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A classificação de elementos como nutrientes ou benéficos pode divergir entre a legislação e a perspectiva científica. Qual a razão para cobalto, silício e selênio serem classificados como nutrientes pela legislação, mas elementos benéficos pela ciência? a. A legislação considera apenas a presença desses elementos em tecidos vegetais, enquanto a ciência foca na capacidade de substituir outros nutrientes. b. Para formular fertilizantes, a legislação exige que o elemento seja classificado como nutriente, mesmo que cientificamente não atenda aos critérios de essencialidade. c. Os critérios de essencialidade de Arnon aplicam-se à legislação, mas não à ciência, que adota uma abordagem mais flexível para classificação. d. Elementos benéficos são absorvidos passivamente, enquanto nutrientes exigem transportadores ativos, distinção que a legislação não reconhece. e. Cobalto, silício e selênio são classificados como nutrientes pela legislação porque participam diretamente da composição estrutural de todas as proteínas e enzimas vegetais, embora a ciência os considere apenas elementos benéficos.
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irnando andreatta

há 2 meses

Respostas

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Ed Verified user icon

há 2 meses

Vamos analisar as alternativas com base no conhecimento sobre a classificação de elementos na fertilidade do solo e nutrição vegetal: - A legislação muitas vezes classifica certos elementos como nutrientes para fins regulatórios, mesmo que cientificamente eles não sejam considerados essenciais para todas as plantas. - A ciência define nutrientes essenciais com base em critérios rigorosos, como os de Arnon, que exigem que o elemento seja indispensável para o ciclo de vida da planta. - Elementos benéficos podem melhorar o crescimento ou a resistência das plantas, mas não são essenciais para todas elas. - A legislação pode incluir elementos como cobalto, silício e selênio como nutrientes para permitir sua inclusão em fertilizantes, mesmo que cientificamente sejam considerados benéficos. Analisando as alternativas: a) Incorreta: a legislação não se baseia apenas na presença em tecidos, e a ciência não foca em substituição de nutrientes. b) Correta: a legislação exige que o elemento seja classificado como nutriente para formular fertilizantes, mesmo que cientificamente não seja essencial. c) Incorreta: os critérios de Arnon são científicos, não legislativos. d) Incorreta: a distinção entre absorção passiva e ativa não é o principal motivo da divergência. e) Incorreta: cobalto, silício e selênio não participam diretamente da composição estrutural de todas as proteínas e enzimas vegetais. Portanto, a resposta correta é: b) Para formular fertilizantes, a legislação exige que o elemento seja classificado como nutriente, mesmo que cientificamente não atenda aos critérios de essencialidade.

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