Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas com base no papel da Atenção Primária à Saúde (APS) na Vigilância em Saúde do Trabalhador e na necessidade de intervenções coletivas e interprofissionais: a) Implementar grupos de ginástica laboral na UBS, fornecer cartilhas e restringir anti-inflamatórios a quem aderir: essa abordagem é limitada ao ambiente da UBS, não envolve a cooperativa diretamente, e restringir medicamentos não é prática adequada. b) Articular ação intersetorial com o CEREST para mapear riscos ergonômicos na cooperativa, elaborar plano participativo de educação em saúde e reorganização do trabalho, encaminhar para reabilitação fisioterapêutica e emitir atestados para afastamento temporário: essa alternativa envolve ação intersetorial, participação dos trabalhadores, abordagem coletiva e individual, e é alinhada com o papel da APS na Vigilância em Saúde do Trabalhador. c) Acionar Vigilância Sanitária e Ministério do Trabalho para autuação e interdição imediata: medida extrema, que pode prejudicar os trabalhadores e não prioriza o diálogo e a intervenção participativa. Portanto, a alternativa correta é: b. Articular ação intersetorial com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) para o mapeamento dos riscos ergonômicos na cooperativa, elaborando, de forma participativa com os trabalhadores, plano de educação em saúde e reorganização do processo laboral. Encaminhar os cooperados sintomáticos de forma prioritária para a reabilitação fisioterapêutica na atenção secundária, emitindo atestados médicos para o afastamento temporário das atividades laborais como medida central para garantir a recuperação osteomuscular.
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