Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos considerar a situação clínica da paciente, que apresenta um quadro pulmonar e é diagnosticada com HIV, com uma carga viral de 10.000 cópias/mL e contagem de linfócitos T CD4+ de 150 células/mL. Isso indica que a paciente está em um estado imunológico comprometido e, portanto, precisa de tratamento imediato. Vamos analisar as alternativas: A) Concomitantemente, quimioterapia e terapia antirretroviral. - Não é a abordagem padrão para essa situação, pois a quimioterapia não é indicada sem um diagnóstico específico de câncer. B) Imediatamente, esquema RIPE associado a terapia antirretroviral. - O esquema RIPE (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol) é utilizado para tratar tuberculose, que pode ser uma causa do quadro pulmonar. A terapia antirretroviral deve ser iniciada, mas a combinação imediata pode não ser a prática padrão. C) Imediatamente, ceftriaxona endovenosa por 7 dias, associada a terapia antirretroviral. - Ceftriaxona é um antibiótico e não é a primeira escolha para tratar infecções pulmonares em pacientes com HIV. D) Imediatamente, quimioterapia e, após 12 semanas, associar terapia antirretroviral. - Novamente, a quimioterapia não é indicada sem um diagnóstico específico de câncer. E) Imediatamente, esquema RIPE e, após 8 semanas de tratamento, associar terapia antirretroviral. - Essa opção sugere iniciar o tratamento para tuberculose e, após um período, iniciar a terapia antirretroviral, o que é uma abordagem mais comum em casos de coinfecção. Diante disso, a alternativa mais adequada, considerando a necessidade de tratar a patologia pulmonar e o HIV, é a E) imediatamente, esquema RIPE e, após 8 semanas de tratamento, associar terapia antirretroviral.
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