A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
34 pág.
Direito tributário Resumo G1 e G2

Pré-visualização | Página 11 de 11

ciente do autuado; se faltar um requisito cabe nulidade e extinção por descumprimento de requisito; o principal é a capitulação (descrição dos fatos, porque senão não consegue se defender – exercício da plena defesa; 
- o CARF continua aceitando várias preliminares de nulidade; 
1) termo de início de fiscalização
2) termo de encerramento
3) auto de infração
4) impugnação administrativa
5) decisão de primeira instância adm;
6) recurso voluntário ao CARF;
7) recurso à CSRF (camarão);
8) decisão final da CSRF;
- pode impugnar toda a matéria de fato e de direito alegada pelo fiscal; 
- toda e qualquer produção de prova em direito administrativo; tradicionalmente as provas mais comuns são documental e a perícia contábil
- dois princípios do PAT:
- princípio do livre convencimento do julgador: tentar convencer de todas as formas; comporta petição juntando petições, provas; 
- princípio da verdade material: o que importa é a busca da verdade material dos fatos: pra RFB o que importa é chegar à verdade dos fatos → é comum fazer juntada de documentos; pedido de diligência; 
- se o contribuinte não pagar e não impugnar e deixar correr os 30 dias, existe uma tentativa de cobrança amigável;
- até uns 15 ou 12 anos essa decisão de 1ª instância era monocrática: o chefe era o julgador – era praticamente impossível reverter a decisão; de uns 15 anos em diante passou a ser um junta colegiada na 1ª instância, mas ainda é um órgão totalmente da fazenda, não é paritário; se a decisão for favorável, há o reexame obrigatório, e se o contribuinte perde há a possibilidade do recurso voluntário;
- CARF: especialização por câmara de julgamento; todas as câmaras são presididas por alguém da receita – voto de minerva; cada câmara tem formação paritária: cada câmara tem 6 conselheiros: três da fazenda e três dos contribuintes; 
- recurso voluntário no prazo de 30 dias; pode juntar documentos, renovar a prova, sustentação oral; 
- se perder o recurso há o recurso à câmara superior de recursos fiscais, como se fosse um pleno do CARF: a fazenda pode recorrer 1 quando a decisão não for unânime, 2 quando for contrária à lei e 3 contrária à prova dos autos; já o contribuinte só pode subir recurso à CSRF por dissídio jurisprudencial → prazo de 15 dias;
- se a decisão final for a favor do contribuinte, na forma do art. 156, IX do CTN extinção do crédito tributário; se for perda do contribuinte, o fisco volta a cobrar; 
- discussão: pode a fazenda, após decisão final do próprio órgão da Fazenda, querer ir ao judiciário contra decisão da própria fazenda? 1 Art. 5º, XXXV e LV: a fazenda acha que tem direito ampla defesa e apreciação judiciário → 2 mas a fazenda quer usar direitos e garantias do cidadão contra a própria decisão da fazenda; 3 a fazenda procura fazer uma separação entre atividade judicante e não judicante, dentro da própria fazenda: o CARF seria órgão judicante e a fazenda não seria; 4 por fim, quem só o fisco pode fazer o lançamento tributário (142): se o judiciário reverter, o judiciário estará fazendo o lançamento; 
- Ricardo Lobo Torres: não seria possível;