Imagine que você é um fisioterapeuta do setor de uma UTI respiratória e admite um paciente com a seguinte característica: paciente do sexo masculino, 72 anos, com diagnóstico médico de pneumonia comunitária grave evoluindo para insuficiência respiratória aguda. Apresenta como principal queixa quadro de dispneia intensa, febre persistente e queda da saturação periférica de oxigênio. Histórico de DPOC, tabagismo prévio (40 maços/ano) e hipertensão arterial sistêmica. Evoluiu com piora do padrão respiratório, sendo necessária intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva (VMI).
Avaliação Fisioterapêutica Inicial:
Estado de consciência: sedado (RASS -3)
Ventilação mecânica:
Modo: assistido-controlado a volume (ACV)
Vt: 6 ml/kg
PEEP: 8 cmH2O
FIO2: 60%
Sinais vitais:
FC: 102 bpm
FR: 22 irpm
PA: 135/85 mmHg
SpO2: 91%
Ausculta pulmonar:
Estertores crepitantes difusos em bases.
Murmúrio vesicular diminuído bilateralmente.
Gasometria arterial:
pH: 7,32
PaO2: 62 mmHg
PaCO2: 52 mmHg
HCO3: 25 mEq/L
Imagem: radiografia de tórax com consolidações bibasais.
carlamayarauniversitaria
anteontem
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