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Paciente, sexo masculino, de 32 anos, metalúrgico, procura a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após trauma ocular por fragmento metálico de alta velocidade. Refere dor intensa, baixa acuidade visual e sensação de corpo estranho. Ao exame: Acuidade visual reduzida no olho direito, pupila irregular, pequena ferida corneana, presença de Seidel positivo, câmara anterior discretamente rasa.
Considerando a fisiopatologia do trauma ocular e o risco de perda visual permanente, qual é a conduta inicial mais apropriada?
a. Realizar irrigação ocular abundante, remover corpos estranhos visíveis, ocluir o olho com curativo compressivo e prescrever analgésicos para acompanhamento ambulatorial.
b. Instilar colírio anestésico para analgesia contínua, realizar eversão palpebral e tentar remover possível corpo estranho, realizar curativo compressivo no olho acometido e reavaliar após 24 horas.
c. Realizar tonometria para avaliar pressão intraocular, prescrever anti-inflamatório para controle da dor, aguardar resultado do exame para definição terapêutica e curativo compressivo no olho acometido.
d. Proteger o olho com escudo rígido sem compressão, manter jejum, iniciar antibioticoterapia sistêmica e encaminhar imediatamente ao centro cirúrgico especializado.
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Aprendendo com Exercícios

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Analisando o caso: paciente com trauma ocular penetrante (ferida corneana, Seidel positivo, câmara anterior rasa), há risco de saída do humor aquoso e possível lesão grave, com risco de perda visual. Conduta inicial adequada em trauma ocular penetrante inclui: - Não realizar pressão ou compressão no olho (evitar curativo compressivo). - Proteger o olho com escudo rígido para evitar manipulação. - Manter jejum para possível cirurgia. - Iniciar antibioticoterapia sistêmica para prevenir infecção. - Encaminhar imediatamente para centro cirúrgico especializado. Portanto, a alternativa correta é: d) Proteger o olho com escudo rígido sem compressão, manter jejum, iniciar antibioticoterapia sistêmica e encaminhar imediatamente ao centro cirúrgico especializado.

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Paciente, sexo feminino, com 6 semanas e 3 dias de amenorreia, chega ao pronto atendimento com dor abdominal súbita, intensa progressiva, associada a sangramento vaginal discreto e episódio de lipotimia. Antecedentes: ciclos irregulares, sem uso de contraceptivos. Ao exame físico, estado geral: pálida, sudoreica, PA: 85/55 mmHg, FC: 118 bpm, palpação abdominal: dor difusa com sinais de irritação peritoneal. Exame especular: escasso. Toque vaginal: colo fechado, dor intensa à mobilização cervical, abaulamento doloroso em fundo de saco posterior. Após exames laboratoriais, apresenta os seguintes resultados: ß-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 9,5 g/dL. Na ultrassonografia cavidade uterina vazia, endométrio espessado (14 mm), massa anexial direita heterogênea de 3,5 cm, moderado volume de líquido livre com ecos internos em fundo de saco e cavidade abdominal.
Considerando o diagnóstico diferencial entre abortamento, gravidez ectópica e mola hidatiforme, avalie o quadro e assinale a que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta correta, priorizando a redução da morbimortalidade materna.
a. Abortamento incompleto com sangramento ativo, indicando uterino por aspiração manual intrauterina após estabilização clínica inicial.
b. Gravidez molar inicial associada a sangramento do primeiro trimestre, sendo indicada evacuação uterina e seguimento seriado do ß-hCG pós-procedimento.
c. Gravidez ectópica rota com hemoperitônio, devendo realizar imediatamente ressuscitação volêmica e intervenção cirúrgica emergencial.
d. Gestação de localização indeterminada hemodinamicamente instável, repetir o ß-hCG e ultrassonografia após estabilização antes da definição terapêutica.

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