dos portugueses.
c) a mão de obra necessária para o cultivo ser insuficiente.
d) as feitorias africanas facilitarem a comercialização desse produto.
e) os nativos da América dominarem uma técnica de cultivo semelhante.

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