Ed
ano passado
Para analisar a situação apresentada, precisamos entender o conceito de ato administrativo e suas características, especialmente no que diz respeito à remoção de servidores públicos. A remoção de ofício é um ato administrativo que pode ser praticado de forma discricionária pela Administração Pública, mas deve respeitar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Se o ato de remoção não respeitar esses princípios, ele pode ser considerado viciado. Vamos analisar as alternativas: a) "está viciado, razão pela qual o Judiciário deve ser provocado para anulá-lo;" - A anulação é um remédio para atos viciados, mas a remoção pode ser revogada ou cassada dependendo do caso. b) "está viciado, razão pela qual o Judiciário deve ser provocado para revogá-lo;" - A revogação é uma possibilidade, mas normalmente se refere a atos válidos que não são mais convenientes. c) "está viciado, razão pela qual Judiciário deve ser provocado para cassá-lo;" - A cassação é um termo que se refere a atos que foram praticados de forma irregular, mas não é o termo mais comum para remoções. d) "não está viciado, pois a Administração Pública não precisa expor os motivos pelos quais pratica um ato discricionário;" - Isso não é correto, pois mesmo atos discricionários devem ter uma justificativa que respeite os princípios administrativos. e) "não está viciado, pois, pela teoria do órgão, quem praticou ato não foi a pessoa natural de Marcelo, e sim a própria Administração." - A teoria do órgão é correta, mas não justifica a ausência de vício se houver irregularidade no ato. Diante da análise, a alternativa que melhor se encaixa na situação de João, considerando que o ato de remoção pode ser viciado e que o Judiciário deve ser provocado para anular um ato viciado, é a) "está viciado, razão pela qual o Judiciário deve ser provocado para anulá-lo."
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