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Camila, 27 anos, balconista, solteira. QD: Cefaleia progressiva há 3 dias. HPMA: A paciente refere cefaleia holocraniana em aperto, progressiva, há 3 dias. O início da dor foi insidioso. Hoje apresentou 2 episódios de vômitos pela manhã. No início do quadro, a dor melhorava com analgésicos comuns mas agora estes não surtem efeito. ISDA: Cirurgia para retirada do apêndice há 6 anos. AP: Costumava ter cefaleia hemicraniana latejante no período perimenstrual até há uns 5 anos atrás. Toma anticoncepcional oral há 3 anos. AF: Mãe com histórico de enxaqueca Ao exame: BEG, corada, desidratada, anictérica PA: 110 x 70 mmHG P=FC=95 T: 37,9 C֯ Cardio: Bulhas rítmicas normofonéticas Pulmões: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios Abdome: normal Neuro: Força muscular grau 5 nos 4 membros, reflexos presentes e simétricos, sem alteração de sensibilidade e coordenação. Nervos cranianos normais, exceto borramento de papila bilateral. Rigidez de nuca presente Hemoglobina: 13 g/dl (13–15 g/dl) Hematócrito: 41% (40–45%) Plaquetas: 220.000/ml (150.000–350.000/ml) Leucócitos: 15.500 mm3 (3000-10000) PCR: 10 (>0,08) Qual o diagnóstico sindrômico? Cefaleia/Síndrome álgica Qual o diagnóstico etiológico mais provável? Quais os achados da anamnese, exame físico e exames gerais que comprovam esses diagnósticos? Qual (ais) exame(s) deve(m) ser solicitado(s) para o diagnóstico?
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Caren De Lucena Mesquita

há 2 meses

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