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7. COMO A ESCOLA PODE SUPERAR AS BARREIRAS QUE DIFICULTAM A PARTICIPAÇÃO E A APRENDIZAGEM DOS ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA?
Abordagens possíveis: inclusão, acessibilidade, barreiras atitudinais e pedagógicas, recursos de acessibilidade, AEE e participação de toda a comunidade escolar.
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há 6 horas

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há 6 horas

Para superar as barreiras que dificultam a participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência, a escola pode adotar as seguintes abordagens: 1. Inclusão: Promover um ambiente escolar que valorize a diversidade, garantindo que todos os estudantes tenham acesso igualitário às atividades e conteúdos. 2. Acessibilidade: Adaptar espaços físicos, materiais didáticos e recursos tecnológicos para atender às necessidades específicas dos estudantes com deficiência. 3. Barreiras atitudinais: Realizar campanhas de sensibilização e formação para professores, alunos e funcionários, combatendo preconceitos e promovendo o respeito. 4. Barreiras pedagógicas: Desenvolver metodologias de ensino flexíveis e personalizadas, que considerem as diferentes formas de aprendizagem. 5. Recursos de acessibilidade: Utilizar tecnologias assistivas, como softwares de leitura, intérpretes de Libras, materiais em braile, entre outros. 6. Atendimento Educacional Especializado (AEE): Oferecer suporte especializado para complementar o ensino regular, auxiliando no desenvolvimento dos estudantes. 7. Participação da comunidade escolar: Envolver famílias, professores, gestores e demais membros da comunidade na construção de um ambiente inclusivo e acolhedor. Essas ações integradas contribuem para a efetiva inclusão e o sucesso escolar dos estudantes com deficiência.

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Consumo, cidadania e o desafio da sustentabilidade

O consumo, na contemporaneidade, cumpre diferentes funções e implica múltiplas referências como construção social; porém, nos padrões atuais, é insustentável, tanto na perspectiva ambiental quanto na da construção de direitos e da cidadania. Para compreender os desafios de renovar as práticas de consumo, é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas, construídas pela sociedade civil, pelo Estado e pelo mercado.

O consumo sustentável configura-se como uma das possibilidades de tratamento dos impactos do consumismo, pois envolve mudanças de atitude aliadas à necessidade de transformação do sistema de valores dos cidadãos. Diversos autores identificam o consumo como forma de participação e de convivência em sociedade, o que aproxima a esfera privada do consumidor da esfera pública do cidadão.

Apesar de ainda não se observar a predominância de um novo modelo civilizatório capaz de superar os dilemas da sociedade de consumo, existem alternativas para promover a sustentabilidade. Entre os indicativos apresentados, em uma perspectiva de interdependência, destaca-se a educação – ampliada, igualitária e de qualidade – como caminho para a mobilização cidadã rumo ao uso responsável dos recursos.
Nas ocorrências "problematizar as respostas aos seus dilemas" e "superar os dilemas da sociedade de consumo", o termo "dilemas", considerando o contexto e a orientação argumentativa do texto, deve ser interpretado como designando:
A) impasses estruturais decorrentes da tensão entre consumo, sustentabilidade e cidadania, cuja superação exige reflexão crítica e transformação de práticas sociais, valores coletivos e formas de participação pública.
B) contradições internas do próprio discurso sobre sustentabilidade, cuja presença compromete a coerência argumentativa do texto e inviabiliza a defesa de alternativas cidadãs.
C) obstáculos operacionais ligados à gestão dos recursos naturais, cuja solução decorre sobretudo da aplicação eficiente de procedimentos técnicos já disponíveis nas instituições públicas.
D) escolhas individuais de consumo marcadas por incerteza subjetiva, cuja resolução depende prioritariamente da decisão privada de cada consumidor diante das opções oferecidas pelo mercado.

Consumo, cidadania e o desafio da sustentabilidade

O consumo, na contemporaneidade, cumpre diferentes funções e implica múltiplas referências como construção social; porém, nos padrões atuais, é insustentável, tanto na perspectiva ambiental quanto na da construção de direitos e da cidadania. Para compreender os desafios de renovar as práticas de consumo, é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas, construídas pela sociedade civil, pelo Estado e pelo mercado.

O consumo sustentável configura-se como uma das possibilidades de tratamento dos impactos do consumismo, pois envolve mudanças de atitude aliadas à necessidade de transformação do sistema de valores dos cidadãos. Diversos autores identificam o consumo como forma de participação e de convivência em sociedade, o que aproxima a esfera privada do consumidor da esfera pública do cidadão.

Apesar de ainda não se observar a predominância de um novo modelo civilizatório capaz de superar os dilemas da sociedade de consumo, existem alternativas para promover a sustentabilidade. Entre os indicativos apresentados, em uma perspectiva de interdependência, destaca-se a educação – ampliada, igualitária e de qualidade – como caminho para a mobilização cidadã rumo ao uso responsável dos recursos.
Considerando a compreensão global do texto e o modo como a argumentação é modalizada por expressões como "uma das possibilidades", "ainda não" e "apesar de", em relação ao consumo sustentável é correto afirmar que o texto
A) sustenta uma perspectiva crítica e descrente, pois, ao afirmar que ainda não há novo modelo civilizatório predominante, nega a existência de caminhos viáveis para transformar os padrões contemporâneos de consumo.
B) adota uma orientação normativa e conclusiva, pois define o consumo sustentável como resposta suficiente aos impasses atuais, atribuindo ao Estado, ao mercado e à sociedade civil a execução imediata de medidas previamente determinadas.
C) desenvolve uma abordagem descritiva e contrastiva, pois apresenta o consumo sustentável como uma prática social já predominante, cujos impactos sobre o meio ambiente e a cidadania já teriam sido plenamente assimilados pela sociedade.
D) assume uma posição analítica e cautelosa, pois reconhece o consumo sustentável como alternativa possível, mas não o apresenta como solução já consolidada, uma vez que sua efetivação depende de mudanças de atitudes, valores e práticas sociais.

Consumo, cidadania e o desafio da sustentabilidade

O consumo, na contemporaneidade, cumpre diferentes funções e implica múltiplas referências como construção social; porém, nos padrões atuais, é insustentável, tanto na perspectiva ambiental quanto na da construção de direitos e da cidadania. Para compreender os desafios de renovar as práticas de consumo, é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas, construídas pela sociedade civil, pelo Estado e pelo mercado.
Com base nas normas de concordância, regência, crase e colocação pronominal aplicadas a frases derivadas do conteúdo do texto, analise as afirmativas a seguir e registre (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
(__)Em "Aludiu-se a questões relativas ao consumo responsável", não há crase, pois a preposição exigida por "aludir" antecede palavra no plural empregada sem artigo definido.
(__)Em "À medida que se ampliam os debates, intensifica-se a busca por soluções", o acento grave em "À medida que" justifica-se por se tratar de locução conjuntiva proporcional consagrada com crase.
(__)Em "Far-se-ia necessária uma profunda mudança de valores", a mesóclise justifica-se pelo futuro do pretérito sem palavra atrativa que imponha a próclise.
(__)Em "Grande parte dos cidadãos adotou práticas sustentáveis", é incorreta a variante "adotaram", pois o núcleo do sujeito ("parte") está no singular e impõe concordância obrigatória no singular.
A) V, F, V, V.
B) F, V, V, F.
C) V, V, V, F.
D) V, V, F, V.

Consumo, cidadania e o desafio da sustentabilidade

O consumo, na contemporaneidade, cumpre diferentes funções e implica múltiplas referências como construção social; porém, nos padrões atuais, é insustentável, tanto na perspectiva ambiental quanto na da construção de direitos e da cidadania. Para compreender os desafios de renovar as práticas de consumo, é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas, construídas pela sociedade civil, pelo Estado e pelo mercado.
Sobre o emprego das classes de palavras e seus efeitos na construção do sentido, analise as afirmativas.
I. Em "mudanças de atitude aliadas à necessidade de transformação", o termo "aliadas" é forma nominal (particípio) de valor adjetival, concordando em gênero e número com "mudanças".
II. Em "existem alternativas para promover a sustentabilidade", o verbo "existir" flexiona-se para concordar com "alternativas", diferentemente do que ocorreria com "haver" no mesmo sentido, que permaneceria impessoal no singular ("há alternativas").
III. Em "não se observar a predominância de um novo modelo", o "se" indetermina o sujeito, razão pela qual "observar" permaneceria invariável ainda que o termo seguinte estivesse no plural.
IV. Em “é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas”, a forma verbal “é” encontra-se no presente do modo indicativo, contribuindo para apresentar a necessidade expressa no enunciado como válida no contexto atual.
A) I, II e III apenas
B) I e II apenas.
C) II e III, apenas.
D) I, II e IV.

Consumo, cidadania e o desafio da sustentabilidade

O consumo, na contemporaneidade, cumpre diferentes funções e implica múltiplas referências como construção social; porém, nos padrões atuais, é insustentável, tanto na perspectiva ambiental quanto na da construção de direitos e da cidadania. Para compreender os desafios de renovar as práticas de consumo, é preciso problematizar as respostas aos seus dilemas, construídas pela sociedade civil, pelo Estado e pelo mercado.

Apesar de ainda não se observar a predominância de um novo modelo civilizatório capaz de superar os dilemas da sociedade de consumo, existem alternativas para promover a sustentabilidade.
Considere o trecho: "Apesar de ainda não se observar a predominância de um novo modelo civilizatório capaz de superar os dilemas da sociedade de consumo, existem alternativas para promover a sustentabilidade". Assinale a reescrita que preserva o sentido original, a relação lógica e a correção gramatical.
A) Visto que ainda não predomina um novo modelo civilizatório, inexistem alternativas viáveis para promover a sustentabilidade na sociedade de consumo.
B) Embora ainda não predomine um novo modelo civilizatório apto a superar os dilemas da sociedade de consumo, há alternativas para promover a sustentabilidade
C) Ainda que não predomine um novo modelo civilizatório, as alternativas para promover a sustentabilidade já lograram superar os dilemas da sociedade de consumo.
D) Conquanto já predomine um novo modelo civilizatório, ainda não há alternativas capazes de promover a sustentabilidade.

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