Logo Passei Direto
Buscar
Acerca do tema, leia as assertivas abaixo.
I. De forma excepcional, o poder judiciário poderá intervir em decisões de mérito, desde que observados os critérios de razoabilidade e proporcionalidade.
II. O prazo decadencial não é um instituto que decai sob a anulação ou revogação de ato viciado, pois a qualquer momento, sem limite temporal, a Administração Pública poderá rever seus atos por força da autotutela.
III. Os recusos administrativos podem gerar efeitos suspensivos, devolutivos e de impedimento de formação da coisa julgada. No caso dos efeitos suspensivos, esses deverão observar estritamente a previsão legal, enquanto os devolutivos relacionam-se ao envio do recurso para autoridade competente superior a que proferiu a decisão impugnada.
IV. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.

A sequência correta é:
Apenas as assertivas III e IV estão corretas
Apenas as assertivas I e IV estão corretas
Apenas as assertivas I e II estão incorretas
As assertivas I, III e IV estão corretas
User badge image
Aprendendo Através de Exercícios

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Vamos analisar cada assertiva: I. De forma excepcional, o poder judiciário poderá intervir em decisões de mérito, desde que observados os critérios de razoabilidade e proporcionalidade. Verdadeira, o Judiciário pode intervir em decisões administrativas em casos excepcionais, respeitando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade. II. O prazo decadencial não é um instituto que decai sob a anulação ou revogação de ato viciado, pois a qualquer momento, sem limite temporal, a Administração Pública poderá rever seus atos por força da autotutela. Falsa, o prazo decadencial é um limite temporal para a Administração Pública anular atos administrativos, e a autotutela não permite a revisão indefinida de atos. III. Os recursos administrativos podem gerar efeitos suspensivos, devolutivos e de impedimento de formação da coisa julgada. No caso dos efeitos suspensivos, esses deverão observar estritamente a previsão legal, enquanto os devolutivos relacionam-se ao envio do recurso para autoridade competente superior a que proferiu a decisão impugnada. Verdadeira, essa assertiva está correta, pois descreve adequadamente os efeitos dos recursos administrativos. IV. O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé. Verdadeira, essa assertiva está correta, pois o prazo decadencial para a Administração anular atos administrativos é de cinco anos, salvo em casos de má-fé. Agora, vamos resumir as assertivas: - I: Correta - II: Incorreta - III: Correta - IV: Correta Portanto, a alternativa que contém todas as assertivas corretas é: "As assertivas I, III e IV estão corretas."

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

Analise as afirmativas abaixo acerca da responsabilidade civil no âmbito da Administração Pública.
I. A teoria do risco criado determina que o Estado detém o dever de guarda e vigilância quando há a custódia de pessoa ou de um bem, como um interno em uma unidade prisional, sendo o Estado responsável pela saúde, integridade e a manutenção da dignidade humana em face da situação prisional. Segundo a teoria mencionada, trata-se de responsabilidade civil objetiva. Assim, em situação em que um preso comete suicídio, os familiares do preso, para serem indenizados, não precisarão provar eventual culpa/omissão da Administração Pública, já que a responsabilidade civil estatal pela integridade dos presidiários é objetiva em face dos riscos da atividade criada pelo próprio Estado.
II. As excludentes de responsabilidade admitidas pela teoria do risco administrativos são a culpa exclusiva da vítima, caso fortuito, fato de terceiro, força maior.
III. O caso fortuito é a hipótese em que o Estado não responderá pelo dano, pois por ser considerado inevitável, um fato da natureza, não teria como prevê-lo. Já a força maior enquadra-se na culpa de terceiro, que decorre de um prejuízo causado por um particular a outro, havendo a quebra do nexo causal.
IV. A teoria do risco integral é admitida como regra geral no que diz respeito a responsabilidade civil do Estado, e faz referência aos danos causados diretamente por omissão do Estado quando este deveria agir. Havendo dano ou prejuízo não há o que se falar em excludente da responsabilidade, e segundo a referida teoria o Estado responde de qualquer forma. Além de norma geral, pode ser aplicada em casos de acidentes nucleares, danos ambientais situações que envolvam material bélico

## É correto o que se afirma em
As alternativas II, III e IV estão incorretas
Apenas a alternativa IV está incorreta
As alternativas I e II estão corretas
Apenas as alternativas I e III estão corretas

Sobre a responsabilidade civil do Estado, assinale a alternativa incorreta.
No que diz respeito a teoria do risco criado não há o que se falar em excludente de responsabilidade quando a Administração, que por meio de ato lícito apreende a coisa, gera algum dano a mesma enquanto detém sua custódia.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
A teoria do risco administrativo admite excludentes de responsabilidade apenas nas situações em que houver o rompimento do nexo de causalidade como, por exemplo, nas hipóteses de dano decorre de caso fortuito (prejuízo atrelado a pessoa estranha ao quadro funcional da administração) e força maior (fato imprevisível e incontrolável). Não é admitida, no entanto, a culpa exclusiva da vítima como causa de exclusão de responsabilidade pois o Estado deve sempre responder objetivamente pelo dano causado dentro do âmbito de suas funcionalidades
A teoria do risco social possui foco em uma ação lícita do Estado que acaba resultando em um dano refletido em toda a coletividade. De forma geral, não há o que se falar de responsabilização do Estado, tendo em vista que o ato praticado foi lícito e levando-se em consideração a prerrogativa da supremacia do interesse público perante o privado no que diz respeito ação que favorecerá a coletividade em detrimento de alguns particulares

Mais conteúdos dessa disciplina