Ed
anteontem
Vamos analisar as alternativas com base no que estabelece o Código Tributário Nacional (CTN) sobre interpretação e integração da legislação tributária: a) A equidade não pode ser usada para dispensar o pagamento de tributos devidos, mesmo que o sujeito passivo tenha agido de boa-fé. A equidade é um princípio que pode ser aplicado em casos excepcionais, mas não autoriza a dispensa do tributo devido. b) A analogia não pode ser usada para criar ou aumentar tributos. O CTN proíbe a exigência de tributo não previsto em lei, mesmo que a atividade seja assemelhada a um fato gerador. c) A hipótese de incidência tributária é o conjunto de elementos descritos na lei que, quando ocorridos, configuram o fato gerador. O fato gerador é o evento concreto que realiza a hipótese de incidência. Portanto, eles não ocorrem concomitantemente no plano abstrato, mas a hipótese é abstrata e o fato gerador é concreto. d) A validade jurídica dos atos no direito privado não é condição para a ocorrência do fato gerador. Além disso, a renda proveniente de atividades ilícitas não está imune à tributação. e) A outorga de isenção tributária deve ser interpretada estritamente, ou seja, não se admite analogia ou interpretação extensiva para ampliar o benefício a casos não previstos expressamente. Portanto, a alternativa correta é: e) A outorga de isenção tributária deve ser interpretada de forma estritamente literal, impossibilitando o uso da analogia ou da interpretação extensiva para alargar o benefício a hipóteses, contribuintes ou operações que não foram expressamente contemplados pela lei.
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