Ed
há 4 semanas
O tratamento farmacológico da Doença de Parkinson visa aumentar a disponibilidade de dopamina no cérebro, já que há perda dos neurônios dopaminérgicos na substância negra. A dopamina em si não atravessa a barreira hematoencefálica, por isso não se administra dopamina diretamente (eliminando a opção B). O tratamento padrão é fornecer o precursor da dopamina, a levodopa (L-Dopa), que atravessa a barreira e é convertida em dopamina no cérebro. Para evitar que a levodopa seja degradada antes de chegar ao cérebro, são usados inibidores da enzima dopa-descarboxilase periférica, como a carbidopa ou benserazida. Portanto, a alternativa correta é: Opção A: Fornecer ao paciente os precursores imediatos de dopamina e inibidores da enzima que degrada a dopamina nos tecidos periféricos.
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