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O texto fala que o metal da turbina "cede partículas carregadas" (perde elétrons). Em química, quem perde elétron sofre Oxidação. Para impedir que a turbina oxide e enfraqueça, usa-se o "Metal de Sacrifício". Ele atua como um ânodo: precisa ser um metal com uma tendência de doar elétrons (Potencial de Oxidação) MAIOR que a da turbina, para oxidar no lugar dela.
Por que as outras estão erradas?
A e D: Redução é *ganhar* elétrons. O texto diz que a turbina cede (perde) as partículas.
C: O metal de sacrifício não pode ser o cátodo (que sofre redução). Ele precisa ser o ânodo para ser "sacrificado" (oxidado) protegendo o cátodo (turbina).
E: Sublimação é passagem do estado sólido para gasoso diretamente. Não tem nenhuma relação com perda de elétrons e eletroquímica.
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há 6 horas

Respostas

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há 6 horas

A resposta correta explica que o metal da turbina sofre oxidação porque perde elétrons. Para protegê-la, usa-se um metal de sacrifício que atua como ânodo, ou seja, ele é o metal que oxida primeiro, doando elétrons e protegendo a turbina (cátodo) da oxidação. - Alternativas A e D estão erradas porque redução é o ganho de elétrons, mas o texto fala que a turbina perde elétrons (oxidação). - Alternativa C está errada porque o metal de sacrifício precisa ser o ânodo (que oxida), não o cátodo (que reduz). - Alternativa E está errada porque sublimação é mudança de estado físico (sólido para gás), sem relação com perda de elétrons ou processos eletroquímicos. Portanto, a proteção contra oxidação funciona porque o metal de sacrifício, com maior tendência a oxidar, se desgasta no lugar da turbina.

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Sociologicamente, a aplicação dessa doutrina após a outorga do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em 1968, gerou a paralisia quase total da sociedade civil organizada. A censura prévia à imprensa, às artes e às universidades impediu a circulação do pensamento crítico e camuflou os índices reais de miséria e corrupção. Os sindicatos sofreram intervenção direta do Ministério do Trabalho, e o movimento estudantil foi empurrado para a clandestinidade. O resultado não foi a paz social, mas a pacificação pelo terror, operacionalizada pelos porões do DOI-CODI. Ao extirpar os canais democráticos de mediação de conflitos, o regime autoritário atomizou os indivíduos, quebrando os laços de solidariedade comunitária e incutindo na população a cultura do medo, da desconfiança mútua e do silêncio como únicas vias de autopreservação, transformando a denúncia e o engajamento político em sinônimos de perigo letal e banimento social. O legado desse período reverbera até os dias atuais, especialmente no campo da memória institucional. A transição brasileira para a democracia foi desenhada "lenta, gradual e segura" pelos próprios militares, culminando em uma Lei de Anistia que equalizou politicamente os opositores do regime e os agentes de Estado responsáveis pela repressão. Ao contrário de nações vizinhas, o Brasil não promoveu um acerto de contas imediato com o seu passado autocrático. O adiamento do estabelecimento de uma justiça de transição plena permitiu que resquícios autoritários, como a criminalização dos movimentos populares, sobrevivessem incólumes no tecido contemporâneo. Repensar a ditadura não é um exercício sobre arquivos empoeirados, mas uma exigência inadiável para compreender as fraturas que limitam a cidadania no país.
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Sociologicamente, a aplicação dessa doutrina após a outorga do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em 1968, gerou a paralisia quase total da sociedade civil organizada. A censura prévia à imprensa, às artes e às universidades impediu a circulação do pensamento crítico e camuflou os índices reais de miséria e corrupção. Os sindicatos sofreram intervenção direta do Ministério do Trabalho, e o movimento estudantil foi empurrado para a clandestinidade. O resultado não foi a paz social, mas a pacificação pelo terror, operacionalizada pelos porões do DOI-CODI. Ao extirpar os canais democráticos de mediação de conflitos, o regime autoritário atomizou os indivíduos, quebrando os laços de solidariedade comunitária e incutindo na população a cultura do medo, da desconfiança mútua e do silêncio como únicas vias de autopreservação, transformando a denúncia e o engajamento político em sinônimos de perigo letal e banimento social. O legado desse período reverbera até os dias atuais, especialmente no campo da memória institucional. A transição brasileira para a democracia foi desenhada "lenta, gradual e segura" pelos próprios militares, culminando em uma Lei de Anistia que equalizou politicamente os opositores do regime e os agentes de Estado responsáveis pela repressão. Ao contrário de nações vizinhas, o Brasil não promoveu um acerto de contas imediato com o seu passado autocrático. O adiamento do estabelecimento de uma justiça de transição plena permitiu que resquícios autoritários, como a criminalização dos movimentos populares, sobrevivessem incólumes no tecido contemporâneo. Repensar a ditadura não é um exercício sobre arquivos empoeirados, mas uma exigência inadiável para compreender as fraturas que limitam a cidadania no país.
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