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Qual a diferença entre Guarda Compartilhada e Guarda Alternada?


2 resposta(s)

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Giovanna

Há mais de um mês

A legislação atribui ao poder familiar um complexo vasto de direitos e deveres dos pais e filhos, destinado à proteção destes tanto em suas relações pessoais como patrimoniais.

A guarda é um dos atributos do poder familiar,  previsto nos artigos 1.630 a 1.638 do Código Civil, competindo aos genitores o exercício, com o reforço do artigo 33 do Estatuto da Criança e do Adolescente, podendo ser atribuída a qualquer pessoa habilitada a exercê-la: “a guarda obriga à prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente”. Há várias espécies  de guarda. A escolha do tipo a ser estabelecido leva em consideração alguns critérios pré-definidos, tais como realização de estudo social e psicológico, objetivando sempre o melhor interesse da criança e não o dos pais.

Num foco mais resumido:

Guarda Compartilhada> Positivada em nosso ordenamento jurídico, através da lei 11.698/08, pode-se definir  a guarda compartilhada, ou guarda conjunta, como  um sistema em que  os filhos de pais separados permanecem sob a autoridade equivalente de ambos os genitores, que vêm a tomar  decisões importantes em conjunto quanto ao seu bem estar, educação e criação. Através dessa espécie de guarda, busca-se assemelhar as relações mães/filhos, pais/filhos às relações mantidas antes da dissolução da convivência o tanto quanto possível.

Guarda Alternada: > Com efeito, a guarda alternada, como a própria designação indica, caracteriza-se pelo exercício exclusivo alternado da guarda, segundo um período de tempo pré-determinado, que tanto pode ser anual, semestral, mensal, findo o qual os papéis dos detentores se invertem, alternadamente. De certo modo, a guarda alternada é também unilateral porque só um dos pais num curto espaço de tempo detém a guarda.

Não há compartilhamento porque embora os pais consintam em que a guarda não seja exclusiva de nenhum deles por tempo indeterminado também sabem que não é de ambos a um só tempo. Criam-se regras, espaços próprios, tempos próprios e o filho participará dessa alternância sistematizada de convivência.

A legislação atribui ao poder familiar um complexo vasto de direitos e deveres dos pais e filhos, destinado à proteção destes tanto em suas relações pessoais como patrimoniais.

A guarda é um dos atributos do poder familiar,  previsto nos artigos 1.630 a 1.638 do Código Civil, competindo aos genitores o exercício, com o reforço do artigo 33 do Estatuto da Criança e do Adolescente, podendo ser atribuída a qualquer pessoa habilitada a exercê-la: “a guarda obriga à prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente”. Há várias espécies  de guarda. A escolha do tipo a ser estabelecido leva em consideração alguns critérios pré-definidos, tais como realização de estudo social e psicológico, objetivando sempre o melhor interesse da criança e não o dos pais.

Num foco mais resumido:

Guarda Compartilhada> Positivada em nosso ordenamento jurídico, através da lei 11.698/08, pode-se definir  a guarda compartilhada, ou guarda conjunta, como  um sistema em que  os filhos de pais separados permanecem sob a autoridade equivalente de ambos os genitores, que vêm a tomar  decisões importantes em conjunto quanto ao seu bem estar, educação e criação. Através dessa espécie de guarda, busca-se assemelhar as relações mães/filhos, pais/filhos às relações mantidas antes da dissolução da convivência o tanto quanto possível.

Guarda Alternada: > Com efeito, a guarda alternada, como a própria designação indica, caracteriza-se pelo exercício exclusivo alternado da guarda, segundo um período de tempo pré-determinado, que tanto pode ser anual, semestral, mensal, findo o qual os papéis dos detentores se invertem, alternadamente. De certo modo, a guarda alternada é também unilateral porque só um dos pais num curto espaço de tempo detém a guarda.

Não há compartilhamento porque embora os pais consintam em que a guarda não seja exclusiva de nenhum deles por tempo indeterminado também sabem que não é de ambos a um só tempo. Criam-se regras, espaços próprios, tempos próprios e o filho participará dessa alternância sistematizada de convivência.

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Steffany

Há mais de um mês

Obrigada! Ajudou bastante! 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes