Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à responsabilidade dos profissionais da saúde no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e à situação crítica em que o risco de vida é iminente. A - Impossível prestar qualquer atendimento, sem que esteja disponível alguma informação da vítima. Essa afirmação não é verdadeira, pois em situações de emergência, os profissionais podem agir mesmo sem informações completas. B - A escassez de informações, risco iminente de morte, necessidade de intervenções avançadas e invasivas, dentre outros, são atitudes e situações que colaboram para que a equipe realize o atendimento como ordem de prioridade, estabelecendo a vida como prioridade. Essa alternativa reflete bem a realidade do APH, onde a prioridade é salvar vidas, mesmo diante da falta de informações. C - É importante que o paciente se torne participativo das decisões ora elencadas. Embora a participação do paciente seja importante em situações normais, em emergências críticas, isso pode não ser viável. D - Para esses casos, o importante é estabilizar o paciente como ordem de prioridade. Essa afirmação é verdadeira, mas não aborda completamente a questão da escassez de informações e a urgência do atendimento. A alternativa que melhor se adequa à citação anterior, considerando a prioridade de salvar vidas em situações críticas, é: B - A escassez de informações, risco iminente de morte, necessidade de intervenções avançadas e invasivas, dentre outros, são atitudes e situações que colaboram para que a equipe realize o atendimento como ordem de prioridade, estabelecendo a vida como prioridade.
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