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De acordo com o raciocínio lógico proposicional a proposição composta [p v (~q ↔ r)] → ~p é uma:
a) Contingência
b) Tautologia
c) Contradição
d) Equivalência
e) Contradição
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Praticando Para Aprender

há 3 horas

Respostas

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há 3 horas

Vamos analisar a proposição composta: \[ [p \lor (\neg q \leftrightarrow r)] \to \neg p \] Para determinar se é tautologia, contradição ou contingência, precisamos entender seu valor lógico em todas as possíveis combinações de p, q e r. Passo a passo: 1. \( \neg q \leftrightarrow r \) é verdadeira quando \( \neg q \) e r têm o mesmo valor lógico (ambos verdadeiros ou ambos falsos). 2. \( p \lor (\neg q \leftrightarrow r) \) será verdadeiro se pelo menos um dos dois for verdadeiro. 3. A implicação \( A \to B \) é falsa somente quando A é verdadeiro e B é falso. 4. Aqui, \( A = p \lor (\neg q \leftrightarrow r) \) e \( B = \neg p \). Para que a implicação seja falsa, precisamos que: - \( p \lor (\neg q \leftrightarrow r) = \text{verdadeiro} \) - \( \neg p = \text{falso} \) → \( p = \text{verdadeiro} \) Se \( p = \text{verdadeiro} \), então \( p \lor (\neg q \leftrightarrow r) = \text{verdadeiro} \) (pois p é verdadeiro). Então, a implicação será falsa quando \( p = \text{verdadeiro} \). Logo, a proposição não é uma tautologia (não é sempre verdadeira). Também não é contradição (não é sempre falsa), pois se \( p = \text{falso} \), a implicação será verdadeira. Portanto, a proposição é uma contingência. Resposta correta: a) Contingência

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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 10.

Texto I

Naquele tempo o mundo era ruim. Mas depois se consertara, para bem dizer as coisas ruins não tinham existido. No jirau da cozinha arrumavam-se mantas de carne-seca e pedaços de toicinho. A sede não atormentava as pessoas, e à tarde, aberta a porteira, o gado miúdo corria para o bebedouro. Ossos e seixos transformavam-se às vezes nos entes que povoavam as moitas, o morro, a serra distante e os bancos de macambira.

Como não sabia falar direito, o menino balbuciava expressões complicadas, repetia as sílabas, imitava os berros dos animais, o barulho do vento, o som dos galhos que rangiam na catinga, roçando-se.

Agora tinha tido a ideia de aprender uma palavra, com certeza importante porque figurava na conversa de sinha Terta. Ia decorá-la e transmiti-la ao irmão e à cachorra. Baleia permaneceria indiferente, mas o irmão se admiraria, invejoso.

- Inferno, inferno.

Não acreditava que um nome tão bonito servisse para designar coisa ruim. E resolvera discutir com sinha Vitória. Se ela houvesse dito que tinha ido ao inferno, bem. Sinha Vitória impunha-se, autoridade visível e poderosa. Se houvesse feito menção de qualquer autoridade invisível e mais poderosa, muito bem. Mas tentara convencê-lo dando-lhe um cocorote, e isto lhe parecia absurdo. Achava as pancadas naturais quando as pessoas grandes se zangavam, pensava até que a zanga delas era a causa única dos cascudos e puxavantes de orelhas. Esta convicção tornava-o desconfiado, fazia-o observar os pais antes de se dirigir a eles. Animara-se a interrogar sinha Vitória porque ela estava bem-disposta. Explicou isto à cachorrinha com abundância de gritos e gestos.
De acordo com a gramática tradicional, a vírgula, no interior de uma oração, deve ser usada, dentre outros casos, para isolar o adjunto adverbial antecipado. Dentre os fragmentos abaixo, retirados do texto, assinale aquele em que a vírgula deveria ser empregada por essa razão.
a) “Ossos e seixos transformavam-se às vezes nos entes que povoavam as moitas,” (1º§).
b) “Ia decorá-la e transmiti-la ao irmão e à cachorra.” (2º§).
c) “Não acreditava que um nome tão bonito servisse para designar coisa ruim.” (4º§).
d) “Achava as pancadas naturais quando as pessoas grandes se zangavam,” (4º§).

A soma entre o numerador e o denominador da fração irredutível e geratriz da dízima 1,2373737... é:
a) 245
b) 443
c) 2015
d) 1235
e) 1237

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