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J.M.S., 80 anos, sexo masculino, comparece ao pronto-socorro, trazido pelo filho. Nega febre. O filho relata que o pai acordou confuso. Há 10 dias está com tosse inicialmente seca, evoluindo com pequena quantidade de expectoração amarelada., associado a redução do apetite e piora progressiva da dispneia. Refere um episódio de diarreia há 4 dias. Antecedentes pessoais: tabagismo ativo, cerca de 50 maços/ano; diagnóstico prévio de DPOC, com uso irregular de broncodilatador inalatório; diabetes mellitus tipo 2 em uso irregular de metformina; perda ponderal nos últimos meses, com baixa ingesta alimentar. Ao exame físico: Regular estado geral, temperatura: 37,4 °C; PA: 90 × 58 mmHg FC: 104 bpm; FR: 32 mrpm; SpO₂: 89% em ar ambiente Pulmões: aumento do diâmetro anteroposterior, uso da musculatura acessória, murmúrio vesicular globalmente reduzido, sibilos esparsos e estertores finos bilaterais, predominando em bases pulmonares. Cardiovascular: sem alterações. Abdome: sem alterações. Membros inferiores: sem alterações. CASO CLÍNICO 2 1- Cite dois possíveis agentes etiológicos da infecção pulmonar que evoluem com quadro subagudo e com o padrão radiológico anexado. Cite o agente etiológico mais frequente nos pacientes com DPOC. 2- Considerar a idade, o tabagismo e diabetes para explicar o mecanismo fisiopatológico envolvido na instalação da infecção das vias respiratórias inferiores. 3- Usando C(U)RB-65 e PSI (Índice de gravidade da pneumonia), classifique a gravidade do caso e indique o local de tratamento (ambulatorial, enfermaria ou UTI). Cite o esquema de antibiótico mais adequado, o tempo de tratamento. Quando mudar o antibiótico de endovenoso para via oral? 4- Cite o biomarcador que ajuda na diferenciação entre etiologia viral da bacteriana. Cite o biomarcador que auxiliaria na avaliação da atividade inflamatória e controle da melhora clínica. Slide 1 Slide 2 Slide 3