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Nas estratégias de captação de recursos existem pontos que diferenciam a Pessoa Física da Pessoa Jurídica, principalmente naquele ponto que várias vezes são esquecidos, os impostos. A respeito: i) como pessoa física, há a possibilidade de associação simples, uma associação artístico-cultural. Dois ou mais artistas podem criar uma associação cultural, uma associação artística; nesse caso, o imposto é muito menor (a taxa varia por região, mas é menor que o da pessoa física). O imposto é quase sempre retido na fonte, a depender dos projetos e das leis de incentivos. Essa recomendação é uma regra, mas uma estratégia. É interessante criar uma associação simples, em cartório, pagar a taxa de anuidade e fazer os projetos artísticos por meio desse coletivo; ii) as contrapartidas são convites (isenção) que a empresa ou o governo vão ganhar patrocinando o projeto, e as cotas correspondem à divisão em cotas desses ingressos. Ao fornecer ingressos para exposição, por exemplo, será decidido qual patrocinador terá um maior número desses ou qual irá ter brindes melhores; iii) impostos são cobrados de tudo. Salvo raríssimos casos de isenção fiscal, a maioria dos projetos públicos ou privados paga imposto - se é pessoa física, direto no imposto de renda; se é jurídica, varia de acordo com cada legislação vigente. Mas de acordo com a regra nacional, as iniciativas e as produções artístico-culturais, tudo que é voltado às artes e à cultura tende a ter um imposto muito reduzido em relação às iniciativas comerciais, por exemplo, que são taxadas com imposto normal. É importante ficar atento a todas essas possibilidades de impostos, da nossa personalidade (física ou jurídica), impostos sobre materiais e logística, imposto retido na alfândega, entre outros.
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Anielo Rodrigues

há 6 dias

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há 6 dias

Nas estratégias de captação de recursos, as diferenças entre Pessoa Física e Pessoa Jurídica são importantes, especialmente no que se refere aos impostos: 1. Pessoa Física: Pode criar uma associação simples (artístico-cultural) para reduzir a carga tributária. Essa associação, registrada em cartório, permite que artistas façam projetos coletivos com impostos menores, geralmente retidos na fonte, conforme leis de incentivo. 2. Contrapartidas: Empresas ou governos que patrocinam projetos recebem convites ou cotas de ingressos como retorno, que podem variar conforme o patrocínio. 3. Impostos: Quase todos os projetos pagam impostos, mas iniciativas artístico-culturais têm tributação reduzida em comparação a projetos comerciais. Pessoa física paga imposto direto no IR; pessoa jurídica segue a legislação específica vigente. Além disso, é preciso considerar impostos sobre materiais, logística e possíveis taxas alfandegárias. Portanto, a estratégia de usar associações simples para projetos artísticos é vantajosa para reduzir impostos e facilitar a captação de recursos, mas é fundamental estar atento às obrigações fiscais conforme a natureza jurídica e o tipo de projeto.

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