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ontem
Vamos analisar os dados: - Mulher jovem com astenia, redução da tolerância ao exercício e palidez → sugestivo de anemia. - Hemoglobina baixa (8,8 g/dL). - VCM (volume corpuscular médio) baixo (71 fL) → anemia microcítica. - RDW (red cell distribution width) elevado (19%) → variação no tamanho das hemácias, comum em anemia por deficiência de ferro. As anemias microcíticas mais comuns são: - Anemia ferropriva (deficiência de ferro). - Talassemias. Para diferenciar: - Na anemia ferropriva, a ferritina sérica está baixa (indicando baixa reserva de ferro). - Na talassemia, a ferritina geralmente está normal ou alta, e a eletroforese de hemoglobina mostra HbA2 aumentada (>3,5%). Analisando as alternativas: A) Ferritina sérica baixa (< 15–30 ng/mL) → confirma deficiência de ferro, compatível com anemia ferropriva. B) Saturação de transferrina elevada (> 50%) → não é característica da anemia ferropriva (normalmente está baixa). C) Eletroforese de hemoglobina alterada com HbA2 > 3,5% → indica talassemia, menos provável aqui. D) Contagem de reticulócitos aumentada (> 3%) → indica resposta medular aumentada, geralmente em anemia hemolítica ou sangramento recente, não típico da anemia ferropriva crônica. Portanto, o achado adicional mais provável para confirmar a principal hipótese (anemia ferropriva) é: A) Ferritina sérica baixa (< 15–30 ng/mL).
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