Ed
há 5 horas
Para transformar tensões e correntes senoidais em um modelo algébrico que preserve módulo e defasagem, utiliza-se a representação fasorial, que envolve os seguintes passos: 1. Expressar a grandeza senoidal: Uma tensão ou corrente senoidal pode ser representada como \( v(t) = V_m \cdot \sin(\omega t + \phi) \), onde \( V_m \) é a amplitude máxima, \( \omega \) a frequência angular e \( \phi \) a defasagem. 2. Converter para forma fasorial: Representa-se a grandeza por um número complexo (fasor) que contém módulo e ângulo de fase: \( \underline{V} = V \angle \phi \), onde \( V = \frac{V_m}{\sqrt{2}} \) é o valor eficaz (RMS) da tensão e \( \phi \) é a defasagem. 3. Utilizar números complexos: O fasor pode ser escrito na forma retangular: \( \underline{V} = V \cos \phi + j V \sin \phi \), ou na forma polar: \( \underline{V} = V \angle \phi \). 4. Preservar módulo e defasagem: O módulo do número complexo representa a magnitude eficaz da tensão ou corrente, e o argumento (ângulo) representa a defasagem em relação a uma referência. Assim, a análise de circuitos em regime permanente de corrente alternada é facilitada, pois as operações algébricas com fasores substituem as operações diferenciais com funções senoidais.
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