Ed
mês passado
Vamos responder passo a passo com base na Lei do Nauta (Lei nº 13.475/17) e no contexto apresentado: 1. Sobre a regulamentação da profissão de comissário e a Lei do Nauta: - O comissário não é considerado tripulante técnico nem integra a cabine de comando; ele faz parte da tripulação de cabine, responsável pela segurança e conforto dos passageiros. - A tripulação mínima para operar voos comerciais regulares é estabelecida pela ANAC, e não necessariamente pela Lei do Nauta. - A tripulação composta não é restrita apenas a voos internacionais; pode variar conforme o tipo de operação. - A função principal do comissário não é assistência médica, mas sim a segurança e o atendimento aos passageiros, incluindo ações em emergências. - A carga horária máxima para comissários não é fixada em 120 horas mensais para aeronaves a jato pela Lei do Nauta. Portanto, nenhuma das alternativas apresentadas está correta conforme a Lei nº 13.475/17. 2. Sobre a situação de emergência a bordo (hipóxia em voo a alta altitude): - A rápida subida a altitudes superiores a 30.000 pés pode causar hipóxia (falta de oxigênio), levando a confusão mental e dificuldade respiratória. - A tripulação deve agir prontamente distribuindo máscaras de oxigênio. - O comandante (mandante) deve iniciar a descida de emergência para altitude segura. - Essa situação exige conhecimento técnico sobre fisiologia humana (efeitos da altitude) e sistemas da aeronave (sistemas de oxigênio e pressurização). Resumo: O comissário é parte da tripulação de cabine, responsável pela segurança e atendimento, não integra a cabine de comando nem tem função médica principal. Em emergências como hipóxia, a tripulação deve agir rapidamente com uso de oxigênio e descida da aeronave, demonstrando conhecimento técnico necessário. Se precisar, posso ajudar a esclarecer mais pontos!


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