Ed
há 3 dias
Analisando a situação, a autarquia enfrenta mudanças regulatórias e metas ambientais que impactam custos, prazos e prioridades, e precisa incorporar esses fatores externos no planejamento de serviços para evitar rupturas e antecipar riscos e oportunidades. Vamos analisar as alternativas: a) Manter cronograma e orçamento, registrando as novas exigências como “riscos aceitáveis” a serem avaliados depois da entrega. — Errado, pois ignora a necessidade de adaptação imediata e proativa. b) Tratar fatores externos de forma reativa, só após incidentes ou notificações do regulador, mantendo os procedimentos atuais até lá. — Errado, pois a gestão deve ser proativa, não reativa. c) Integrar as exigências legais e ambientais ao planejamento e aos padrões do serviço, sincronizando decisões nas quatro dimensões, com monitoramento periódico do ambiente externo e evidências de atendimento. — Correto, pois promove integração, monitoramento e adaptação contínua, alinhado à gestão eficaz de serviços. d) Delegar a interpretação e a aplicação das novas regras aos fornecedores, ajustando apenas cláusulas contratuais quando eles solicitarem. — Errado, pois a responsabilidade deve ser interna e proativa, não apenas delegada. e) Enxugar o catálogo e suspender funcionalidades mais expostas, sem rever processos, papéis ou indicadores internos. — Errado, pois não promove uma gestão integrada e adaptativa. Portanto, a alternativa correta é: c. Integrar as exigências legais e ambientais ao planejamento e aos padrões do serviço, sincronizando decisões nas quatro dimensões, com monitoramento periódico do ambiente externo e evidências de atendimento.
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