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ano passado
Os poderes e deveres do inventariante são fundamentais para a administração do espólio. Aqui estão os principais: 1. Representação do espólio: O inventariante deve representar o espólio em processos judiciais, administrativos e extrajudiciais. 2. Administração dos bens: Deve cuidar dos bens do espólio com a mesma diligência que teria com os seus próprios. 3. Declarações: É responsável por prestar as primeiras e últimas declarações, podendo fazê-lo pessoalmente ou por procurador. 4. Exibição de documentos: Deve exibir em cartório, a qualquer tempo, os documentos do espólio para exame dos herdeiros. 5. Certidão do testamento: Deve juntar a certidão do testamento, se houver. 6. Colação de bens: É responsável por trazer à colação os bens recebidos por herdeiros renunciantes ou excluídos. 7. Prestação de contas: Deve prestar contas de sua gestão ao deixar o cargo ou sempre que o juiz determinar. 8. Declaração de insolvência: Pode requerer a declaração de insolvência do espólio, se os bens forem insuficientes para pagar as dívidas. 9. Alienação de bens: Pode alienar bens do espólio, com autorização do juiz e ouvidos os herdeiros. 10. Transação: Pode transigir em juízo ou fora dele, com autorização do juiz e ouvidos os herdeiros. 11. Pagamento de dívidas: Deve pagar as dívidas do espólio, com autorização do juiz e ouvidos os herdeiros. 12. Despesas necessárias: Pode fazer despesas para a conservação e melhoramento dos bens do espólio, com autorização do juiz e ouvidos os herdeiros. Esses poderes e deveres visam garantir a correta administração do espólio e a proteção dos interesses dos herdeiros.
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