Um centro cultural comunitário desenvolve um projeto com jovens para fortalecer pertencimento e participação cidadã. Um patrocinador sugere adotar um “modelo global pronto”, com oficinas idênticas às de outras cidades, para facilitar indicadores e comparação de resultados. O pedagogo alerta que a globalização tende a uniformizar processos culturais e padronizar identidades, podendo enfraquecer desejos e objetivos coletivos das comunidades locais. Ele defende que instituições e comunidades precisam reconhecer sua essência e construir ações contextualizadas, co-criadas com os participantes, com acessibilidade e escuta ativa. O projeto prevê articulação com serviços do território (biblioteca, esportes, saúde), criando uma rede de oportunidades educativas que valoriza diversidade, sem excluir sujeitos por diferenças. Sobre organização pedagógica em espaço não escolar diante da globalização, é correto afirmar que: A Padronizar práticas e identidades é positivo, pois elimina diferenças e acelera o desenvolvimento social. B A proposta demonstra coerência ao organizar práticas educativas que dialogam com o território. C Para preservar o local e as pessoas, o centro cultural deve evitar articulações e isolar-se de redes e parcerias. D