A assistência à saúde da mulher é fundamental para um melhor acompanhamento gestacional. Sobre a assistência à saúde de mulheres indígenas no Brasil, podemos afirmar que:
Questão 1
Resposta
a.
A razão de mortalidade materna em alguns DSEI entre os anos de 2010 e 2020 chegaram a 100 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos. Este indicador aponta para um bom indicador de assistência à saúde.
b.
A subnotificação de casos de violência e de mortalidade materna é um problema já resolvido nos territórios indígenas, devido a implantação de um sistema específico de informação sobre a saúde indígena.
c.
O aumento de cesáreas em mulheres indígenas, nos últimos anos, tem sido um indicador da melhoria na assistência e acompanhamento da gestante nos territórios indígenas.
d.
Os elevados índices de óbitos ocorridos no período de 0 a 6 dias de vida (neonatal precoce) na saúde indígena refletem a qualidade da assistência à saúde materno infantil e à deficiência de ações durante a gestação, parto e cuidados com o recém-nascido.
Ed
há 2 semanas
Vamos analisar as alternativas com base no contexto da assistência à saúde de mulheres indígenas no Brasil: a) Afirma que uma razão de mortalidade materna de 100 por 100 mil nascidos vivos é um bom indicador. Na verdade, esse valor é considerado alto e indica problemas na assistência. b) Diz que a subnotificação de casos de violência e mortalidade materna é um problema resolvido. Isso não é verdade; a subnotificação ainda é um desafio nos territórios indígenas. c) Afirma que o aumento de cesáreas é um indicador de melhoria na assistência. O aumento de cesáreas nem sempre indica melhoria, podendo refletir práticas inadequadas. d) Indica que os elevados índices de óbitos neonatais precoces refletem a qualidade da assistência materno-infantil e deficiência nas ações durante gestação, parto e cuidados ao recém-nascido. Isso está correto, pois altos índices de mortalidade neonatal precoce indicam problemas na assistência. Portanto, a alternativa correta é: d) Os elevados índices de óbitos ocorridos no período de 0 a 6 dias de vida (neonatal precoce) na saúde indígena refletem a qualidade da assistência à saúde materno infantil e à deficiência de ações durante a gestação, parto e cuidados com o recém-nascido.
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