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Homem de 58 anos, pedreiro, procura atendimento ambulatorial com história de abaulamento inguinal direito há 2 anos. Refere aumento progressivo do volume, desconforto aos esforços e necessidade de interromper atividades laborais. Nas últimas 24 horas, relata dor local de moderada intensidade, porém mantém eliminação de flatos e fezes. Nega náuseas ou vômitos. Ao exame físico: abaulamento inguinal direito doloroso à palpação, massa parcialmente redutível, ausência de sinais flogísticos intensos, abdome plano e ruídos hidroaéreos presentes.
Com base na análise integrada do quadro clínico, qual é a interpretação mais adequada e a conduta recomendada?
a. Hérnia inguinal sem sinais de sofrimento intestinal, com indicação de avaliação cirúrgica urgente.
b. Hérnia inguinal irredutível crônica sem sinais de sofrimento intestinal, com indicação de programação cirúrgica eletiva.
c. Hérnia inguinal estrangulada com sinais de sofrimento intestinal, com indicação de intervenção cirúrgica imediata.
d. Hérnia inguinal redutível sem complicações, com indicação de acompanhamento ambulatorial e cirurgia eletiva programada.
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Aprendendo com Exercícios

há 3 semanas

Respostas

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há 3 semanas

Vamos analisar o caso passo a passo: - Homem de 58 anos com abaulamento inguinal direito há 2 anos, aumento progressivo, desconforto aos esforços e necessidade de interromper atividades. - Nas últimas 24 horas, dor local moderada, massa parcialmente redutível. - Mantém eliminação de flatos e fezes (sem obstrução intestinal). - Exame: abaulamento doloroso, massa parcialmente redutível, sem sinais intensos de inflamação, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes. Interpretação: - Hérnia inguinal com dor e abaulamento parcialmente redutível, sem sinais de obstrução ou estrangulamento (pois mantém eliminação de gases e fezes, sem náuseas/vômitos). - Dor recente sugere possível encarceramento ou início de complicação, mas ainda sem sinais claros de estrangulamento. Conduta: - Hérnia com sintomas e dor, mesmo sem sinais de sofrimento intestinal, deve ser avaliada cirurgicamente com urgência para evitar complicações. Portanto, a alternativa correta é: a) Hérnia inguinal sem sinais de sofrimento intestinal, com indicação de avaliação cirúrgica urgente.

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Paciente, sexo feminino, com 6 semanas e 3 dias de amenorreia, chega ao pronto atendimento com dor abdominal súbita, intensa progressiva, associada a sangramento vaginal discreto e episódio de lipotimia. Antecedentes: ciclos irregulares, sem uso de contraceptivos. Ao exame físico, estado geral: pálida, sudoreica, PA: 85/55 mmHg, FC: 118 bpm, palpação abdominal: dor difusa com sinais de irritação peritoneal. Exame especular: escasso. Toque vaginal: colo fechado, dor intensa à mobilização cervical, abaulamento doloroso em fundo de saco posterior. Após exames laboratoriais, apresenta os seguintes resultados: ß-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 9,5 g/dL. Na ultrassonografia cavidade uterina vazia, endométrio espessado (14 mm), massa anexial direita heterogênea de 3,5 cm, moderado volume de líquido livre com ecos internos em fundo de saco e cavidade abdominal.
Considerando o diagnóstico diferencial entre abortamento, gravidez ectópica e mola hidatiforme, avalie o quadro e assinale a que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta correta, priorizando a redução da morbimortalidade materna.
a. Abortamento incompleto com sangramento ativo, indicando uterino por aspiração manual intrauterina após estabilização clínica inicial.
b. Gravidez molar inicial associada a sangramento do primeiro trimestre, sendo indicada evacuação uterina e seguimento seriado do ß-hCG pós-procedimento.
c. Gravidez ectópica rota com hemoperitônio, devendo realizar imediatamente ressuscitação volêmica e intervenção cirúrgica emergencial.
d. Gestação de localização indeterminada hemodinamicamente instável, repetir o ß-hCG e ultrassonografia após estabilização antes da definição terapêutica.

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